Para ser feliz, você não precisa de grandes conquistas materiais. Você já tem o pôr-do-sol, as estrelas, os pássaros, o sorriso dos seus amigos, seus irmãos. Agradeça a Deus, pois você tem tua vida. Tem o dia que está começando, tem sua força e determinação. Com todos esses presentes da vida, o resto você constrói!
Roberto Shinyashikisegunda-feira, 30 de novembro de 2020
Amor
“De onde vem o amor? Amor é o que nós somos. Amor é intrínseco à natureza humana. Mas quando perdemos a visão do fato de que somos amor, nós começamos a olhar para isso fora nos objetos, pessoas e posses. Mas com entendimento espiritual eu posso sempre me lembrar de que eu sou uma alma amorosa e filha da alma suprema,, o Oceano de Amor. Quando eu conecto com Deus, as qualidades puras de Paz e Amor começam a transbordar dentro de mim. É o amor de Deus que faz o que somos. Ele nos ensina a amar a nós mesmos e os outros.”
sábado, 28 de novembro de 2020
Evolução e compreensãoEntre a cruz e a espada, o caminho passa “per aspera” e vai “ad astra”
11/10/20 - 03h00
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O indivíduo consciente entende que sua vida não é o começo nem o fim de uma trajetória evolutiva.
Se no Antigo Testamento encontra-se que “a vida do estulto é pior que a morte”, também se acha que, “onde existe o conhecimento, aí tem muita dor”.
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Ora, ser ignorante e feliz? Ser uma fera saciada de seus desejos? Ou sofrer irremediavelmente das dúvidas e das angústias que o saber proporciona? Ficar na pequenez e dela aproveitar os prazeres físicos? Ou se voltar para os horizontes de um infindável e enigmático universo?
“Nihil cogitantium jucundissima vita est”; assim, não pensar deixa a vida felicíssima pelas sensações e prazeres que se apagam como um fogaréu de palha? Contrariando o caminho da ignorância, os estoicos diziam: “Sapere longe, prima felicitatis pars est”, saber enxergar longe é o primeiro passo para se chegar à felicidade.
Os dois são caminhos antagônicos: o do prazer fisiológico, fim em si mesmo, decididamente o mais usado pela humanidade, ou a busca da evolução espiritual, que passa pelo estudo, pelo saber, pela abstinência.
Para alguns, a felicidade se concentra em copos de cachaça, mas não para nem na taça de champanhe, levando prematuramente aos incômodos da doença, se transforma em vaidade, em desejo de poder que nunca se sacia; para outros, menos numerosos, é a dedicação ao ideal transcendente, que vê no sacrifício não um espantalho, mas uma passagem obrigatória, um pedágio à evolução.
Entre a cruz e a espada, o caminho passa “per aspera” e vai “ad astra”.
Subir às estrelas, aos píncaros da essência humana, transita justamente pela aspereza das renúncias, das quedas, da solidão, e sempre pela incompreensão. O indivíduo consciente entende que sua vida não é o começo nem o fim de uma trajetória evolutiva. Em suas escolhas, vê oportunidades que formarão seu cabedal íntimo, indestrutível e eterno.
Dante avisou: “Feitos não fomos para viver como embrutecidos, mas para perseguir virtudes e conhecimentos”. Angústias, tristezas, melancolias, frustrações e até a solidão do incompreendido são facetas a lapidar de uma pedra que se chama “vida”.
*Vittorio Medioli dá uma pausa na publicação de seus artigos em O TEMPO e volta após o período eleitoral*
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1 COMENTÁRIO
Sandro Herrera Peres da Costa
Sandro Herrera Peres da Costa
13:29 - 11/10/2020
Por quê temos que passar pela dor pra se chegar ao conhecimento espiritual? Acho q podemos abreviar este caminho observando a dor do nosso próximo ou sofrendo com eles.
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Abandonar a tristeza
Ao murmurarmos contra essas pessoas, prejudicaremos a nós mesmos. Palavras ociosas não edificam paz e harmonia
4/10/20 - 03h00
Buddha, em seu primeiro sermão, ensinou o “Caminho que Conduz à Cessação da Tristeza”, sugerindo oito cuidados. Alertou que o caminho serve tanto para o homem inculto e não educado quanto para o mais nobre filósofo. O primeiro deverá considerar os conselhos em seus aspectos inferiores; o segundo, no nível mais elevado.
O primeiro passo é a Reta Crença, e esta requer que se reconheça o Plano Divino a que a humanidade pertence. Se não houver esse pressuposto, nada se sustentará.
O segundo trata do Reto Pensamento, que se resume em usar a necessária concentração na hora de cumprirmos nosso dever, exata e solicitamente, para que qualquer obra saia perfeita. Buddha, nesse ponto, alerta: deve-se considerar unicamente o verdadeiro e fugir de suposições negativas ou duvidosas, pois dúvidas e negatividade só geram dor e tristeza.
O terceiro é a Reta Palavra. Falar de coisas boas é bem melhor que falar das falhas alheias. Os vícios que se contam dos outros, de regra, são exagerados e imerecidos, e, ao murmurarmos contra essas pessoas, prejudicaremos a nós mesmos. Palavras ociosas não edificam paz e harmonia.
O quarto se destina à Reta Ação. Devemos agir exclusivamente a favor do desenvolvimento harmônico da humanidade e, se déssemos à nossa ação emprego diferente, faltaríamos com nosso dever. Todo cuidado é pouco para evitar ações violentas. Violência gera calamidades.
