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segunda-feira, 26 de abril de 2021

Gandhi – Absolutamente brilhante!



Quando Gandhi estudava Direito na Universidade de Londres, havia um professor, cujo sobrenome era Peters, que sentia animosidade por Gandhi, e porque Gandhi nunca abaixou a cabeça pra ele, suas discussões eram bem comuns.

Um dia, o Sr. Peters estava almoçando no refeitório da universidade e Gandhi veio com sua bandeja e sentou-se próximo ao professor. O professor, em sua arrogância, disse: “Sr. Gandhi, você não entende… Um porco e um pássaro não sentam juntos para comer”, ao que Gandhi respondeu: “Não precisa se preocupar, professor, voarei embora”, saiu e sentou-se em outra mesa.

O Sr. Peters, verde de raiva, decide vingar-se no próximo teste, porém Gandhi responde brilhantemente a todas as perguntas. Então, o Sr. Peters lhe fez a seguinte pergunta, “Sr. Gandhi, se você caminha pela rua e encontra um pacote, e dentro há um saco de sabedoria e outra com bastante dinheiro; qual delas você vai pegar?”

Sem hesitar, Gandhi respondeu: “A que tem dinheiro, é claro!”

O Sr. Peters, sorrindo, disse: “Eu, em seu lugar, teria pego o da sabedoria, não acha?”

“Cada um pega o que não tem”, respondeu Gandhi com indiferença.

O Sr. Peters, já histérico, escreve na folha de prova a palavra “idiota” e entrega a Gandhi. Gandhi pega a folha de exame e se senta. Alguns minutos depois, Gandhi vai até o professor e diz, “Sr. Peters, você assinou a folha, mas não me deu a nota”.

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CÉU OU INFERNO...


Certo dia, um violento samurai  procurou um sábio monge, pois queria aprender sobre o céu e o inferno.

O pequeno monge olhou para o samurai e, simulando desprezo, lhe disse:

- Eu não poderia ensinar-lhe coisa alguma, você está imundo, cheira mal e a lâmina da sua espada está enferrujada. Você é uma vergonha para a sua classe.


O samurai enfurecido não disse uma palavra, tamanha a sua raiva. Empunhou a espada e se preparou para decapitar o monge, quando... 

- Disse-lhe o sábio mansamente: "Aí começa o inferno".

O samurai ficou imóvel. A sabedoria do mongo o impressionara. Abaixou lentamente a espada e agradeceu pelo valioso ensinamento. 

Passado algum tempo o samurai, o samurai pediu humildemente ao monge que lhe perdoasse e percebendo seu pedido era sincero, o monge lhe falou:

- "Aí começa o céu". 

Aprendizado: Tanto o céu quanto o inferno são estados da alma, que dependem das nossas decisões. Poderemos optar por abismos ou pontes que nos possibilite uma solução feliz. A decisão é nossa!

O CÉU E O INFERNO... (Fábula japonesa - fragmento)



Conta-se que um samurai, grande e forte, conhecido pela sua índole violenta, foi procurar um sábio monge em busca de respostas para as dúvidas que tinha.
 
 - Monge, disse o samurai com desejo sincero de aprender, ensina-me sobre o céu e o inferno..
 
 O monge, de pequena estatura e muito franzino, olhou para o bravo guerreiro e disse:
 
 - Eu não poderia ensinar-lhe coisa alguma, você está imundo. Seu mau cheiro é insuportável.
 
 E com um olhar de desprezo, acrescentou:
 
 - Ademais, a lâmina da sua espada está enferrujada. Você é uma vergonha para a sua classe.
 
 O samurai ficou enfurecido. O sangue lhe subiu ao rosto e ele não conseguiu dizer nenhuma palavra, tamanha era sua raiva. Empunhou a espada, ergueu-a sobre a cabeça e se preparou para decapitar o monge.
 
 - "Aí começa o inferno", disse-lhe então o sábio, mansamente.
 
 O samurai ficou imóvel. A sabedoria daquele pequeno homem impressionara o samurai. Afinal, o ancião arriscara a própria vida para lhe ensinar sobre o inferno. O bravo guerreiro abaixou lentamente a espada e agradeceu ao monge pelo valioso ensinamento.
 
 E o velho sábio continuou em silêncio.
 
 Passado algum tempo, o samurai, já com sua intimidade pacificada, pediu humildemente ao monge que lhe perdoasse o gesto infeliz. Percebendo que seu pedido era sincero, o monge respondeu:
 
 - "Aí começa o céu".

terça-feira, 20 de abril de 2021

AMBICIOSOS SEM AMBIÇÃO


Vou falar a seguir sobre a pessoa sem ambição e não sobre a pessoa má. Ao me referir a pessoas sem ambição, o leitor poderá achar estranho, por isso vou explicar de forma compreensível a todos.

Ao observar a sociedade atual, constato que existe um grande número de ambiciosos, embora, na verdade, sejam todos sem ambição.

O fato de serem ambiciosos sem ambição é estranho, mas na realidade, trata-se de pessoas que só pensam em lucrar temporariamente e não percebem que, depois disso, passarão a ter prejuízos.

No início, elas proferem mentiras bem arquitetadas. Todavia, como a mentira é sempre revelada, acabam perdendo totalmente a confiança dos outros.

Quanto mais hábil for o mentiroso, mais tempo levará para ser descoberto. Por esse motivo, durante algum tempo, ele pode pensar que se saiu bem; no entanto, a verdade sempre vem à tona.

Criaturas assim caem na ilusão de que jamais serão desmascaradas e, por esse motivo, não se corrigem e continuam a se empenhar em enganar as pessoas.

Obviamente, não acreditam na existência de Deus e, por estarem "moldadas" pelo materialismo, é difícil lidar com elas. Ao serem expostas, como toda a confiança depositada nelas cai por terra, enfrentam perdas incalculáveis, pois os outros não mais lhes dão ouvidos.

Em tais ocasiões, fico com pena dessas pessoas e ponho-me a pensar que, se tivessem agido honesta e corretamente desde o início, certamente seriam merecedoras de crédito e obteriam grandes lucros, ao invés das vantagens efêmeras que tiveram.

Por esse motivo, lamento e penso comigo mesmo: "Mas que pessoas sem ambição são elas?" Conclui-se, portanto, que essas pessoas são realmente desprovidas de ambição.

A maioria dos indivíduos da atualidade que estão em apuros financeiros ou cujos empreendimentos não vão bem, é por serem ambiciosos, mas do tipo sem ambição.

Seja como for, a pessoa deve conquistar, em primeiro lugar, a confiança de todos. Não há riqueza maior que esta. Da riqueza chamada confiança surgem "juros" sem limites, e mesmo que a sociedade esteja atravessando dificuldades financeiras, os “ricos” desta ordem nunca passarão apuros.

É por isso que, de qualquer modo, devem acreditar na existência de Deus, que é invisível. Para tanto, só há um caminho: tornar-se um praticante da fé.

Quem pratica a fé, é dono de um ilimitado tesouro: além de ser autenticamente feliz, é de fato profundamente ambicioso.


Por Meishu-Sama, em 11 de fevereiro de 1950
Alicerce do Paraíso, vol. 4

domingo, 18 de abril de 2021

Reflexão

Olha que lindo esse texto colocado na porta do Consultório de um Médico Homeopata achei válido compartilhar:

A *enfermidade* é um conflito entre a personalidade e a alma. 

O *resfriado* escorre quando o corpo não chora.

A *dor de garganta* entope quando não é possível comunicar as aflições.

O *estômago* arde quando as raivas não conseguem sair.

O *diabetes* invade quando a solidão dói.

O *corpo engorda* quando a insatisfação aperta.

A *dor de cabeça* deprime quando as duvidas aumentam.

O *coração* desiste quando o sentido da vida parece terminar.

A *alergia* aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.

As *unhas* quebram quando as defesas ficam ameaçadas.

O *peito aperta* quando o orgulho escraviza.

A *pressão* sobe quando o medo aprisiona.

As *neuroses* paralisam quando a "criança interna" tiraniza.

A *febre* esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.

Os *joelhos* doem quando o orgulho não se dobra.

O *câncer* mata quando não se perdoa e/ou cansa de viver.

E as *dores caladas*? Como falam em nosso corpo!

*A enfermidade não é má, ela avisa quando erramos a direção*.

O *caminho* para a felicidade não é reto, existem curvas chamadas *Equívocos*.

Existem semáforos chamados *Amigos*.

Luzes de precaução chamadas *Família*.

Ajudará muito ter no caminho uma peça de reposição chamada *Decisão*.

Um potente motor chamado Amor.
Um bom seguro chamado *FÉ*.

Abundante combustível chamado *Paciência*.

Mas há um maravilhoso Condutor e solucionador chamado *DEUS*!!!!

           *PENSE!*

Origem do nome PARÁ


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Pará
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História
A origem do nome Pará vem do termo “pa’ra”, o mesmo que “rio-mar” na língua tupi-guarani. Era assim que os índios denominavam um dos braços – o direito - do rio Amazonas. O rio é engrossado com as águas do rio Tocantins, o que o torna tão vasto ao ponto de não se poder ver a outra margem, mais parecendo um mar do que um rio.
Ao chegarem à região, os portugueses deram primeiramente o nome à terra de “Feliz Luzitânia”, que foi depois substituído pelo de “Grão-Pará” (grande rio), para finalmente, se tornar apenas Pará.
A região onde se localiza o estado foi diversas vezes invadida por holandeses e ingleses em busca de sementes de urucum, guaraná e pimenta. A ocupação portuguesa só veio a se consolidar em 1616, com a fundação do Forte do Presépio, mais tarde denominado Forte do Castelo, na baía de Guajará, que deu origem à cidade de Belém.
Em 1621, o território passa a fazer parte da província do Maranhão e Grão-Pará, integração criada com o objetivo de melhorar as defesas da costa e os contatos com a metrópole. No século XVII, a região começou a prosperar com as lavouras de café, arroz, cana-de-açúcar, cacau e tabaco, além de fazendas de gado. Em 1774, a integração do Maranhão e Grão-Pará foi desfeita, coincidindo com certa estagnação da economia local.
No final do século XIX, o crescimento econômico foi retomado, a partir da exploração da borracha, que trouxe grande desenvolvimento para a região norte.
Ao longo do século XIX, Pará passou por momentos de insurgência contra Portugal sendo a Cabanagem, o mais conhecido, que ocorreu em 1835, sendo sufocado logo em seguida. Tal movimento chegou a decretar a independência da província e instalar um novo governo em Belém, capital do estado.
Pará fica na região Norte do Brasil, sendo o segundo estado em tamanho, menor que o Amazonas somente, com 1.247.955,238 km2. Faz limites com o Suriname e o Amapá, Oceano Atlântico, Maranhão, Tocantins, Mato Grosso, Guiana e Roraima. Possui 144 municípios.
Fonte
BRASIL. Ministério das Relações Exteriores. Disponível em: <http://dc.itamaraty.gov.br/imagens-e-textos/revista1-mat8.pdf>. Acesso em: ago. 2017.

sexta-feira, 16 de abril de 2021

Discurso de Winston Churchill

"Não tenho nada a oferecer senão sangue, trabalho, lágrimas e suor".