O quinto descreve o Reto Meio de Subsistência. Para ganhar o nosso pão, não devemos prejudicar nenhum ser vivente, homem ou animal. E isso inclui atividades ligadas a bebidas alcoólicas, fumo e drogas, que prejudicam a saúde tanto física quanto moralmente. O comerciante deverá vender seus artigos por preço justo, sem defraudar quantidade e qualidade. Sua obrigação é conhecer os produtos que vende e respeitar a confiança que o comprador deposita nele.
O sexto é o Reto Esforço e se resume em: “Cessai de praticar o mal; aprendei a praticar o bem”.
O sétimo, a Reta Memória. A pessoa que se descuida se recordará das ofensas recebidas durante anos e alimentará assim uma memória que lhe irritará o ânimo; e que benefício obterá? Nenhum. Conseguirá apenas manter vivo um pensamento sinistro, que lhe gerará infelicidade.
Como último cuidado, o interessado em progredir no “Caminho que Conduz à Cessação da Tristeza” deverá praticar a Reta Meditação, ou Reta Concentração. Não se trata exclusivamente da disciplina da meditação, que no sufoco da vida cotidiana encontra apenas breves intervalos para se realizar, mas, sobretudo, da concentração nas boas obras de auxílio e serviço. Esse hábito mental trará grande proteção por parte de anjos, espíritos da natureza e seres humanos que deixaram o corpo físico e continuam ao nosso redor.
Depois dessa oitava regra, o Senhor Buddha encerrou seu primeiro sermão.
Vittorio Medioli escreve todos os domingos em O TEMPO
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quinta-feira, 26 de novembro de 2020
Linda Reflexão!!!👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻
"Vovó, como se enfrenta a dor?"
"Com as mãos, minha querida. Se você a enfrentar com a mente, em vez da dor se suavizar, ela endurece ainda mais."
"Com as mãos, vovó?"
"Sim. Nossas mãos são as antenas da nossa alma.
Se você as movimenta costurando, cozinhando, pintando, tocando ou afundando-as na terra, você envia sinais de cuidado para a parte mais profunda de si mesma. E tua alma se ilumina porque você lhe está dando atenção. Assim, ela não precisa mais lhe enviar a dor para ser notada. "
"As mãos são realmente tão importantes assim?"
"Sim, minha pequena. Pense nos recém-nascidos: eles começam a conhecer o mundo graças ao toque de suas mãozinhas. Se você olhar, verá que as mãos dos velhos contam mais sobre a vida deles do que qualquer outra parte do corpo. Diz-se que tudo o que é feito com mão é feito com o coração. Porque é realmente assim: as mãos e o coração estão conectados. Os Fisioterapeutas sabem muito bem disso: quando tocam o corpo de outra pessoa com as mãos, criam uma conexão profunda. É precisamente a partir dessa conexão que vem a cura. Pense nos apaixonados: quando suas mãos se tocam, fazem amor da maneira mais sublime que existe".
"As minhas mãos, vovó ... há quanto tempo não as uso assim!"
"Movimente-as, minha querida, comece a criar com elas e tudo dentro de você mudará também. A dor não passará. Mas vai se transformar na mais bela obra-prima. E não vai doer mais. Porque a partir dela, você poderá bordar a tua essência."
Elena Barnabé.
terça-feira, 24 de novembro de 2020
INSENSIBILIDADE EM RELAÇÃO À RELIGIÃO
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De acordo com o senso comum, servir em prol do bem-estar da sociedade ou fazer feliz o próximo são boas ações e, por isso, apoiá-las e desejar colaborar é a verdadeira natureza humana.
Entretanto, por incrível que pareça, frequentemente vejo pessoas, e não são poucas, que agem friamente com referência a essa questão. Parece que, em seu íntimo, pensam da seguinte maneira: "Pouco me importa o bem da sociedade e dos outros, isso tudo não passa de perda de tempo. O que interessa sou eu e aquilo que me beneficia. Isso, sim, é ser inteligente. De outro modo, é impossível ganhar dinheiro ou subir na vida." De fato, o mundo é mesmo estranho, porque pessoas desse tipo é que são tidas como espertas.
Criaturas assim pensam de forma calculista e materialista quando se deparam com algum sofrimento.
Por exemplo, elas dizem que, no caso de ficarem doentes, basta-lhes ir ao médico; em assuntos complicados, recorrer à força da lei; a quem não lhes obedece, é suficiente repreender ou fazê-lo sofrer e, assim, elas vão resolvendo os problemas da maneira mais simples possível. Como acham que, se estiverem bem, não importa como estejam os outros, permitem-se fazer extravagâncias.
Ora, por não pensarem também no próximo, não são alvo de consideração alguma. Os que se juntam à sua volta são apenas interesseiros e, por esse motivo, quando a situação fica ruim, se afastam. É natural que justamente tais pessoas vivam em meio a problemas e reclamações. Por fim, tudo começa a ir mal. Quando fracassam, elas se afobam, tentando recuperar-se por meio de seu ga; forçam a situação, que já estava adversa, e assim, acabam em um estado lamentável, chegando a não conseguir reerguer-se.
Exemplos como esses são muito frequentes na sociedade. Obviamente, pessoas desse tipo não querem ouvir de forma alguma falar em fé. Elas dizem com desprezo: "É um absurdo afirmar que existem divindades e budas que nem conseguimos enxergar; isso não passa de superstição. Eles estão na imaginação humana. Eu mesmo sou um deus.
Por conseguinte, gastar tempo e dinheiro com tais coisas é o cúmulo da tolice." Assim, elas nos ignoram completamente achando que a fé não passa de consolo para covardes ou passatempo de quem não tem o que fazer.
Para nós, essas pessoas sofrem de insensibilidade em relação à fé.
Meishu-Sama - Alicerce do Paraíso, vol. 2
CIÊNCIA Esta é a melhor hora do dia para tomar café
Se você ingere cafeína assim que acorda, considere repensar seus hábitos
Por Ariane Alves
9 out 2018, 05h55
São Paulo – Mais de 85% da população norte-americana consome cafeína regularmente, e o café é a principal bebida ingerida com a substância. E esta também é a razão pela qual 40% dos cidadãos americanos não dormem o suficiente. De acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Café, atrás apenas da população dos Estados Unidos, os brasileiros consumiram 1,7 milhão de toneladas do produto em 2017.
Um traço cultural em grande parte do Ocidente é tomar sua xícara de café nas primeiras horas da manhã, logo após acordar. Porém, de acordo com nutricionistas, se você quiser se sentir acordado e em alerta para realizar melhor suas tarefas durante a tarde, talvez não deva consumir cafeína tão cedo assim.
Ingerir café logo que acorda pode fazer com que você se sinta nervoso e agitado logo em seguida, mas bastante cansado algumas horas depois.
O que acontece no organismo
Quando despertamos, nosso organismo está produzindo elevadas doses de cortisol, o hormônio do estresse responsável por nos deixar ansiosos.
Se consumimos cafeína nesse período, os níveis de cortisol se tornam ainda mais altos, sendo até perigosos para pessoas naturalmente ansiosas. Mais tarde, quando tanto a cafeína quando o cortisol têm sua presença no sangue diminuídas, tendemos a sentir mais cansaço que o esperado.
A maneira mais fácil de se sentir disposto pela manhã é ter boas horas de sono na noite anterior. Além disso, você pode tomar seu café algumas horas depois do que faz normalmente.
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Considere tomar café um pouco mais tarde
“Beba café quando seu corpo estiver produzindo menos cortisol”, recomenda Laura Cipullo, nutricionista e autora do livro The Women’s Health Body Clock Diet (“A Dieta do Relógio para um Corpo Feminino Saudável”, em tradução livre), em entrevista ao site CNBC.com. Ou seja, se você costuma acordar entre 6h e 8h da manhã, um bom horário para tomar café é entre 9h e 11h. Esta mudança deve ser feita aos poucos, caso você já tenha o hábito de ingerir cafeína logo ao despertar. Com uma transição repentina, o corpo pode ficar cansado de repente em tarefas como dirigir, por exemplo.
Já a nutricionista Melanie Dellinges defende que mais importante que o horário é a quantidade de cafeína que você consome, não devendo ultrapassar quatro xícaras por dia. Dellinges ressalta ainda a importância de cessar o consumo de café antes do fim da tarde, já que a substância pode atrapalhar o sono até seis horas antes após ingerida. Se você pretende dormir às 21h, por exemplo, não deveria tomar café depois das 15h.
Se ainda assim você precisa de um estímulo de cafeína, experimente uma xícara de chá preto, que contém a metade da quantidade de uma xícara de café, ou chá verde, que leva apenas um terço de cafeína em sua composição. Também não se esqueça de beber água, o que evitará que você se sinta lento, sem ameaçar sua rotina noturna.
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SALMO 23
Davi proclama: O Senhor é o meu pastor.
Salmo de Davi.
1 O Senhor é o meu apastor, nada me bfaltará.
2 Deitar-me faz em verdes pastos; guia-me mansamente a águas tranquilas.
3 Refrigera a minha alma; guia-me pelas veredas da justiça, por causa do seu anome.
4 Ainda que eu andasse pelo avale da sombra da bmorte, não temeria cmal algum, porque dtu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam.
5 Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos; aunges a minha cabeça com óleo; o meu cálice transborda.
6 Certamente que a bondade e a amisericórdia me seguirão todos os dias da minha vida, e habitarei na casa do Senhor para sempre.
segunda-feira, 23 de novembro de 2020
Apresentou insuficiência respiratória e testou positivo para Covid-19
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Sou messiânica desde 1982, mas estava afastada das atividades religiosas há 15 anos.
Em dezembro do ano passado, recebi o convite para participar de uma reunião de Johrei no lar de minha vizinha messiânica. Foi onde iniciou a minha reaproximação com a igreja.
Voltei a ministrar Johrei, a praticar meus donativos de gratidão e a participar dos Cultos.
Esse ano, com o início da pandemia, passei a assistir aos cultos diários transmitidos pela Izunome.TV, momento em que aproveito para agradecer e orar pelos meus familiares e amigos.
Em julho, após contato com uma prima por meio das redes sociais, falei sobre as atividades da Igreja e ela pediu que orasse por ela, pois estava muito desanimada e triste pela perda do pai.
Dias depois desse episódio, meu marido começou a purificar, apresentando sintomas como: espirros, dores de cabeça, febre e dores no corpo. Foi nesse momento que ofereci Johrei pela primeira vez a ele após todos esses anos como messiânica. A partir de então, segui ministrando-lhe diariamente.
Após dez dias ele apresentou insuficiência respiratória, testou positivo para Covid-19 e precisou ser internado em total isolamento.