Em seu discurso inaugural como primeiro-ministro do Reino Unido, em 1940, Winston Churchill apontou como as palavras teriam papel importante, durante sua liderança, no enfrentamento a Hitler e à Segunda Guerra.

Este e outros discursos memoráveis de Churchill testemunham a importância dada pelo estadista à retórica. Com apenas 22 anos, por exemplo, ele escreveu: "De todos os talentos concedidos aos homens, nenhum é tão precioso como a graça da oratória. Quem dela desfruta possui um poder mais duradouro do que o de um grande rei".

Mas falar publicamente não foi algo natural para Churchill. Saiba como ele superou ridicularizações e problemas na fala para ser um dos oradores mais reconhecidos da política mundial.

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Língua presa
Churchill odiava a sua língua presa quando estava na escola, tentando eliminá-la com exercícios.

Mas, quando já era primeiro-ministro, ele percebeu que a característica poderia ser uma arma no esforço de guerra - dando-o uma marca autêntica em transmissões de rádio. Então, suas dentaduras eram confeccionadas de forma a preservar a língua presa.

Winston Churchill fala em Paris, em foto de 1936
CRÉDITO,GETTY IMAGES
Legenda da foto,
Winston Churchill fala em Paris, em foto de 1936; estadista sempre fez questão de fazer seus próprios discursos, abrindo mão de redatores

Um conjunto de dentaduras do estadista foi leiloado em 2010 pelo valor de cerca de 15 mil libras (cerca de R$ 68,6 mil). Outro conjunto está hoje no Museu Hunterian, em Londres.

"Estes são realmente os dentes que salvaram o mundo", diz Jane Hughes, representante do museu. "Eles foram vitais no esforço de guerra".

Um orador disciplinado
Quando Churchill se tornou primeiro-ministro, ele logo reconheceu a importância da oratória em inspirar uma nação em guerra. Inicialmente, ele enfrentou críticas sobre sua oratória e vocabulário, frequentemente vistos como antiquados. Mas eventos traumáticos durante o verão de 1940 levaram o drama a um nível que foi ao encontro da prosa do estadista.

A informalidade não era uma característica de Churchill - na verdade, ele gastava muito tempo preparando e treinando a sua fala. Era uma forma de superar seu nervosismo em falar publicamente, algo que ele sentiu desde cedo.

Diferente de muitos políticos modernos, Churchill não contava com redatores de discursos. Ele era o dono de sua palavra, defendendo que "a história será gentil comigo, porque eu pretendo escrevê-la".

Rascunho e versão final do discurso de Churchill de 18 de junho de 1940
Legenda da foto,
Rascunho e versão final do discurso de Churchill de 18 de junho de 1940; estadista formatava textos em formato de 'salmos' | Foto: Churchill Archives Centre, Churchill College, Cambridge, reproduzido com a permissão de Curtis Brown, London

Ele foi um grande escritor, ganhando o prêmio Nobel de Literatura em 1953. Entre seus métodos revelados, estava escrever o texto em formato de salmos. As passagens fraseadas o ajudavam a manter uma cadência na fala, entremeada por um ritmo próprio e pausas dramáticas.

Ele também usava uma linguagem emotiva e metáforas, além de estimular fortemente a imaginação dos ouvintes - quase simulando a presença destes no campo de batalha. Ele dominava ainda a arte da aliteração (repetição em sequência de algum fonema), frequentemente repetindo as palavras mais sonoras para maximizar o impacto.

As palavras e a batalha
Provavelmente, o mais famoso discurso de Churchill foi o de 18 de junho de 1940, quando a Grã-Bretanha ficou sozinha na guerra, após a derrota da França, que teve parte do território ocupado pelo exército alemão.

Cópias do discurso hoje alocadas na Universidade de Cambrigde revelam quanto tempo o estadista gastou fazendo rascunhos e mais rascunhos dele.

Allen Packwood, diretor do setor de arquivos relacionados a Churchill na universidade, explica como o político editou o discurso até o último minuto.

"A página é coberta por anotações suas feitas à mão. Ele sabia do peso daquilo, mas foi capaz de produzir o discurso naquele momento de extremo estresse", explica Packwood.

Público sauda Winston Churchill depois de discurso, em 1945
CRÉDITO,GETTY IMAGES
Legenda da foto,
Público sauda Winston Churchill depois de discurso, em 1945; suas palavras são frequentemente atribuídas ao fortalecimento do ânimo dos britânicos durante a guerra

Hoje, o discurso ganha crédito importante por dar ânimo ao Reino Unido às vésperas do enfrentamento aéreo entre alemães e britânicos sobre as águas do Canal da Mancha. Mas, segundo o pesquisador Stephen Bungay, a reação inicial ao discurso foi tão entusiasmada.

"Churchill falou na Câmara dos Comuns (no Brasil, equivalente à Câmara dos Deputados) à tarde, e a transmissão aconteceu à noite. Seu secretário escreveu que 'ele havia falado pior do que na ocasião anterior'. O parlamentar Harold Nicolson disse que Churchill soou 'péssimo'. Para Cecil King, proprietário de um jornal, ele (Churchill) soava como quem estivesse doente ou bêbado. Churchill falou o tempo inteiro enquanto fumava um charuto, o que somado à sua antiga dificuldade em pronunciar a letra 'S' pode ter feito parecer que ele estava bêbado", diz Bungay.

Apesar do ceticismo inicial, as palavras de Churchill inspiraram os britânicos e, para vários historiadores, teve papel relevante em impulsionar a vitória dos aliados na Segunda Guerra.

Um relatório do Ministério da Justiça britânico (Home Office) apontou que o discurso foi considerado "corajoso e esperançoso". Sua popularidade também cresceu, de acordo com uma pesquisa da empresa Gallup - que indicou uma taxa de aprovação de 88% em julho.

segunda-feira, 12 de abril de 2021

NESTE LINDO DOIS DE ABRIL.


Que maravilha, hoje sorrindo
Com  uma  beleza  sem par,
Outro  dois  de  abril;  lindo
Pleno  de  flores, faz sonhar.
Assim, me sugere a poetar.
Musa,  Jardim florido, o sonho.
Aquele vergel  pleno  de flor,
Ornamenta  este  dia  risonho
Pleno de sol, aquele esplendor.
Com  aquela  plenitude de cor,
Ataviando  este dia  especial
De  céu azul, sublime esplendor
Neste dois de abril sem igual
E com níveas  rosas no jardim,
Plenitude de luz dia risonho
Poético, uma beleza infinda.
Sob o signo  de Marte, vinda
Na sua influencia; portanto
Dois de Abril, efeméride  linda,
Plena de  luz;  sublime encanto..

A Lady Lú  é a rainha do lar.
Nele reinando com ternura
Conjugando o verbo  amar.
Ser angelical, a alma pura.

Á Layde Lú, com imenso carinho.
Que o 2 de abril lhe seja  todo ventura.
Pedro  Miguel, 2021

domingo, 11 de abril de 2021

*Parábola do rato*


Certo dia, um homem entrou numa loja de antigüidades e se deparou com uma
belíssima estátua de um rato.

Bestificado com a beleza da obra de arte, ele correu ao balcão e perguntou o
preço ao vendedor:

- Quanto custa?

- A peça custa R$ 50 e a história do rato custa R$ 1.000.
- O quê? Você ficou maluco? Vou levar só a obra de arte.

Feliz e contente o homem saiu da loja com sua estátua debaixo do braço. À medida que ia andando, percebeu mortificado que inúmeros ratos saíam das lixeiras e bocas de lobo na rua e passaram a segui-lo.

Correndo desesperado, o homem foi até o cais do porto e atirou a peça com
toda a sua força para o meio do oceano. Incrédulo, viu toda aquela horda de ratazanas se jogarem atrás e morrerem afogadas.

Ainda sem forças, o homem voltou para o antiquário e o vendedor disse:

- Veio comprar a história, não é?

- Não, eu quero saber se você tem uma estátua do Lula.

*REPASSE SEM DÓ ATÉ CHEGAR AO MOLUSCO.*

"Quando tudo dói, a dor não é no corpo, é na alma!"


Ervas para dores na alma:

Alecrim, para a falta de alegria;
Camomila, para diluir a mágoa;
Boldo, para amenizar a raiva;
Hortelã, para falar e mandar embora o nó da garganta;
Lavanda, para suavizar as dores;
Macela, para restaurar a esperança;
Malva, para curar as feridas mais profundas;
Manjericão, para ouvir sua própria voz;
Rosas para recuperar o brilho da vida.

sábado, 10 de abril de 2021

Oração da Noite

Para recuperar a paz interior e descansar com o coração unido a Deus
Meu Pai,
agora que as vozes silenciaram
e os clamores se apagaram,
aqui ao pé da cama
minha alma se eleva a Ti, para dizer:
Creio em Ti, espero em Ti,
e amo-te com todas as minhas forças,
glória a Ti, Senhor!

Deposito nas tuas mãos a fadiga e a luta,
as alegrias e desencantos
deste dia que ficou para trás.
Se os nervos me traíram,
se os impulsos egoístas me dominaram
se dei lugar ao rancor ou à tristeza,
perdão, Senhor!
Tem piedade de mim.

Se fui infiel,
se pronunciei palavras em vão,
se me deixei levar pela impaciência,
se fui um espinho para alguém,
perdão Senhor!

Nesta noite
não quero entregar-me ao sono
sem sentir na minha alma
a segurança da tua misericórdia,
a tua doce misericórdia
inteiramente gratuita.

Senhor! Eu te agradeço, meu Pai,
porque foste a sombra fresca
que me cobriu durante todo este dia.
Eu te agradeço porque,
invisível, carinhoso e envolvente,
cuidaste de mim como uma mãe,
em todas essas horas.

Senhor! Ao redor de mim
tudo já é silêncio e calma.
Envia o anjo da paz a esta casa.
Relaxa meus nervos,
sossega o meu espírito,
solta as minhas tensões,
inunda meu ser de silêncio e de serenidade.

Vela por mim, Pai querido,
enquanto eu me entrego confiante ao sono,
como uma criança
que dorme feliz em teus braços.
Em teu Nome, Senhor, descansarei tranquilo.

Amém.

 

sexta-feira, 9 de abril de 2021

ORAÇÃO PARA DORMIR EM PAZ


Senhor Deus, Todo Poderoso, defenda-me e proteja-me esta noite. Afasta a maldade de mim e de meus entes queridos. Livra meu lar das influências negativas e faça com que a harmonia esteja presente entre todos. ... Que a luz do seu amor ilumine minhas horas de sono.