Durante o período de internação, eu assistia aos cultos diários pela Izunome.TV e orava, pedindo a Deus que desse força e proteção ao meu marido. Sua recuperação foi surpreendentemente rápida. Após cinco dias, recebeu alta e retornou para casa.
Retomei a ministração de Johrei nele e aumentamos o consumo de alimentos naturais a fim de fortalecer a nossa imunidade. Assim, em poucos dias meu esposo restabeleceu completamente a sua saúde.
Tenho muita gratidão a Deus e a Meishu-Sama pela proteção recebida, pois tenho a certeza de que meu retorno à fé messiânica foi o fator decisivo que possibilitou esse grande milagre em minha família.
Muito obrigada.
O MATERIALISMO CRIA O HOMEM MAU
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Este título pode soar um pouco forte demais, mas não tenho como evitar, pois corresponde à pura verdade. Segundo nosso ponto de vista, o materialismo, ou seja, o ateísmo, pode ser considerado o pensamento mais perigoso que existe. Vejamos. Falando abertamente, se Deus não existisse, eu agiria às escondidas, ganharia dinheiro enganando o próximo habilmente; faria o que bem entendesse e, além de viver uma vida de luxo, estaria numa posição de maior destaque na sociedade.
Entretanto, uma vez que me conscientizei da existência de Deus, de maneira alguma sou capaz de proceder assim. Tenho de percorrer o caminho da retidão e tornar-me alguém que deseja a felicidade das outras pessoas. De outra forma, jamais poderia ser feliz e ter uma vida que valha a pena viver.
O que eu estou dizendo não é mera suposição. Segundo podemos ver através de inúmeros exemplos que a História nos mostra desde os tempos antigos, por mais que a pessoa prospere por meio da prática do mal, essa prosperidade não dura muito, acabando por desmoronar. É um fato que deveria ser percebido facilmente, mas parece que isso não ocorre.
A sociedade continua sendo assolada por crimes graves como assaltos, fraudes e assassinatos; casos de corrupção de pessoas que ocupam posições sociais elevadas; notícias alarmistas que geram inquietação; incontável número de crimes de pequeno e médio porte etc.
Tudo isso nasce do pensamento ateísta; por conseguinte, podemos dizer que ele é a verdadeira fonte dos crimes. Está, pois, mais do que claro que só há um meio de eliminar os crimes deste mundo: erradicar o ateísmo.
Atualmente, porém, os intelectuais, as autoridades e os educadores agem na contramão e, confundindo pensamento teísta com superstição, esperam obter resultados apenas com apoio na lei, na educação, nos sermões etc. Dessa forma, por mais que se esforcem com afinco, é natural que nada consigam. As notícias publicadas nos jornais mostram isso claramente.
À vista disso, para purificar a sociedade de tais males, é preciso estimular intensamente o pensamento teísta. [...]
Por esse motivo, se não houver uma reviravolta, no sentido de que os ateístas passem a ser vistos como ultrapassados, e os teístas, como a vanguarda intelectual, a sociedade jamais se tornará alegre e feliz.
Meishu-Sama - Alicerce do Paraíso, vol. 1 [trechos]
sábado, 21 de novembro de 2020
CONFISSÃO DE CABOCLO
Tive um trabalhão para conseguir o texto abaixo, da autoria de Zé Daluz, falecido poeta nordestino. Há, na cidade onde nasci, um conhecido senhor - o Zé de Luzia - que nunca escreveu um poema mas tem centenas deles decorados. Memória impressionante! Ouvi-o muitas vezes declamar o poema abaixo e arrancar aplausos e lágrimas de meus conterrâneos.
CUNFISSÃO DE CABÔCO
Seu doutô sou criminoso,
Sou criminoso de morte,
To aqui pra me entregá.
Vosmicê fique sabendo
Qui a muié qui traz a sorte
De atraiçoá o isposo
Só presta pra se matá.
Li peço um grande favô
Antes de vosa mercê
Mi butá daqui pra fora:
É a licença do doutô
Pr´eu li contá minha istóra.
Sinhô, doutô delegado,
Digo a vossa sinhuria
Qui inté onte fui casado
Cum a muié qui in vida
Se chamou RosA Maria.
Faz dez mês qui nós morava
Cumo pobre, é verdade,
Mas a gente se sintia
Rico de filicidade.
Pras banda qui nós morava
No lugá Chão – da – Cutia,
Morava tombém um cabra
Chamado Chico Faria.
Esse cabra mais pra trás
Tinha gostado de Rosa,
Chegaro inté a ser noivo,
Mas não fizero a introsa
Do casamento, pru mode
Mané Uréia de Bode
Que era padrim de Maria
Tê dismanchado essa prosa.
Entonce, Chico Faria,
Adispois qui nós casamo,
In conversa as vez dizia
Qui ainda mi dava fim
Pra se casá cum Maria.
Dessas coisa eu sabia
Mas nunca dei importança.
Tinha toda confiança
Na muié qui eu amava
Ou mais mió adorava
Cum toda minha sustança.
Dispois disso, o meu rijume
Era vivê trabaiano
Sem da muié tê ciúme.
A muié, pru sua vez,
Num me dava cabimento
Deu pensá qui ela fizesse
Um dia um farsejamento.
Mas seu doutô tome tento
No resto da minha istóra
Qui o ruim chegou agora.
Se não me farta a mimóra,
Já faz assim uns três mês
Qui o cabra Chico Faria,
Todo prosa, todo ancho,
Quage sempre, mais das vez,
Avisitava o meu rancho.
Purali discunfiado,
Cuma quem qué e num qué,
Eu fui vendo qui o marvado
Tentava minha muié.
Ou tentação ou engano,
Eu fui vendo a coisa feia,
Pru derradero eu já tava
- mosca detrás da uréia.
Os tempo foram passando
E o meu arriceiamento
Cada vez ia omentando
Seu doutô, vá iscutando!
Onte já de tardezinha,
Meu cumpade Quinca Arruda
Me chamô pra nós dançá
Num samba lá na Varginha,
Na casa de Mestre Duda.
Mestre Duda é um cabôco,
Um tocadô de premêra,
É o imboladô de coco
Mais bom daquela ribêra.
Entonce, Rosa Maria,
Sempre gostou de sambá.
Mas porém, discunfiada,
Me dixe já de noitinha
Qui pru samba ela num ia,
Qui tava muito infadada,
Precisava se deitá...
Eu fiquei discunfiado
Cum a preposta da muié
Dispois qui tumei café,
Quage puro, sem mistura,
Cum a faca na cintura,
Fui pru samba , fui sambá.
Cheguei no samba, doutô,
Quem era qui tava lá?
O cabra Chico Faria
Qui, quando foi mi avistando,
Foi logo me preguntando:
Cadê Sá Dona Maria?
Num veio não, pra dançá?
-Não sinhô, ficou in casa.
Pru Faria arrispondi.
Sintí entonce uma brasa,
Queimando meu coração.
Nunca mais pude tirá
As palavra desse cabra
Da minha imaginação.
Perdi o gosto da festa,
E não pude dançá não.
O cabra, pru sua vez,
Não dançava, seu doutô,
De vez in quando me oiava
Cum oiá de um traídô
Meia noite, mais ou menos,
Se adispidindo dos povo,
Disse: - Adeus, qui eu já vou.
Quando ele se arritirou,
Eu tombém me arritirei,
Atrás dele, sim sinhô.
Ele na frente, eu atrás,
Se o cabra andava depressa
Eu andava muito mais.
Noite iscura cumo breu!
Nem eu avistava o cabra,
Nem o cabra via eu.
sempre andando sempre andando
ele na frente eu atrás
já nem se escutava mais
a voz do fole tocando
na casa do mestre Duda
a noite tava mais preta
que a consciença de Judas
sempre andando sempre andando
eu fui vendo seu dotô
que o maivado ia tomando
direção de minha casa
minha casa sim sinhô
ja pertinho do terreiro
eu me escondi pro detrái
de um pé de trapiazeiro
abaixadinho escundido
prendi a respiração
abri os óio os uvido
pra mió ver e uvi
quá era sua intenção
seu dotô repare bem
o cabra oiando pra trás
do mesmo geito que faz
o ladrão pra ver aiguém
nao tendo visto ninguém
na minha porta bateu
de lá dentro uma voz
bem baixinho arrespondeu
ele entoce cá de fora
quem tá batendo sou eu
de repente abriu-se a porta
ai seu dotô nessa hora
a esperança tá morta
tava morto meu amor
no escuro uma voz falou
taqui seu chico um carta
que a tempo tinha escrevido
´pra mandar pra vóis micê
pro favor não leia agora
vá simbora va simbora
que que quando chegar em casa
tem muito tempo pra ler...
Quando minhas oiça uviu
As palavra qui Maria
Dizia pru desgraçado,
Eu fiquei amalucado,
Fiquei quage cumo um louco,
Ou mió, cumo um cabôco
Quando tá chei de isprito.
Dum sarto cumo um cabrito
Eu tava nos pés do cabra
E sem querê dei um grito:
-Miseráve! E arrastei
minha faca da cintura.
Naquela hora, doutô,
Eu vi o Chico Faria
Na bêra da serputura.
Mas o cabra teve sorte,
Sempre nessas circunstança
Os hôme foge da morte.
Dei de garra do papé,
O portadô da traição,
Machuquei nas minha mão
A honra, doutô, a honra,
Daquela farsa muié.
Dispois oiando pra carta
Tive pena, pode crê
De não tê prindido a lê
Nas letra ali escrivida,
O que dizia Maria
Pru marvado traídô.
Tive pena, sim sinhô,
Mas qui haverá de fazê,
Se nunca prindí a lê?
Maria me atraiçuou,
Essa muié qui um dia
Jueiada nos pé do artá,
Jurou in nome de Deus
Qui inquanto tivesse vida
Havera de mi honrá
E mi amá cum todo amô.
Cum perdão de seu doutô,
Quando vi o miseráve,
Na iscuridão da noite,
Dos meu zóio se iscondê,
Sem dexá nem sombra inté,
Entrei pra dentro de casa
Pra me vingá da muié.
Doutô, qui hora minguada,
Maria tava ajueiada,
Chorando cum as mão posta,
Cuma quem faz oração...
Oiando pra eu pidia
Pelo Cali, pela ósta,
Pelo amô qui eu li amava
Qui eu num fizesse isso não.
Sem dizê uma palavra,
Agarrei das sua mão,
Levantei ela pra riba,
E interrei inté o cabo,
O ferro da parnahyba
Pru riba do coração.
Sarvei a honra, doutô,
Sarvei a honra, apois não.
Dispois qui vi Maria
Cair sem vida no chão,
Vim falá cum vosmicê,
Vim cunfessá o meu crime
E mi intregá as prisão.