Dá pra mudar? - Uma Boa Noite

Perder o sono de madrugada? O jornalista Thiago Theodoro, de 38 anos, sabe bem como é. Por isso mesmo, topou o desafio de investigar as causas da insonia e testar novos hábitos para dormir melhor. O Relógio ainda não marcava 21 horas e eu já estava morrendo de sono. Comecei a me agitar ao pensar que, se dormisse aquela hora, acordaria no meio da madrugada, totalmente desperto. Mas dormi. Dito e feito: à 0:45, acordei e não preguei mais os olhos. Tentei ficar na cama.Desisti. Levantei, assisti um documentário. Fui para o celular. Saciei o vicio em notícias, dei like nas redes sociais. Voltei para a cama. Uma hora e meia, e nada. Levantei de novo, o noticiário da manhã começava na TV. Pensei vou tentar mais uma vez. Meu namorado iniciando o dia e eu tentando dormir.

quinta-feira, 8 de abril de 2021

Neurônios manhosos O avanço galopante da burrice 08/04/21 - 03h00 (AUTOR Fernando Fabbrini)

Sempre achei bastante discutíveis os testes que avaliam a inteligência das pessoas. Creio que “inteligência” é uma coisa muito sutil, complexa e variada para ser enquadrada em certos parâmetros. Em 1982 o psicólogo norte-americano James Flynn percebeu que os famosos testes de Q.I. eram revisados apenas a cada 25 anos. Intrigado, deduziu que se um cidadão mediano fizesse o primeiro teste quando de sua criação, certamente acumularia 130 pontos – escore geralmente atribuído a um gênio como Einstein. Porém, se um teste de hoje fosse aplicado num americano daquela época, sua pontuação seria em torno de 70, resultado das pessoas ignorantes segundo o método. O sistema pode parecer meio confuso para nós leigos, mas o assunto aqui é o alarmante avanço da burrice. Mr. Flynn, falecido ano passado, já percebera que o Q.I. médio da população mundial - que mantinha um aumento firme e forte desde 1945 até em torno do ano 2000 – vinha caindo fragorosa e assustadoramente nos últimos vinte anos. Quem se debruça sobre o fato aponta prováveis causas para a triste constatação. Uma delas, com certeza, é o empobrecimento da linguagem. PUBLICIDADE Quando lemos, nosso cérebro inicia um trabalho sofisticadíssimo em centésimos de segundos. Em primeiro lugar, o cérebro identifica os estímulos visuais dos sinais gráficos – as letras – decodifica-os e estabelece relações de lógica e conectividade. Na sequência, nosso cérebro “interpreta” (reconstrói o sentido de cada palavra colocada junto à outra); “elabora” (une o sentido de cada período ao anterior) e finalmente “associa” o conteúdo geral ao contexto, baseado em nossa memória, capacidade lógica, informação e cultura geral. Esse exercício diário dos neurônios é parecido com malhar numa academia; exige tempo e constância para dar resultados. Quanto menos a pessoa lê, mais preguiçosos, barrigudos e sonolentos ficam o tico e o teco. A chamada “cultura digital” é uma das causadoras desse dano crescente, tendo como comparsas os computadores e celulares. Crianças e adolescentes formam o grupo das maiores vítimas da explosão de ignorância do milênio. Abreviaturas, códigos simplórios, "emojis" são típicos frutos da lerdeza mental. Músicas de dois acordes e letras idiotas também contribuem para a lassidão dos tecidos nobres. É claro: pensamentos mais complexos e sofisticados nascem de requintes, nuances e criatividade na narrativa. Sem eles, seguimos atrelados ao ambiente restrito da estupidez. Linguistas afirmam que a moda de excluir os tempos verbais - subjuntivo, imperfeito, particípio passado - restringe o pensamento ao presente e impede projeções no tempo. Temos aí a obediente burrice amarrada num poste do pequeno pasto do imediatismo. E também a explicação para o sucesso de alguns “influencers” com milhares de seguidores. Vale lembrar que seguir alguém é aceitá-lo docilmente como dono da verdade – e abster-se de pensar por conta própria, refletir, questionar. São esses defensores da “novilíngua” os mesmos adeptos da necessidade de simplificar a grafia, eliminar “complicações”; abolir gêneros, tempos verbais, metáforas, eufemismos – enfim, tudo que lhes pareça “difícil”. Com poucas palavras para exprimir uma ideia ou proposta, a comunicação torna-se medíocre, rasteira e fácil de ser vigiada. Sem falar nos modismos ridículos. Querem atirar no lixo, por exemplo, a denominação “senhorita”, forçando a barra na ideia de que entre uma menina e uma mulher não exista uma fase intermediária. Nos filmes e nos quadrinhos há sempre aqueles vilões que sonham dominar o mundo com suas inteligências voltadas para o mal. Tudo indica que eles se materializaram e devem andar por aí, disfarçados de modernos, práticos e revolucionários, a serviço sabe-se lá de quem. --- Em tempos de desinformação e pandemia, o jornal O TEMPO reforça o compromisso com o jornalismo mineiro, profissional e de qualidade. Nossa redação produz diariamente informação responsável e que você pode confiar. Continue nos apoiando. Assine O TEMPO.

Missa em latim Tenho saudade da missa em latim, língua forte e marcial, de vibrações mágicas, mais que o abracadabra 04/04/21 - 03h00 (AUTOR Vittorio Medioli)

Muitos católicos se perguntam se ir à missa é suficiente para quitar a obrigação com o Senhor, adquirir méritos e passaporte para o paraíso. Quando era menino, pensava nisto, que as portas do céu passavam pelo cumprimento da obrigação dominical. Flagelava-me interiormente ao perder uma e ia correndo ao confessionário na segunda-feira. Em casa, minha mãe, católica fervorosa, cobrava notícias da minha missa, da igreja, do padre, da homilia e dos presentes. Conferia os detalhes dessa obrigação do “bom cristão” católico apostólico romano. A missa antigamente era o encontro da comunidade. Lá todos se encontravam, escutavam o padre e se contavam. Ao domingo, depois do “ite missa est”, apresentavam-se os recém-nascidos e conferia-se o crescimento da prole numa silenciosa disputa entre mães corujas que nos obrigavam a colocar gravatinha, sapatos brilhantes e brilhantina nos cabelos indomáveis. Os pais aproveitavam, na saída, para se cumprimentarem e acenar aos fregueses com um sorriso mais largo. O clássico domingo se completava com o almoço gordo e uma sobremesa especial. E, a cada 15 dias, quando o time jogava em casa, a ida ao estádio para o jogo de futebol. A missa “cantada” na igreja da Steccata, erguida no século XVI pelos sobreviventes de uma peste especialmente contagiosa, que varreu metade da população urbana, era também uma alternativa concorrida. Mais: com o charme dos Cavalheiros de Malta, que nesse templo têm sua referência ao lado do teatro Régio de Parma, um dos mais qualificados em música lírica do planeta. Em pleno berço de Giuseppe Verdi, o teatro emprestava cantores de seu “coro” exaltado pela excepcional acústica de sua arquitetura circular e um poderoso órgão alemão. O defeito dessa missa era a interminável duração que selecionava em seus bancos os verdadeiros amantes da música lírica e operística. Havia também a missa do arcebispo dom Evaristo Colli, na catedral, e aquela mais esotérica no templo do Monastério Beneditino de São João, num cenário renascentista carregado do “hermetismo” do mestre Antonio Allegri da Correggio, debaixo da primeira cúpula pintada no mundo com a cena da Ascensão de Nosso Senhor Jesus Cristo contemplada em êxtase por são João e sua águia. Também ali se encontra um dos melhores órgãos da Europa, magistralmente tocado por um monge, que já atraiu Luciano Pavarotti a se exibir sem cachê em dia de Páscoa. Tinha a missa na igreja de Santa Lucia, pouco mais que uma capela que atraia fiéis confiantes na poderosa santa dos olhos. Mas a “soçaite”, os grã-finos, se media na missa das 11h na igreja de San Vitale com toque de barroco emiliano, construída pela Confraternitá Del Suffragio sob a bênção de Margherita de Medici e das realezas europeias. Nessa não havia restrições ao desfile de moda e de beldades da cidade – na pequena pracinha, Ferrari e Bizzarrini disputavam as quatro vagas de carros disponíveis. O rito litúrgico da missa, da comunhão de Deus, merece tomar muito mais que uma simples coluna, mas, como não há nada que o homem possa elevar para a sublimidade como mergulhar nas profundezas, as missas de que trato consideram as variações extremas. A missa começou nas catacumbas sitiadas pelos soldados de Nero, passou por cavernas e florestas, mas para mim, nas piores crises de juventude, a missa se dava na cripta da catedral de Parma, “Il Duomo”, entre lápides de eméritos fiéis da Idade Média sobre um chão de pedras permanentemente frias. Nos últimos anos, ia à missa acompanhando minha mãe, nas viagens que fazia à Itália no tórrido verão do Vale Padano, quando ela se abrigava numa velha casa de campo que já foi de meu bisavô, onde se guardam as lembranças mais antigas de minha família, marcadas pelo pioneirismo e pelo bom caráter. Para ela, minha companhia na missa dominical a deixava mais satisfeita que um título mundial do Sada Cruzeiro. Íamos à antiga igrejinha perto do moinho que já foi de minha família e nas mãos dela evoluiu desde o século XVII até sua venda na década de 70, dirigido por meu pai, que aí me iniciou nos “segredos do trigo”. O padre era paquistanês, e seu italiano esbarrava em dificuldades, mas bem-assimilado pelos fiéis, que o viram substituir um “parroco” de extensas relações, tipo dom Camillo, aquele dos filmes da década de 50, que se passavam justamente no cenário da província de Parma. Minha mãe, no fim da missa, radiante ao se desprender da assimilação com a hóstia que a inundava de felicidade e graças, me apresentava com os olhos cintilando: “Este é Vittorio, meu filho...”. As pessoas se aproximam e lembram-se de fatos da juventude, das proezas que eu consumava correndo de moto, namorando donzelas que jazem deletadas em minha memória de limitados megabytes. Dessa igreja permanecem invariados o cheiro, a fonte batismal cavada num bloco de mármore barato, que assistiu ao escorrer da água benta sobre minha cabeça, segura pelos braços de um casal de padrinhos que já não existem mais. A missa moderna perdeu sua majestade com aquela decoreba que não deixa acreditar muito na presença de um Deus no ambiente. Tenho saudade da missa em latim, língua forte e marcial, de vibrações mágicas, mais que o abracadabra. A palavra é número e música, vibração por excelência que num rito precisa fazer vibrar a alma, despertar a intuição, usar os incensos, folhas e músicas. O latim é inigualável. O “miserere nobis” soa melhor que “tenha piedade de nós”. Assim são “panis angelicus”, “mater Dei”, “divinae misercordiae”, “agnus Dei qui tollis pecatta mundis”, “sicut in caelo et in terra”, “kyrie eleison”, aleluia “credo in Deus Pater”. Amém. Sons imponentes sacodem a alma. “Mater Sanctissima”, lembro-me do meu passado de coroinha versando água nas mãos do sacerdote, tocando campainhas em gélidas e enevoadas manhãs, e dos arrepios nos rituais que me faziam sentir na pele a vida monástica. Saudade implacável de inocência, de frescor, de paixões juvenis, de família, de notas de fundo de um “Cinema Paradiso” onde o intérprete principal é um menino como eu fui e põe para chorar até o mais duro dos espectadores. “Fiat voluntas Tua.”