Se seu doutô num credita
Se sou criminoso ou não,
Tá qui a faca assassina
E o sangue nas minha mão.
Cumo prova da traição,
Tá qui a carta, doutô.
Li peço um grande favô.
Antes de vossa sinhuria
Me mandá lá pras prisão,
Me leia aqui essa carta
Pr’eu sabê cumo Maria
Preparava a traição.
A CARTA
“Seu Chico. Chã-de-Cutia
Digo a vossa sinuria
Qui só li faço essa carta
Pru sinhô ficá sabendo
Qui eu não sou a muié
Qui o sinhô tá entendendo.
Se o sinhô continuá
Cum seus dibique atrevido,
O jeito qui tem é contá
Tudo tudo a meu marido.
O sinhô fique sabendo
Qui cum seu discaramento
Não faz nunca eu quebrá
O sagrado juramento,
Jurado nos pés do artá,
No dia do casamento.
Se o sinhô é inxirido
Incontrou uma muié forte,
O nome do meu marido
Eu honro inté minha morte!
Sou de vossa sinhuria,
Sua criada Maria.”
Doutô, doutô me arresponda
O qui é qui eu tô uvindo.
Vosmicê tá lendo a carta,
Ou tá... tá me inludindo?
Doutô, meu Deus, doutô,
Maria tava inucente...
Mi arresponda, pru favô.
-Inocente, sim sinhô.
Matei Maria inucente...
Pruquê, seu doutô, pruquê?
Matei Maria somente,
Pruquê num prindi a lê.
Mangine agora o doutô
Quanto é grande o meu sofrê.
Sou duas vez criminoso.
Qui castigo, qui horrô!
Qui crime num sabê lê!
AUTOR: ZÉ DA LUZ
(Zé da Luz Severino de Andrade Silva, nasceu em Itabaiana, PB, em 29/03/1904 e faleceu no Rio de Janeiro-RJ, em 12/02/1965)
textos legais at 2:42 AM
PARAÍSO TERRESTRE [continuação]
[...] Não aprecio salientar os defeitos alheios, mas permitam-me que eu faça referência às pessoas que, embora possuam fé, tombam nas garras de doenças graves ou sofrem com a pobreza, porém satisfeitas e contentes.
Comparando-as com os descrentes, pode ser que estejam salvas espiritualmente, mas somente o espírito está salvo, e não a matéria. Ou seja, a salvação foi feita pela metade. A verdadeira salvação deve abranger o espírito e o corpo físico. É preciso que a pessoa se torne saudável, livre-se da pobreza e sua família seja plenamente feliz.
Até hoje, porém, todas as formas de salvação tinham o poder de salvar apenas o espírito. Sem opção, as pessoas resignavam-se, considerando que a fé se limitava à salvação do espírito.
A comprovação disso está nos religiosos que afirmam que a fé que busca graças recebidas nesta vida é de nível inferior. Trata-se de uma concepção estranha, pois não há quem não aspire a graças nesta existência. E ainda, se alguém se queixa dos sofrimentos da doença, é estranho dizer-lhe que o ser humano deve superar a vida e a morte. Ora, ninguém é capaz de tal superação. Admitir que conseguiu tal coisa é enganar a si próprio.
Um episódio relacionado à história do mestre Souho Takuan, monge zen-budista, é bem ilustrativo. Quando ele estava à beira da morte, cercado de pessoas, alguém lhe solicitou que redigisse suas últimas palavras. Deram-lhe papel e pincel, e Takuan escreveu: Não quero morrer.
Imaginando algum engano, pois julgavam que um mestre tão notável não escreveria tal coisa, entregaram-lhe novamente o pincel e o papel. E o célebre monge, desta vez, escreveu: Não quero morrer de jeito nenhum.
Acho realmente admirável e nobre sua atitude, pois, em igual circunstância, seria presumível escrever algo como: Vida e morte: por que me preocupar? O mestre, porém, abandonou todo falso orgulho e revelou francamente seus sentimentos. Isso merece consideração porque um monge célebre, comumente, não agiria assim.
Na sociedade, há muitas pessoas que, almejando salvar o próximo, fazem autopropaganda, apesar de ainda não viverem livres dos três infortúnios: doença, pobreza e conflito. A intenção pode ser boa, mas não é a forma ideal. Isto porque, somente após termos conseguido nossa salvação e felicidade é que devemos pensar em conduzir à fé outras pessoas que vivem uma vida infernal, para que também se tornem felizes como nós.
Dessa forma, a divulgação surte cem por cento de efeito, pois nossos semelhantes sentir-se-ão atraídos ao presenciar nosso estado de felicidade. Eu mesmo não tinha coragem de difundir a fé messiânica antes de me encontrar em boas condições.
Após ter sido abençoado com inúmeras graças Divinas e conseguido me tornar verdadeiramente feliz, tomei coragem para divulgar os Ensinamentos.
Se considerarmos que o Paraíso Terrestre é o mundo dos felizes, concluiremos que, no lugar onde as pessoas se reúnem e se tornam felizes, está estabelecido o Paraíso Terrestre.
Meishu-Sama - Alicerce do Paraíso, vol. 5 [trechos]
Dois caminhos, porta estreita e porta larga (Mt 7.13-14)
Dois caminhos, porta estreita e porta larga!
Dois caminhos, porta estreita e porta larga!
Os dois caminhos foi uma instrução dada por intermédio de nosso Senhor Jesus, vivemos em dias aonde muitas pessoas tem sido influenciadas a ir para o caminho errado.
Como resultado o pecado tem obtido grande espaço entre os corações que não militam na lei de Deus.
Incrível é, que existe um contraste muito grande entre os dois caminhos que são simples de defini-los:
CAMINHO LARGO: Morte eterna.
CAMINHO ESTREITO: Vida eterna.
Mesmo com a diferença entre esses dois caminho muitos optam em seguir os desejos que provem da carne, isto é, o caminho largo. Portanto, devemos ser pessoas verdadeiramente arrependidas, pois, arrependimento também é Vida eterna.
Pense comigo, se você encontrasse alguém na rua, e esta pessoa lhe disse-se não vá pela rua esquerda pois acabei de passar por lá e me roubaram, porém, vá pela direita porque é um caminho aonde não vão te fazer mal algum.
Ainda que esta ilustração fuja um pouco do contexto céu (caminho estreito) e inferno (caminho largo), devemos concorda que qualquer pessoa com sã consciência não iria pela rua esquerda que tem assaltantes.
O mesmo infelizmente não acontece quando esta relacionado com a parte espiritual.
Temos as instruções de Jesus na “nossa frente”, mas muitas das vezes as pessoas perseveram no caminho errado.
Em suma, neste estudo quero apresentar um pouco o que é em si o caminho largo e estreito. Aumentando seu conhecimento bíblico, nele utilizarei as 5 regras altamente eficaz para uma interpretação bíblica, respeitando o máximo a Palavra de Deus
Vamos ao texto bíblico:
“Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta, e espaçoso, o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; e porque estreita é a porta, e apertado, o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem”. (Mateus 7.13-14)
Se você quiser ver esse conteúdo em vídeo, pode assistir abaixo:
Introdução Dois Caminhos
Jesus nesse momento esta pregando o maior sermão que já foi ministrado, o sermão da montanha (fiz um estudo completo falando sobre as bem-aventuranças que inciam o sermão da montanha, você sabe o que é ser limpo de coração? vou ensinar nesse estudo).
No sermão, Ele nos ensina lições difíceis de serem seguidas, ordens que talvez muitos se não todas as pessoas falham nelas, como por exemplo quando ele diz: “Sede vós, pois, perfeitos, como é perfeito o vosso Pai, que esta nos céus” (Mateus 5.48).
A própria palavra: “perfeito” já diz muito do que estou querendo demonstrar:
Significado perfeito: em que não há defeito.
Será que existe algum de nós que consegue ser perfeito, esse estágio realmente pode ser obtido?, todas as vezes que leio o sermão da montanha me impressiono com as ricas palavras que o Senhor nos deixou!.
Como vamos ser perfeitos?
Certa feita quando saboreava das poderosas palavras de Philip Yancey no livro: “O Jesus que nunca conheci”, ele escreveu mais ou menos da seguinte forma: “Jesus quando nos dá estas instruções não estava criando um padrão impossível de ser alcançado, mas nos mostrando um homem modelo para sempre buscarmos se aperfeiçoar”.
Sendo assim, quando o Mestre nos diz sobre sermos perfeitos ele estava nos mostrando um “padrão” aonde dia-a-dia devemos buscar nos moldar a isto, com uma analise introspectiva feita por nós mesmo.
Depois de quase o sermão inteiro ser ministrado (Jesus sabia pregar, uma grande dificuldades das pessoas é montar uma pregação hoje em dia, se você quiser pode aprender passo-a-passo como fazer uma pregação), o Messias chega na parte final ao que a maioria dos eruditos irá concordar que é uma espécie de apelo que o Senhor faz para os seus ouvintes chamando-os à mudança de vida.
O texto ao qual estamos estudando esta localizado neste apelo que Ele faz. Assim, nos apresentando os caminhos com a intenção de chamar cada um de nós a cada dia mais perseveramos nos caminho estreito.
O caminho estreito vem antes de Tudo
Em primeiro lugar, Jesus começa dizendo: “Entrai pela porta estreita”.
Antes mesmo de especificar a porta estreita ele já dá uma “palhinha sobre ela”, diz que devemos entrar nela.
Se notarmos as palavras seguintes são sobre a porta larga, então esta é uma breve introdução que o Senhor faz sobre a mesma mostrando que antes de qualquer atitude, ou independente do que falaria a seguir devemos entrar na porta estreita.
Enfatizando que é por ela que devemos trilhar as nossas escolhas!
O que acho lindo para agregar ao nosso conhecimento é que a palavra estreito significa também: “apertado, de pouca folga”.
Portanto, devemos andar por um caminho apertado sem corrupção, sem contenda, tendo em nós os frutos do Espírito (Gálatas 5.22), aonde há pouca folga, neste caminho não tem espaço para ficar indeciso, não tem espaço para folga (descanso), não tem espaço para aquele que querem brincar de ficar em cima do muro.
Resumindo, é um caminho para pessoas decididas, pessoas que tem um foco igual ao que Paulo descreveu aos Filipenses:
“… esquecendo-me das coisas que atrás ficam e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.” (Filipenses 3.13-14)
Esse caminho é para aqueles que vão ao encontro do prêmio em Cristo Jesus e não como muitos pensam, interpretando errado essa passagem, descubra como fugir desse erro (Garantido!):
Porta larga e caminho largo
Jesus continua a passagem sobre os caminhos dizendo: “… porque larga é a porta, e espaçoso, o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela“.