A VOZ DO RIO - 08/04/21

Bom dia, pessoal. Eu sou o Rio São Francisco, e sei que vocês estão hoje reunidos por minha causa. Resolvi falar por mim mesmo.Como eu gostaria de poder dizer para vocês que eu estou muito bem de saúde, e que posso proporcionar a todos, uma qualidade de vida excelente. Que eu estou em condições de fornecer água em quantidade e qualidade suficiente para quem vive em mim. Que  a meu corpo está bem cuidado. Mas a verdade não é essa, infelizmente.As minhas águas estão diminuindo muito, as minhas nascentes estão sendo destruídas; as minhas matas estão desaparecendo; o esgoto jogado sem tratamento em mim está causando muito mal a todos; o lixo jogado sem cuidado nas minhas águas e nas minhas margens, suja e degrada o meu corpo; a falta de cuidado com o meu território, incluindo estradas e ruas, está causando muito assoreamento em meu trajeto. Em certos pontos fica difícil navegar em minhas águas.Preciso de cuidados. Preciso que vocês façam a revitalização do meu ser.O Plano de Saneamento Básico é um dos instrumentos adequados para isso.O diagnóstico que vocês estão preparando vai procurar identificar como vocês deixaram que eu chegasse a este ponto, e como estou hoje. .Diante desta realidade, resta somente a pergunta: O QUE TODOS PODEM FAZER PARA CUIDAR DE MIM.Abraços a todos.

A lenda de Ostara



Eostre, Ēostre, Ostara ou Ostera é a deusa da fertilidade e do renascimento na mitologia anglo-saxã, na mitologia nórdica e mitologia germânica. Na primavera, lebres e ovos coloridos eram os símbolos da fertilidade e renovação à ela associados.
Por ser uma Deusa um tanto obscura, muito do que se sabia sobre ela foi perdido através dos tempos. Sendo assim, descrições, mitos e informações sobre ela são escassos.
Dizem as lendas que Eostre tinha uma especial afeição por crianças. Onde quer que ela fosse, elas a seguiam e a Deusa adorava cantar e entretê-las com sua magia.
Um dia, Eostre estava sentada em um jardim com suas tão amadas crianças, quando um amável pássaro voou sobre elas e pousou na mão da Deusa. Ao dizer algumas palavras mágicas, o pássaro se transformou no animal favorito de Eostre, uma lebre. Isto maravilhou as crianças. Com o passar dos meses, elas repararam que a lebre não estava feliz com a transformação, porque não mais podia cantar nem voar.
As crianças pediram a Eostre que revertesse o encantamento. Ela tentou de todas as formas, mas não conseguiu desfazer o encanto. A magia já estava feita e nada poderia revertê-la. Eostre decidiu esperar até que o inverno passasse, pois nesta época seu poder diminuía. Quem sabe quando a Primavera retornasse e ela fosse de novo restituída de seus poderes plenamente pudesse ao menos dar alguns momentos de alegria à lebre, transformando-a novamente em pássaro, nem que fosse por alguns momentos.
A lebre assim permaneceu até que então a Primavera chegou. Nessa época os poderes de Eostre estavam em seu apogeu e ela pôde transformar a lebre em um pássaro novamente, durante algum tempo. Agradecido, o pássaro botou ovos em homenagem a Eostre. Em celebração à sua liberdade e às crianças, que tinham pedido a Eostre que lhe concedesse sua forma original, o pássaro, transformado em lebre novamente, pintou os ovos e os distribuiu pelo mundo.
Para lembrar às pessoas de seu ato tolo de interferir no livre-arbítrio de alguém, Eostre entalhou a figura de uma lebre na lua que pode ser vista até hoje por nós.

terça-feira, 6 de abril de 2021

QUANDO NÃO SOUBER O QUE FAZER ABRA A JANELA DA SUA CASA OU DA SUA VIDA



"Todo mundo deve ter minutos por dia para apreciar o mar, o céu, a mudança das marés, as flores. Aprendemos muito com a natureza. Precisamos olhar para ela.

Na verdade, o que eu queria é que as pessoas pensassem de forma simples.
Que percebessem que o verdadeiro aprendizado está em observar as pequenas coisas, os detalhes delicados e sutis. Nisso consiste a verdadeira sabedoria humana.

Sempre penso que a grama cresce todos os dias em direção ao sol. A árvore balança ao vento. O nó fortalece o bambu. A nuvem sempre passa e vai embora. 

Se a grama cresce cada dia um pouquinho, por que não nos preocupamos em crescer também?

Se a árvore balança ao vento, deixando-o passar, por que nos mantemos inflexíveis em nossos pontos de vista?

Se o nó fortalece o bambu, por que os nós de nossas vidas nos entristecem tanto?

Se a nuvem sempre passa, nossos problemas não passarão também?

Quando não souber o que fazer, abra a janela de sua sala ou de sua vida.

A natureza é a mais sábia dos mestres.
Aprenda com ela tudo o que ela tem para ensinar."

Revmo. Tetsuo Watanabe

segunda-feira, 5 de abril de 2021

REFLEXÃO - NOSSA CASA


A nossa casa é o Planeta Terra. É a única de temos, até agora.  Os nossos problemas são comuns, como mostra a pandemia atual. 
Como disse em um dos seus livros Leonardo Boff, teólogo, escritor, filósofo e professor, com relação à situação do Planeta Terra, desta vez não haverá uma arca para nos salvar. Ou nos salvamos todos, ou ninguém se salvará. 
A PERGUNTA É: “O QUE ESTAMOS FAZENDO COM A NOSSA CASA COMUM”.
Somos 35 milhões de brasileiros que não tem acesso à água potável, e 100 milhões que não tem o seu esgoto tratado. 
Somos 507 municípios na Bacia do São Francisco. Somente um, Lagoa da Prata/Mg, tem 100% do seu esgoto tratado. Os municípios localizados no Baixo São Francisco acumulam a poluição do trajeto todo, mesmo que boa parte desta fique retida nos barramentos ao longo do rio. Entretanto, nos períodos de maior vazão, esta poluição causa problemas às regiões que ficam à jusante. 
A elaboração do Plano Municipal de Saneamento Básico é uma excelente oportunidade para refletirmos sobre como estamos tratando de nossa casa comum. 
O diagnóstico é um retrato da situação do município nas questões do saneamento básico, ou seja, do abastecimento de água, do esgotamento sanitário, dos resíduos sólidos e da drenagem pluvial. Como acontece conosco mesmo, nem sempre a fotografia nos agrada. A natureza não aceita photoshop.
Aproveitemos as oficinas para apontar nossos questionamentos com relação ao saneamento, tanto por parte do poder público, como pela própria comunidade.

domingo, 4 de abril de 2021

Eu vou partir.... Joaquim C. Vasconcellos Motta

"Eu vou partir... Eu vou... Vocês que ficam
façam na vida o que fazer não pude.
Fugir sempre dos meus dos que claudicam ser escravo do bem e da virtude".

Lenda chinesa do Rei Macaco


4 MINS DE LEITURA

lenda chinesa do rei macaco
A lenda chinesa do Rei Macaco é um dos contos populares mais conhecidos na cultura oriental. Esse personagem tem uma história muito ampla que nos fala da busca pela imortalidade. Vale muito à pena a leitura desta narrativa.

Lenda chinesa do Rei Macaco
O Rei Macaco Sun Wukong nasceu de uma pedra mágica, procedente do caos, nas montanhas Huāguǒ-shān. Depois de se unir ao clã dos macacos, Sun Wokong demonstrou seu valor, lançando-se por uma cascata e encontrando, através dela, um novo lar para os macacos, os quais o nomearam Rei. Entretanto, o Rei Macaco se tornou consciente, depois da morte de um da espécie, que sua hora chegaria em algum dia. Por isso, decidiu ir em busca da imortalidade, fantasiando-se com roupas humanas.

Ao sair da comunidade, encontrou com um maestro budista, o qual, apesar de suas reticências iniciais, acaba por acolhê-lo, dar-lhe seu nome e mostrar-lhe grandes habilidades, tais como a capacidade de se transformar ou de dar impressionantes saltos de quase um centenar de quilômetros.

Mas um dia, e depois de ver como o Rei Macaco usava seus dons como um espetáculo, o mestre decidiu manda-lo embora do templo. Depois de acabar sua formação, este ser realizou numerosas viagens com o fim de alcançar a imortalidade. Entre elas se destaca a viagem ao Palácio do Rei Dragão do Mar do Leste, de onde roubaria a vara Ru Yi Bang que mantinha o equilíbrio dos mares que, posteriormente, se transformará em sua arma (algo que gerou vários cataclismos) e, com a qual, obrigou os grandes Reis Dragão a dar-lhe equipamento mágico. Também viajou ao inferno para registrar seu nome e o do resto dos macacos do livro da vida e da morte.

É então quando, para tentar controlar o imperador de Jade decide leva-lo outorgar-lhe um título nobiliário. Primeiro lhe outorga o título de Protetor dos cavalos dos Estábulos Imperiais, mas, depois de um conflito, decide acrescentar-lhe o de Guardião da Horta de Pêssego da Imortalidade. Ainda assim, quando lhe foi negado o acesso a um banquete em honra da Imperatriz Sun Wukong enfurece e decide roubar os pêssegos da imortalidade e as pílulas da imortalidade do senhor Daoísta Laozi, destruindo também a horta.

Logo, o imperador envia cem mil guerreiros para detê-lo e ordena sua execução. Mas, depois de tomar as pílulas e pêssegos da imortalidade, nada podia mata-lo. Sun Wukong foi encerrado no Forno dos Oito Trigramas, onde queimou até que o instrumento explodiu. Mas isso não bastou para acabar com ele.

O imperador solicitou a ajuda de Buda, quem desafiou o Rei Macaco e apostou com ele que era incapaz de saltar mais além da palma de sua mão. Se o conseguia, seria nominado imperador. E, se não, seria preso. Sun Wukong aceitou a aposta e saltou, até o que ele acreditou que era o fim do universo, em que somente podia ver cinco colunas. Orinou nelas para marcar até onde tinha chegado. Ao descer, entretanto, descobriu que esses pilares eram os dedos de Buda; havia perdido sua aposta.

Tentou escapar, mas Buda o imprimiu na Montanha dos Cinco Elementos para toda eternidade.

Séculos mais tarde, seria liberado pelo monge Tang, a quem ajudaria em sua viagem para recuperar as sagradas escrituras para China. Isso sim, com a ajuda de mágica que fazia com que o monge pudesse gerar grande dor em caso de necessidade.

História Infantil
Na nossa seção História Infantil, você encontra muitas dicas incríveis histórias, fábulas, poemas, livros e vídeos infantis. Além disso, confere dicas de atividades e jogos de leitura, de contação de histórias e formas de organização da biblioteca infantil em casa.

SUN WUKONG: O MACACO ILUMINADO DA MITOLOGIA CHINESA



O anti-herói era um fanfarrão imortal que podia atravessar metade da Terra num pulo só

REDAÇÃO AH PUBLICADO EM 11/12/2018, ÀS 15H00


Representação de Sun Wukong - Getty Images
Representação de Sun Wukong - Getty Images

No budismo, existe a ideia da “mente de macaco”. É o estado bagunçado, impulsivo e perturbado em que as pessoas normalmente se encontram, pensamentos múltiplos e incômodos se dividindo em vários galhos pelos quais a mente salta caoticamente. Basicamente, o ideal oposto da serenidade dos budas, dos bodhisattvas.


E ninguém encarnou mais literalmente esse conceito – e a sua superação – que o anti-herói Sun Wukong, 孫悟空, “Macaco Que Despertou para o Vazio”. Nascido de uma pedra fertilizada pelo céu e a terra, que cria um útero e bota um ovo, já falava desde seu primeiro momento e emitiu um raio de luz de seus olhos que acordou ao próprio Imperador de Jade, o monarca dos céus. Como o raio parou assim que Sun Wukong começou a beber e comer, ele foi inicialmente ignorado pelas divindades. Até não poder ser mais.

Após se tornar rei dos macacos, estudou com o sábio Subhuti, que lhe ensinou a técnica das 72 transformações – que ele nunca pegou 100%, porque seu rabo continuava no lugar. Aprendeu a saltar pelas nuvens, podendo atravessar metade da Terra num pulo só. E acabou expulso por ser fanfarrão demais, exibindo-se diante de estudantes menos dotados.


Procurando um desafio, roubou do dragão dos mares Ao Kuang o que seria sua arma principal, o Ruyi Jingu Bang (如意金箍棒), um cajado de 7.960 quilos que pode encolher até o tamanho de uma agulha ou se esticar aos céus conforme sua vontade. Wukong a seguir formaria uma aliança com reis demônios.

Cansadas de suas fanfarronices e longevidade anormal, as forças do inferno tentam arrastá-lo para cumprir seu destino, morrendo e reencarnando. No lugar disso, Sun Wukong apaga seu nome do Livro da Vida e da Morte, tornando-se imortal.

Após tanta estripulia, o Imperador de Jade convida-o para os céus, para tentar controlá-lo. Lá ele recebe o cargo de limpador de estábulos – uma humilhação. E decide mandar tudo às favas, declarando-se “Grande Sábio, Igual aos Céus”.


Na guerra que se seguiu, nenhum dos heróis celestiais foi páreo para o macaco invencível. Somente Buda em pessoa, usando de um truque, foi capaz de aprisioná-lo. Como ele também se mostrou impossível de ser executado, Wukong acabaria enterrado sob uma montanha, ficando lá por 500 anos, até ser encontrado pelo monge Xuanzang.

O sábio usa de uma bandana mágica para controlar o macaco, que não pode ser tirada e se aperta por sua vontade, causando terríveis dores. Assim, Wukong, contra sua vontade, participa da Jornada para o Oeste. A missão épica de resgatar sutras sagrados na Índia.

Essa seria sua redenção. Após vencer as 82 tribulações com o mestre, o macaco finalmente supera sua natureza destrutiva. E ascende à condição de Buda. E hoje serve de modelo para a cultura pop oriental, como Goku, de Dragon Ball.

Sobre os ritos da Semana Santa





A Semana Santa é a memória dos mais importantes Mistérios de nossa fé e o Tríduo Pascal é o coração do ano litúrgico. Portanto, sabemos dos antiquíssimos e detalhados ritos que nos acompanham nesses dias, tentando ao máximo exprimir ao nosso espírito os sentimentos pelos textos, pelos cantos, pelos gestos. Luz, escuridão, fogo, água, óleo, silêncio e sinos nos acompanham durante estes 7 intensos dias.

Devido à multiplicidade de detalhes e a uma certa contradição nos textos dos livros litúrgicos, um maior estudo, o auxílio do rito antigo no que é possível e a prática das rubricas também no Vaticano nos ajudam a ter os detalhes melhor esclarecidos. Portanto, o Direto da Sacristia apresenta a seguir um guia feito com base nessas referências, desejando que ele ajude a todos nas comunidades que celebram com fervor espiritual, decoro e solenidade estes dias do triunfo, morte, paixão e ressurreição de Nosso Senhor.

Às vezes, o incenso é confundido apenas com dias festivos, excluindo-o do Advento, da Quarta-feira de Cinzas, da Quaresma inteira e da Semana Santa. Além de o incenso ser permitido, na forma nova, em qualquer Missa, também os dias da Semana Santa são solenes e neles o incenso pode ser usado, exceto na Celebração da Paixão do Senhor.

De acordo com a tradição litúrgica, o canto das orações e dos demais textos não deve ser acompanhado por instrumentos musicais, mas sim a resposta do povo pode ser somada a eles.

Àqueles obrigados à recitação do Ofício Divino, em virtude do seu estado religioso ou clerical, a Igreja dispensa a recitação daquelas Horas canônicas que coincidem com as celebrações litúrgicas. Assim sendo, quem participa da Missa da Ceia do Senhor é dispensado da obrigatoriedade de recitar as II Vésperas da Quinta-feira Santa e quem participa da Celebração da Paixão do Senhor é dispensado de rezar as Vésperas da Sexta-feira Santa. Nos outros dias, as Horas devem ser recitadas normalmente.

Uma regra de ouro: Diáconos e leigos não podem fazer os ritos da Semana Santa apenas excluindo deles a consagração. Onde não há Presbítero para celebrar a Semana Santa, outros não podem abençoar os ramos, fazer o rito do lava-pés, transladar o Santíssimo Sacramento, fazer a prostração e a adoração da cruz na Sexta-feira Santa e abençoar o fogo, preparar o Círio no Sábado Santo, entre outros ritos. Somente com um Presbítero ou um Bispo os ritos podem ser feitos integralmente. 

DOMINGO DE RAMOS


Bento XVI durante a procissão do Domingo de Ramos
Praça de São Pedro, 17 de abril de 2011

Informações gerais

Só pode haver bênção de ramos se houver procissão, com todo o rito anterior à Missa, ainda que seja na porta da própria igreja onde será celebrada a Missa. Esta é a segunda forma do rito, a entrada solene: todo o rito descrito a seguir é feito pelo Celebrante fora do altar, enquanto os fiéis estão à porta da igreja e depois fazem a procissão. Depois, o Celebrante e os outros ministros caminham até o altar, o Celebrante o venera, o saúda com o beijo e o incensa e já recita a oração do dia, ao que se segue a Liturgia da Palavra.

A leitura do Evangelho da Paixão pelos leigos é uma concessão pastoral em vista da falta de ministros ordenados. No rito antigo, a saber, leigos não pode fazer essa leitura, como vemos no Vaticano. Sendo assim, se na Missa houver ministro ordenado além do Celebrante, eles podem ler o texto e reservar ao povo apenas a parte da multidão.

Se o tradicional costume de velar as imagens for observado, os tecidos devem ser vermelhos. Durante a semana, voltam a ser roxos até a Missa da Ceia do Senhor.

Sobre a procissão, na forma mais tradicional

1. Como a missa é iniciada aqui, convém que seja preparado um altar com toalha branca e velas, crucifixo e ambão para o Evangelho.

2. Esta é a única celebração da Semana Santa na qual é permitido o uso do pluvial, mas é facultativo. Portanto, o Celebrante e, se houver, os Concelebrantes podem usar a alva com estola e pluvial ou com estola e a casula da Missa, sempre em cor vermelha. O Diácono sempre usa a dalmática.

3. Enquanto os ministros se aproximam do lugar, todos entoam o canto de entrada. Depois, o Celebrante inicia a Missa como de costume, ou seja, com o sinal da cruz e a saudação “A graça de Nosso Senhor” ou outra prevista. A seguir, com as palavras do Missal, recebe os fiéis no ofício celebrado. Abençoa os ramos com uma das 2 orações previstas e os asperge depois. Entrega os ramos aos ministros presentes, tanto ordenados como leigos, enquanto cantam algo adequado.

4. Em pé, o Celebrante coloca incenso no turíbulo, o abençoa e ou proclama o Evangelho ou este é proclamado pelo Diácono ou, se não houver, por um Concelebrante. Se o Celebrante não proclamar o Evangelho, recebe o ramo enquanto cantam a aclamação; se for ele quem proclama, um ministro segura o seu ramo.

Esta proclamação do Evangelho é solene, ao contrário da proclamação do Evangelho da Paixão. Portanto, levam velas até o ambão, o leitor ordenado saúda a assembleia como de costume, faz o sinal da cruz sobre o livro e sobre si e o incensa.

5. Embora uma homilia seja prevista, ela geralmente não é feita. Se for, que seja breve. Após a homilia ou a proclamação do Evangelho, o Celebrante convida a todos para a procissão.

6. A procissão é comum: turiferário à frente (queimando incenso, que é renovado para a incensação do altar), cruz processional com velas, o Celebrante, os outros ministros e o povo, todos com ramos nas mãos. A cruz pode ser ornada com um ramo preso por uma fita vermelha.

7. Durante o percurso para igreja na qual a Missa continuará a ser celebrada, devem ser executados cantos apropriados.

8. O rito de bater com a haste da cruz processional na porta da igreja é exclusivo do rito antigo e não é previsto e sequer permitido na forma nova.

9. Na igreja, os ministros aguardam todos entrarem e depois continuam a procissão até o altar.

Sobre a Missa


Antes de oscular e beijar o altar, o Papa Francisco veste a casula 
depois de ter usado o pluvial na Missa do Domingo de Ramos
Praça de São Pedro, 24 de março de 2013

10. Os livros litúrgicos se contradizem quanto ao momento de o Celebrante tirar o pluvial e vestir a casula. Contudo, de acordo com o senso comum, tanto na prática do Vaticano quanto nas outras celebrações com procissão antes da Missa, o correto é que o Celebrante vista a casula ao fim da procissão e antes de fazer reverência ao altar. De modo decoroso e discreto, enquanto todos entoam o canto de entrada da Missa, os ministros o auxiliam a vestir outra estola e a casula. Depois, o Celebrante oscula o altar, o incensa, vai para a cadeira e de lá recita a oração do dia, isto é, a Coleta.

11. Durante a aclamação do Evangelho, não é posto incenso no turíbulo, nem são levadas velas ao ambão, mas o Celebrante abençoa o Diácono; se não houver Diácono ou Concelebrante, o Celebrante não abençoa o leigo leitor principal do texto. Se não for possível que ministros ordenados leiam a história da Paixão, reserve-se ao Celebrante a parte do Cristo. Contudo, se houver um outro ministro ordenado, eles podem ler a história e deixar ao povo apenas a parte da multidão.

O cronista não saúda o povo, não faz o sinal da cruz sobre o livro e sobre si e não o incensa. Ao fim da leitura, o ministro, ordenado ou não, não beija o livro.

Os livros litúrgicos só pedem ao Bispo que permaneça sentado tanto para impor incenso quanto para abençoar o ministro ordenado que proclamará o Evangelho.

12. Pode haver uma breve homilia.

13. A Missa prossegue como de costume.

QUINTA-FEIRA SANTA

Missa Crismal

Embora a Crismal não seja comum a todas as comunidades e sim da comunidade eclesiástica, é bom que os fiéis leigos participem e vejam a comunhão do presbitério de suas dioceses. Também temos leitores que preparam essa liturgia episcopal. Além disso, como parte dos ritos da Semana Santa e dada a sua beleza, eis alguns comentários.

Os Santos Óleos são abençoados na Quinta-feira Santa porque a Missa da manhã é a última antes da Vigília Pascal. Portanto, como tradicionalmente o Óleo do Crisma e dos Catecúmenos são usados pela primeira vez durante o batismo no Sábado Santo, o lugar mais conveniente de abençoá-los, junto com o Óleo dos Enfermos, é antes do início do Tríduo, ou seja, na manhã da Quinta-feira. Também é prevista renovação das promessas sacerdotais por parte dos Presbíteros, em memória da instituição do sacerdócio ministerial durante a Última Ceia.

Nas dioceses nas quais é difícil reunir o clero na manhã desse dia, as rubricas permitem que a Missa própria seja celebrada em outro dia, desde que próximo à Páscoa. O prazo conhecido onde isso acontece é até 1 semana antes da Quinta-feira Santa, na quinta-feira anterior, mas também no sábado véspera do Domingo de Ramos.

Sobre o rito

14. A menos que os vasos com os óleos a serem abençoados sejam grandes, uma mesa deve estar em frente ao altar para recebê-los, mas de modo que não atrapalhe a visão da assembleia.

15. A Missa decorre normalmente até a proclamação do Evangelho. Na homilia, o Bispo deve exortar os Presbíteros sobre a sua fidelidade ao que prometeram e sobre a renovação pública desse compromisso.

16. Terminada a homilia, o Bispo, de mitra e báculo, sentado, faz com os Presbíteros o diálogo sobre as promessas sacerdotais contido no Pontifical Romano e também no Missal.

17. Não há recitação do Credo e nem oração dos fiéis.


Bento XVI assopra sobre o vaso com o óleo que será consagrado no Crisma

18. Segundo a tradição litúrgica latina, a bênção dos Óleos dos Enfermos é feita antes da doxologia “Por Cristo” da Oração Eucarística, devido ao costume antigo que abençoava aqui os primeiros frutos das colheitas. Contudo, ainda que os livros litúrgicos permitam de outro modo, não se sabe o motivo usado para que isso não seja observado. Como trata-se apenas de mudança de lugar dos ritos, isso não altera o tempo de duração da Missa. Embora seja uma permissão, unicamente por motivos particulares, é mais comum que o rito dos Óleos seja feito antes do Ofertório.

19. Se o rito for feito inteiramente antes do Ofertório, seja assim:

O vaso dos óleos são levados cada um por um ministro, mas ao menos o do Crisma seja portado por um ordenado e atrás de todos os outros. À frente de todos, um 4º ministro leva o recipiente com o perfume para o Crisma, se a mistura o Bispo quiser que seja feita antes da consagração deste óleo. Enquanto isso, canta-se o hino “Acolhei, ó Redentor” ou outro apropriado.

O último ministro diz, definindo o uso do óleo que porta: “Eis o óleo para o Santo Crisma”, apresenta o vaso ao Bispo mitrado e o põe sobre a mesa. O primeiro ministro também diz: “Eis o Óleo dos Enfermos” e o segundo diz: “Eis o Óleo dos Catecúmenos”, sempre apresentando-os ao Bispo e depois os depondo sobre a mesa.

Todos os Concelebrantes aproximam-se da mesa e a cercam dispostos em forma de coroa, mas só tomam parte na consagração do Crisma. O Bispo, sem mitra, recita a oração de bênção do Óleo dos Enfermos, de mãos postas, e traça o sinal da cruz onde prescreve a fórmula. Depois, mas de braços abertos, abençoa o Óleo dos Catecúmenos rezando a fórmula prevista e traçando o sinal da cruz onde é indicado. Por fim, se não tiver misturado o perfume ao óleo para o Crisma, o faz agora; convida todos à oração; e, se for oportuno, assopra sobre o vaso com o óleo, segundo a tradição litúrgica, em referência ao Espírito Santo. Seguidamente, de braços abertos, recita a oração de consagração, escolhendo uma das 2 previstas; a primeira faz uma maior referência ao significado do óleo vindo da oliveira e usado nas consagrações dos sacerdotes profetas e reis, além de relacioná-lo ao batismo. Enquanto isso, no trecho indicado, os concelebrantes estendem a mão direita em direção ao óleo, mas não o Mestre de Cerimônias e Cerimoniários, pois nem isto é prescrito e, portanto, não deve ser feito; também eles não devem usar estola em cima da sobrepeliz.

20. Cada vaso pode ser revestido, desde antes das bênçãos, com um véu de cor específica: roxo para o dos Enfermos, verde para o dos Catecúmenos e branco (ou outra cor festiva) para o do Crisma. É uma tradição litúrgica antiga que não contradiz as rubricas atuais.

21. Se o Bispo quiser manter o costume litúrgico, os vasos são trazidos da mesma forma em procissão no Ofertório, à frente dos fiéis que levam o pão, o vinho e a água. Apresentam tudo ao Bispo, mas os vasos são postos sobre a mesa destinada a isso. Antes da doxologia da Oração Eucarística, o Prelado abençoa o Óleo dos Enfermos e, após a Comunhão, abençoa pela forma prescrita o dos Catecúmenos e consagra o do Crisma.

22. Para Missa Crismal é a única que a Liturgia menciona o uso de incenso na procissão final, voltando para a sacristia, enquanto os vasos são portados logo após a cruz processional. Na verdade, o incenso na procissão inicial tem a ver com a incensação do altar; uma vez que não há necessidade de incenso na procissão final, ele não é prescrito, apesar desse erro ser um costume em muitos lugares. Na Missa Crismal, o uso do incenso tem a ver com a veneração dos Santos Óleos.

TRÍDUO PASCAL

Na Missa da Ceia do Senhor, encerra-se a Quaresma.

O Tríduo não é uma preparação para a Páscoa. Ao contrário, ele já é a Páscoa!

O Mistério Pascal é a Paixão, Morte e Ressurreição de Nosso Senhor, memorados em cada celebração dos 3 dias. Essa unidade de uma única celebração pascal em três ações rituais é demonstrada pelo início comum na Missa da Ceia do Senhor (“Em nome do Pai”), que não é visto na Celebração da Paixão do Senhor e o rito habitual de despedida ao fim da Vigília Pascal, ainda que com a presença dos dois Aleluias). Portanto, o Mistério Pascal é celebrado desde a Missa da Ceia do Senhor na Quinta-feira Santa e estende-se até o Domingo de Pentecostes, período no qual satisfazemos o preceito da Comunhão anual.

O Tríduo Pascal não pode ser celebrado se não houver fiéis participantes e ministros e cantores que contribuem para a solenidade necessária. Onde não for possível, os fiéis participem em outra igreja maior e mais liturgicamente bem provida.

Missa da Ceia do Senhor

Informações gerais


Somente os Abades e Bispos usam dalmática durante o rito do lava-pés
Também a tradição da Igreja pede que de homens sejam lavados os pés.
Na imagem, Bento XVI faz o gesto a 12 presbíteros na Arquibasílica do Latrão, 
21 de abril de 2011

Não é Missa “do Lava-pés”; este é apenas um rito dentro da Missa da Ceia do Senhor que, embora seja muito eloquente e parte integrante da memória do que aconteceu na Última Ceia, pode ser omitido por motivo grave. Isso quer dizer que ele não é propriamente necessário ao rito da Missa, mas é bom que seja feito. No rito antigo, ele é uma celebração à parte da Missa, com a leitura do Evangelho do “Mandato”, ou seja, do mandamento do Senhor que fosse feito o gesto de serviço, expressado no ato de lavar os pés dos Apóstolos.

Constitui um erro e até mesmo um abuso litúrgico que o Celebrante, se for um Presbítero, ou vista a casula sobre a dalmática ou, depondo a casula para o rito do lava-pés, vista a dalmática. Isto não é previsto para os Presbíteros, mas apenas para os Abades e Bispos, aos quais a Liturgia restringiu o uso da dalmática na Missa sob a casula e, no rito do lava-pés, continuam vestido somente com ela, quando também tiram a casula. Embora os Presbíteros também possuam obrigatoriamente o grau do Diaconato, há séculos não lhes é mais permitido usar a dalmática sob a casula e somente no rito antigo um Presbítero pode usar somente a dalmática enquanto exerce a função de Diácono. Por fim, ainda que o Papa Francisco mude a estola sacerdotal ao modo dos Diáconos, em uso transversal, isso é uma decisão pessoal e que não altera a rubrica litúrgica que não permite isso, à cuja obediência todos estão obrigados até que o Papa decida alterar. Enquanto isso, esse gesto é restrito à vontade do Papa durante a execução do rito.

Cuide-se que seja consagrado o Sacramento em número suficiente de hóstia para a Comunhão de toda a comunidade durante a Celebração da Paixão do Senhor.

O translado do Santíssimo Sacramento não deve ser feito no ostensório e não é solene exposição eucarística na Capela da Reposição, de modo que o Santíssimo não fica diretamente exposto, mas somente na âmbula, coberta por um véu, quando é levada à Capela e, depois, dentro do tabernáculo até antes da Sagrada Comunhão da Vigília Pascal.

Aos fiéis, em estado de graça e tendo comungado nessa Missa, concede-se indulgência plenária quando recitar o “Tão sublime Sacramento”, a fórmula “Do céu lhes destes o pão” e a oração “Senhor Jesus Cristo, neste admirável Sacramento”, conforme o “Enchiridion Indulgentiarum”.

Sobre a Missa

23. Durante o canto do Glória, podem tocar a sineta do altar ou o sino da igreja, mas não é preciso que eles acompanhem todo o momento enquanto todos cantam: só são necessários alguns segundos, senão, um som abafará e atrapalhará o outro e, numa confusão aos ouvidos, prejudicará a harmonia da Liturgia.

24. Após o fim do canto do Glória, os instrumentos musicais só devem ser utilizados enquanto todos cantam, evitando arranjos instrumentais. Convém ainda mais, se for possível, que os cantos sejam “a cappella”, sem acompanhamento de instrumentos, reservando isso ao Glória da Vigília Pascal.

25. Convém também que os lugares para os participantes do rito do lava-pés sejam fora do presbitério, mas de modo que sejam facilmente vistos pela assembleia. Cuide-se que o rito não seja uma apresentação teatral e os fiéis sejam instruídos a não verem nele um ato para pura começão, mas sim o cumprimento do que Cristo mandou fazer. A tradição litúrgica (e isso é explicitamente dito pelo Cerimonial dos Bispos) prescreve que, em vista da presença dos Apóstolos na Última Ceia, somente homens sejam escolhidos para terem os pés lavados. Isso é reafirmado pela Carta “Paschalis Sollemnitatis”, da Congregação para o Culto Divino, de 1988, ainda em vigor.


O pé direito de um sacerdote é 
molhado por Bento XVI durante o rito do lava-pés
Arquibasílica do Latrão, 05 de abril de 2017

26. O Celebrante pode retirar a casula, a fim de não molhá-la e até mesmo sujá-la durante o rito. Somente ao Bispo é previsto que se cinja com um gremial. Por outro lado, o rito antigo pede que o Celebrante, sem casula, prenda uma toalha ao seu cíngulo. Os ministros devem ajudar o Celebrante com a jarra e o recipiente que recebe a água usada e com as toalhas que secam os pés. O costume litúrgico também reza que seja o direito o pé a ser lavado a cada um dos 12 homens. Enquanto isso, entoa-se o canto adequado. Ao fim, o Celebrante volta para a cadeira, lava as mãos e, discreta e dignamente, veste de novo a casula.

27. Omite-se o Credo e é feita a oração dos fiéis.

28. Durante o Ofertório, além do pão, do vinho e da água, fiéis podem levar ao altar donativos para os pobres, que são apresentados ao Celebrante e depois recolhidos para fora do altar.

29. Convém muito usar a Oração Eucarística I, que possui um trecho próprio e só usado nesta Missa, narrando mais explicitamente que a Eucaristia foi instituída naquele dia, de modo especial enquanto diz: “Na noite em que ia ser entregue, para padecer pela salvação de todos, isto é, hoje”. O Celebrante também atente para o “Em comunhão” próprio da Missa da Ceia do Senhor.


Com casula e sob a umbela, Bento XVI translada o cibório 
com o Santíssimo Sacramento envolvo no véu umeral

30. Após a Comunhão dos fiéis e purificados o cálice e a patena, a âmbula com a reserva eucarística é deixada sobre o altar, coberta por um véu próprio, enquanto também é rezada a oração Depois da Comunhão. O Celebrante põe incenso no turíbulo, ajoelha-se e incensa o Santíssimo Sacramento com 2 movimentos por 3 vezes. Recebe o véu umeral, com ele cobre a âmbula e toma o último lugar na procissão até a Capela da Reposição, após a cruz processional e as velas e imediatamente atrás do turiferário com incenso fumegando, entre candelabros com velas, seguido dos outros ministros e dos fiéis, que também levam velas. Dois turíbulos podem ser usados, conforme fala o Cerimonial dos Bispos. Enquanto isso, entoa-se “Canta, Igreja”, de São Tomás de Aquino, reservando o trecho “Tão sublime Sacramento” para quando depositar a âmbula sobre o altar da Capela da Reposição. Outro canto eucarístico também pode ser entoado, desde que “Tão sublime” seja entoado na capela. Nela, o Celebrante coloca incenso no turíbulo e, de joelhos novamente, incensa o Santíssimo Sacramento. Em seguida, fecha o tabernáculo, faz um pouco de adoração silenciosa e todos voltam à sacristia, depois de fazerem genuflexão.

Se não for possível deixar numa só âmbula todas as hóstias suficientes, as outras âmbulas sejam conduzidas veladas atrás do Celebrante.


Capela da Reposição em igreja dos Cônegos Regulares de São João Câncio
Notem o tabernáculo e o seu formato, como é comum nesta ocasião

31. A adoração eucarística deve ser entendida e feita como companhia do Senhor em Seu sofrimento. Portanto, o bom senso deve guiar as orações e os cânticos. Além disso, a adoração só pode ter solenidade até a meia-noite da Quinta-feira Santa; após isso, devem-se repensar a forma de fazê-la, excluindo excessos.

32. A Capela da Reposição deve ser mantida até o Rito da Comunhão da Vigília Pascal e as comunidades devem se preparar de tal modo que os fiéis se revezem na adoração eucarística.

Sobre a desnudação dos altares

33. Esse costume evidencia que a Igreja não renova o sacrifício até a Vigília Pascal.

34. A forma nova do rito romano é mais tímida em como isso deve ser feito. Ao passo que o rito antigo prescreve que o Celebrante, após retirar a casula e a estola da Missa, continua de alva e cíngulo e veste a estola roxa. À medida que lentamente reza o Salmo 21 “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonastes?”, alternando os versículos com os ministros auxiliares, retira as toalhas do altar, com a ajuda dos demais, que as dobram respeitosamente e as põem na credência. Se o altar for consagrado pelo Crisma e tiver mais de uma toalha (conforme a tradição litúrgica), mantém sobre ele a toalha menor, chamada de crismal, que só reveste o cima da mesa do altar. Os acólitos apagam as velas e retiram os tapetes.


Desnudação do altar segundo o costume antigo, 
com o Sacerdote de alva e estola roxa
Santa Concesa (Itália)

Se a igreja possuir mais de um altar, outros ministros podem desnudá-lo ou o próprio Celebrante, se achar conveniente.

Se a igreja possuir pias de água benta, os acólitos também a secam. Elas deverão ser levadas para receberem a água benzida na Vigília Pascal.

É também um antigo costume que os altares de pedra sejam lavados dignamente, mas de modo privado, não à vista dos fiéis. Esse ato, antiquíssimo e muito louvável, foi prescrito pelo Papa Bento XIV, na metade do século XVIII, e usa água e vinho na ablução do altar, limpando-o de qualquer impureza, simbolizando a imolação do Cordeiro e ensina aos fiéis a pureza com que devem participar do Santo Sacrifício.

Celebração da Paixão do Senhor

Informações gerais

O altar deve continuar sem cruz, castiçais e toalhas, reservando isso ao Rito da Comunhão.

Convém que todos os ministros, ordenados e leigos, permaneçam fora do presbitério, uma vez que não é celebrada Missa. Somente após o rito da adoração da cruz, todos devem ascender ao altar.

A celebração deve ocorrer na tarde da Sexta-feira, mas de modo que se encerre antes do anoitecer.

O incenso não deve ser usado, nem matracas durante a procissão com o Santíssimo Sacramento até o altar.

O Celebrante não pode usar pluvial, mas sim a casula. Diáconos usam a dalmática. Sacerdotes outros devem usar ou alva e estola ou veste talar, sobrepeliz e estola. Todos os paramentos são de cor vermelha, própria do ofício.

As orações podem ser cantadas.


Sem sapatos, como pede a 3ª edição do Missal Romano, 
e sem a casula, Bento XVI desce os degraus
para a adoração da cruz, 
na Sexta-feira Santa, em 10 de abril de 2009

A adoração não é feita à cruz, mas sim ao Mistério da Paixão. Só deve haver uma e mesma cruz na celebração; se houver muitos fiéis e for preocupação o tempo necessário a todos, não se use mais de uma cruz e sim a adoração pelos fiéis seja feita apenas em silêncio, de longe, enquanto o Celebrante a ergue por um momento.

Aos fiéis em estado de graça e que recebem a Sagrada Comunhão nesse dia, também adorando a Santa Cruz, é concedida indulgência plenária, segundo o “Enchiridion Indulgentiarum”.

Se houver procissão ou Via Sacra, os ministros ordenados devem usam paramentos roxos ou pretos, ainda que já tenha passado a Quaresma. Essas cores não são apenas de pura tristeza, mas também de luto.

Sobre a Celebração


A prostração do corpo é uma das formas previstas 
para expressar a tristeza pelo sofrimento redentor de Cristo
Basílica de São Pedro, 06 de abril de 2007
© Alessandra Benedetti

35. A procissão inicial não deve ter cruz e velas. Todos os ministros dispõem-se em 2 filas. Perto do altar, ao qual todos fazem reverência, somente os ministros ordenados devem ou se prostrar ou se ajoelhar; o Mestre de Cerimônias e os Cerimoniários sempre se ajoelham. Os demais ministros já se dirigem para os seus lugares. Os fiéis ajoelham-se ao mesmo tempo que todos os outros.

36. De sua cadeira, o Celebrante diz, de mãos unidas, uma das 2 orações previstas no Missal.

37. Segue-se a Liturgia da Palavra conforme comum.

38. A leitura da história da Paixão segue conforme foi dito no número 4: sem bênção àquele que fará a leitura, sem incenso, sem velas, reservando ao Celebrante a parte do Cristo. Se houver outro ministro ordenado, reservem ao povo somente a parte da multidão. Após isso, se for oportuno, pode ser feita uma breve homilia. Convém manter um tempo de silêncio depois.

39. A oração universal pode ter as intenções propostas pelo diácono, ou por outro Presbítero do ambão, e o Celebrante recita as orações ou de sua cadeira ou do altar, de braços abertos. Entre a intenção e a oração, pode ser feito o convite de todos se ajoelharem e se levantarem após uns segundos de oração. Os fiéis, contudo, podem permanecer o tempo todo ou de joelhos ou em pé. Lembre-se que na menção do nome do Bispo não se ajunta títulos como “Dom”, “Arcebispo” ou “Cardeal”; se houver Bispo(s) Auxiliar(es), pode(m) ser mencionados. Se forem vários, sua menção será apenas dizendo “e seus Auxiliares”. Também o Bispo Coajutor faz as vezes de Bispo Auxiliar até o Bispo residente ter sua renúncia aceita pelo Papa.


Bento XVI desvela a segunda parte da cruz, 
o braço direito, durante a Celebração da Paixão do Senhor
Basílica de São Pedro,14 de abril de 2006
© AP Photo/Gregorio Borgia

40. A cruz pode ser levada, entre 2 velas, pelo centro da igreja até o altar estando coberta por um véu vermelho e somente o Celebrante desvelá-la ou, durante o percurso, em três momentos, o Diácono ou o próprio Celebrante pode desvelá-la gradualmente: primeiro descobre-se a parte superior da cruz, depois o seu braço direito e depois a desvela inteiramente, enquanto, a cada vez, o Celebrante ou o Diácono canta “Eis o lenho da cruz”, conforme o Missal. Após cada parte, todos se ajoelham por uns segundos.


Ajoelhado, sem casula e sem os sapatos, 
Bento XVI oscula a cruz durante a 
adoração na Sexta-feira Santa

41. À entrada do presbitério, a cruz é deixada entre os dois castiçais. O primeiro a adorá-la é o Celebrante: sem casula, sem barrete e, se oportuno, também sem os sapatos. Pode apenas fazer genuflexão ou também oscular os pés do Crucificado. Depois vão os outros ministros ordenados presentes, os ministros leigos e os demais fiéis.

42. Terminada a adoração, a cruz é posta ao meio do altar, como para a Missa.

43. A coleta para a Terra Santa pode ser recebida enquanto os ministros preparam o altar e a Santa Reserva é buscada na Capela da Reposição, de modo que todos estejam atentos quando a procissão estiver chegando ao altar.

44. Prepara-se o altar com uma toalha, corporal e o Missal. O próprio Celebrante ou, se houver, o Diácono ou outro ministro ordenado deve buscar a reserva eucarística na Capela e conduzi-la ao altar pelo trajeto mais curto. Se houver outras âmbulas, também são conduzidas dignamente. Na falta de outros ministros ordenados, os Ministros Extraordinários da Comunhão podem auxiliar o Celebrante. Também a procissão deve ter 2 velas, que depois são postas no altar para o Rito da Comunhão. Novamente, a umbela (ou, em sua falta, o pálio) é usada para cobrir o ministro que traz a Santa Reserva.

45. A rubrica do Pai Nosso do Rito de Comunhão é a mais clara que diz que somente o Celebrante abre os braços enquanto reza com o povo.

46. Não se reza o embolismo do Pai Nosso e nem oração pela paz. O Celebrante toma uma hóstia, a apresenta ao povo dizendo a fórmula do Missal e depois comunga. Terminada a Sagrada Comunhão dos fiéis, a Reserva é levada novamente para fora do altar principal.

47. Sem conceder a bênção, o Celebrante reza a Oração sobre o povo e todos se retiram em silêncio. Os ministros fazem genuflexão à cruz.

48. Novamente, o altar é desnudado após o término da celebração, mas sem os ritos da Quinta-feira Santa.

Vigília Pascal

Informações gerais

A mãe de todas as vigílias. Já é Domingo de Páscoa, a solenidade das solenidades.


O altar papal preparado para a Missa, embora ainda sem as velas acesas, 
poucos antes do início da Vigília Pascal. Durante a Liturgia da Palavra, 
mais um pouco das luzes são acesas. 
Contudo, somente durante o canto do Glória
a Basílica de São Pedro é plenamente iluminada, 
após acenderem-se as velas

Antes da reforma litúrgica da Semana Santa feita por Pio XII, a Vigília Pascal era celebrada durante o dia, destoando da primitiva tradição litúrgica. Para tanto, proporcionando o escuro que ainda hoje é requerido, tampavam as janelas das igrejas. Mas agora, tanto na forma nova quanto no rito antigo, é ordenado que a Vigília só seja celebrada à noite, pelo menos depois que o sol se ponha e antes de amanhecer o domingo.

Quem participar da Vigília Pascal já cumpre o preceito dominical. Mesmo assim, também podem comungar nos 2 dias.

São previstas até 9 leituras, contando com a Epístola e o Evangelho. Contudo, pode-se escolher, por brevidade, até apenas 2 do Antigo Testamento (não excluindo nunca a do capítulo 14 do Êxodo, a páscoa judaica) e a mesma Epístola e o mesmo Evangelho citados.

Somente 1 Círio Pascal pode ser preparado: nem pode fazer outro para outra igreja e nem um leigo pode prepará-lo na Celebração da Palavra. Deve-se ter em mente isso, com estrita obediência: ainda que o Círio seja um grande sinal pascal, ele só pode existir onde tiver sido celebrada a Missa da Vigília de Páscoa. Por isso, não podemos colocar critérios e justificativas acima.

Mesmo que não haja um Diácono ou um Concelebrante, o Evangeliário pode ser usado e já deixado sobre a altar desde antes da Missa.

Por fim, os Santos Óleos do ano passado podem ser postos em algodão ou outro tecido e queimados, para darem lugar aos novos.

Sobre a Missa

49. O Celebrante deve usar os paramentos brancos próprios da Missa, excluindo deles o pluvial. De fato, nenhum livro litúrgico prevê que se use o pluvial durante o início da Missa e a procissão até o altar.

50. Para o lugar onde o povo está reunido não se levam cruz processional nem velas acesas.

51. O Celebrante inicia o rito com o sinal da cruz e o saúda como na Missa. Depois faz a explicação do significado da Vigília, conforme diz o Missal, e abençoa a fogo. O turiferário põe no turíbulo brasas também do fogo novo.

52. Enquanto um ministro leigo, se não houver Diácono, segura o Círio e o Celebrante traça com um estilete (ou mesmo um dos 5 cravos) uma cruz, ainda que ela já esteja desenhada. O mesmo acontece às letras alfa e ômega e aos algarismos do ano em curso, respectivamente, acima e abaixo e entre os ângulos da cruz: ainda que já sejam desenhados no Círio, o Celebrante passa sobre eles o estilete quanto diz o que é previsto no Missal. Se os cravos já possuírem grãos de incenso, o Celebrante diz “Pelas suas santas chagas” sem espetar novos grãos na cruz. Após dizer “A luz de Cristo que ressuscita”, acende o Círio com o fogo novo.

53. Antes de começar a procissão para a igreja, o Celebrante coloca incenso no turíbulo. À frente vai o turiferário, seguido do Celebrante ou do Diácono com o Círio, os outros ministros e os fiéis. No início do percurso, aquele que está com o Círio canta: “Eis a luz de Cristo”. Depois segunda vez, à porta da igreja, todos acendem suas velas depois de cantarem a resposta e entram na igreja. Por último, diante do altar, canta pela terceira vez e acendem-se as luzes do altar.


O Círio Pascal posto ao lado direito do ambão, na Basílica de São Pedro

54. O Círio é colocado ou ao lado do ambão ou no centro do presbitério. O Celebrante ou, se houver, o Diácono incensa o Círio e faz a Proclamação da Páscoa, pelo texto do Missa ou outro competentemente aprovado, estando no ambão. O texto também pode ser cantado por um ministro leigo, mas ele não deve pedir a bênção ao Celebrante; também se for um leigo, não diz o trecho “E vós, que estais aqui” nem a saudação “O Senhor esteja convosco”, próprios de quem é ordenado. Todos se mantêm em pé e com suas velas acesas, até mesmo o Celebrante.

55. Concluída o Precônio Pascal, apagam-se as velas e todos se sentam. O Celebrante, antes das leituras, introduz a todos na Liturgia da Palavra, conforme é descrito no Missal.

56. Após cada leitura e salmo correspondente, o Celebrante levanta-se e canta a oração própria.

57. Depois da última leitura do Antigo Testamento e de seu salmo, todos se levantam, um ministro leigo toma o fogo do Círio e com ele acende as velas do altar, tocam-se os sinos por uns segundos, enquanto todos cantam o Glória. Evite-se, como na Missa da Ceia do Senhor, que os sinos sejam tocados durante todo o canto. Após o Glória, o Celebrante recita a oração do dia.

58. O leitor lê a Epístola.

59. Durante a aclamação do Evangelho, se o Celebrante cantar o Aleluia nos três tons, conforme a tradição, somente quando todos estiverem cantando a estrofe é que ele, em pé, coloca incenso no turíbulo. Se for Bispo, sentado, põe incenso e abençoa quem proclamará o Evangelho. Ainda que o Círio não esteja ao lado do ambão, não se levam velas. Isso só acontece na Vigília Pascal; após esta, a solenidade da proclamação do Evangelho volta ao normal. Também quem proclama diz a saudação a todos e faz o sinal da cruz sobre si e sobre o livro, que depois é incensado

60. Após a homilia, inicia-se a liturgia batismal. Se não houver batismo, deve ser abençoada a água para aspersão.

61. Os ministros caminham até o batistério ou a pia batismal ou um digno recipiente com água é posto no próprio presbitério. Os catecúmenos aproximam-se com os padrinhos. O Celebrante convida a todos para o canto da Ladainha de Todos Santos, observando as particularidades se tem ou não batismo.

62. Diante do recipiente que contém a água, um qualquer ou a pia batismal, o Celebrante, de mãos postas, recita a oração de bênção ou a cantando em tom de Prefácio. Enquanto diz “Nós vos pedimos, ó Pai”, pode mergulhar o Círio por três vezes, mas em profundidades crescentes até tocar o fundo na terceira vez, na qual o mantém e continua “E todos os que, pelo batismo”.


O Papa Francisco batiza um garoto italiano durante a Vigília Pascal
Basílica de São Pedro, 19 de abril de 2014
© AP

63. O Celebrante procede ao diálogo sobre a renúncia ao demônio e a profissão de fé e, depois, a unção de cada catecúmeno no peito ou nas duas mãos com o Óleo dos Catecúmenos, seguido do batismo de cada um. É feita uma nova unção, mas na testa com Óleo do Crisma, e a entrega da veste batismal (que pode ser um lenço branco) e da vela acesa, com fogo tomado do Círio. Se o Celebrante for Bispo ou se tiver delegação episcopal para crismar os neo-batizados, a unção crismal é feita segundo o rito da Confirmação, simplesmente ajudando a fórmula: “N, recebe por este sinal”.

64. Se não houver batismo, com as adaptações feitas desde antes da Ladainha de Todos os Santos, deve ser abençoada a água a ser aspergida sobre todos como recordação do batismo. O Celebrante, então, segue a oração de bênção sobre a água na pia batismal ou noutro recipiente no presbitério, pergunta a todos, de velas acesas, sobre a renúncia ao demônio e a profissão de fé, conforme previsto no Missal, e, a seguir, indo atrás da igreja, asperge a todos com a água benta, tirada parte do lugar onde foi abençoada, depois de ter tocado em sua própria testa com o aspersório.

65. Omite-se o Credo e é feita a oração dos fiéis.

66. Durante o Ofertório, os fiéis levam ao altar o pão, o vinho e a água e tudo segue conforme o costume.

67. É muito conveniente rezar a Oração Eucarística I, em vista das 2 partes próprias da Vigília Pascal.

68. Os neo-batizados recebem a Sagrada Comunhão sob as 2 Espécies, diante do altar.

69. Pode-se usar a fórmula própria da bênção solene da Páscoa. Ao fim da Missa, o Celebrante, ou o Diácono, despede a todos ajuntando 2 Aleluias, que será feito até o fim da Oitava da Páscoa.

Domingo de Páscoa

Informações gerais

É louvável que o ato penitencial seja substituído pela aspersão da água abençoada na Vigília Pascal. O uso do pluvial durante a aspersão da água benta só é requerido e permitido no rito antigo, uma vez que é feita antes da Missa. Na forma ordinária, portanto, o Celebrante continua com a casula enquanto asperge os presentes.

Também as pias nas igrejas recebam a água abençoada na noite anterior.

70. O Círio Pascal deve permanecer no lugar posto na Vigília Pascal, não deve ser trazido em procissão.

71. É um erro que o atual Missal Romano, nem na sua edição latina, tenha uma fórmula própria para usar em aspersão a água abençoada na Vigília Pascal. Contudo, o Missal permite que o Celebrante convide o povo com outras palavras, diferentes das do Missal. Portanto, espontânea e brevemente, fale-se aos fiéis do rito a seguir.

72. Após aspergir a si mesmo e a todos, o Celebrante, em pé diante de sua cadeira, de mãos unidas, diz “Que Deus todo-poderoso nos purifique”, conforme está na página 1004 do Missal da edição brasileira.

73. Canta-se o Glória, mas sem ser acompanhado pelo toque dos sinos.

74. Após a segunda leitura, ainda sentados, todos entoam a sequência pascal “Victimae Paschali laudes” ou uma versão litúrgica aprovada.

75. Durante a aclamação ao Evangelho, é preparado o turíbulo com o incenso e velas são levadas ao ambão.

76. Convém, novamente, que seja rezada a Oração Eucarística I, com seus trechos próprios para o Domingo e a Oitava Pascais.

77. Pode-se usar a fórmula própria da bênção solene da Páscoa. Ao fim da Missa, o Celebrante, ou o Diácono, despede a todos ajuntando 2 Aleluias, que será feito até o fim da Oitava da Páscoa.

Detalhes mais conhecidos e comuns não citados aqui estão expressos no Missal Romano.

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