Depois da breve fala sobre a porta estreita, nos mostra o “outro lado da moeda” falando da porta larga e nos dando algumas descrições sobre a mesma.
Diz que o caminho dela é espaçoso, de forma fácil dá para entender que este caminho é o que conduz aos deleites da vida, aonde estão aqueles que não se preocupam em caminhar na vontade de Deus, quantos não estão entrando nessa porta, o próprio Jesus nos diz que: “muitos entram por ela”, e mesmo assim não percebem.
O caminho atrativo e pecaminoso, que como um Leão com fome tem tragado diversas pessoas. Provérbios já nos diz algo relacionado:
“Há caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte”. (Provérbios 14.12)
Tem caminhos em nossas vidas que chegamos a achar que é caminho direito, pensamos que estamos certo mas no fim não é bem assim, mas é um caminho de morte.
Por isso devemos ter a Palavra em nosso coração, pois assim venceremos o maligno.
Qual caminho você está?
Isto vale não só para os ímpios que estão se perecendo acumulando pecado sobre pecado, mas para nós cristãos também.
Uma porta de emprego que você sabe que não é o caminho certo e aceita,
Um relacionamento que não agrada aquele que te chamou
Um lugar que você frequenta aonde não falam de Jesus e sim o blasfemam
Entre outros que poderia citar, uma coisa há em comum dentre eles, todos são caminhos largos e conduzem a morte.
Irmãos que estão lendo esse estudo pela graça de Deus, convido cada um de nós neste momento parar e fazer uma analise em nossas vida para ver se realmente estamos aonde nosso Senhor queria que estivéssemos…
Se não, curve a sua fronte e falando com Ele peça para te tirar deste caminho largo.
O que me chama a atenção é que nós quanto igreja, devemos levantar-se e buscar essas pessoas que estão com os olhos fechados caminhando em lugares infrutíferos…
Assim sendo, cabe a nós que temos o poderoso evangelho de Jesus que restaura e cura, apresenta-lo para quem esta perdido (quer saber como evangelizar? veja nosso estudo completo sobre o assunto). Para estes que estão no caminho errado Jesus tem uma palavra:
“Eu não vim chamar os justos, mas sim os pecadores, ao arrependimento”. (Lucas 5.32)
Que bela notícia!, o poderoso evangelho de Cristo é suficiente para tirar as pessoas do caminho largo.
Porta estreita e caminho estreito
Jesus vai concluir sua fala sobre os caminhos indo mais a fundo no caminho estreito, No vers. 13 ele nos fala um pouco, mas agora no vers. 14 ele explica abrangendo-o:
“E porque estreita é a porta, e apertado, o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem”. (Mateus 6.14)
Irmãos, sabe o que é lindo nessa passagem?, você cristão que esta lendo esse estudo encontrou o caminho que conduz a vida, veja que caminho é esse:
“Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim”. (João 14.6)
Jesus é o caminho estreito que nós encontramos, pode estar difícil, complicado ou até querendo desistir…
Mas, Cristo é esse caminho ao qual no final quando o encontrarmos vai revelar-se a nós igual fez com Estêvão, estando de pé a destra de Deus (Atos 7.56) com braços abertos cumprindo o que esta escrito em Mateus 25.31-34:
“E, quando o Filho do Homem vier em sua glória, e todos os santos anjos, com ele, então, se assentará no trono da sua glória; todas as nações serão reunidas diante dele, apartará uns dos outros, como o pastor aparta dos bodes as ovelhas. E porá as ovelhas à sua direita, mas os bodes à esquerda. Então dirá o Reis aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o Reino que vos está preparado desde a fundação do mundo”.
Ele tem uma fiel recompensa para as nossa vidas!
Poucos encontram o caminho estreito
Infelizmente o próprio versículo nos diz que há poucos que encontram tal caminho estreito (essa recompensa).
Muitos estão presos em caminhos largos e o estreito rejeitando, não querendo carregar a cruz igual diz Lucas 9:23, mas buscando saborear o que a terra oferece e o pecado assina.
Para melhor entender sobre esse caminho estreito, vamos analisar Hebreus 13.13-14:
“Saiamos, pois, a ele fora do arraial, levando o seu vitupério. Porque não temos aqui cidade permanente,mas buscamos a futura.”
Veja quanto essa passagem de Hebreus esta relacionado com o assunto em debate nesse estudo.
Na era antes de Cristo, toda vez que Jerusalém pecava o sumo-sacerdote tinha que oferecer um novilho diante de Deus para pode cobrir o pecado deles. Por exemplo:
Jerusalém pecou, o sumo-sacerdote entrava na cidade pegava um novilho e saia até o arraial (simbolizando que o pecado foi retirado de Jerusalém), quando estava no arraial queimava o novilho (mostrando que o pecado foi queimado/destruido) e guardava só o sangue, depois disto entrava o lugar santíssimo e lá molhava as pontas do dedo de sangue e respingava sobre a arca sagrada (querendo demonstrar o sangue como prova que o pecado foi queimado).
O texto de Hebreus inicia nos dizendo: “Saiamos, pois, a ele fora do arraial”. Veja o que isso significa no ponto abaixo.
Vivendo de acordo com a Palavra de Deus
Devemos pegar os nossos pecado e ir diante dele, pegar o caminho do arraial “levando seu vitupério”, ou seja, sentindo a mesma dor que ele sentiu na renuncia, levando uma vida na sua palavra.
Ele novamente abre os braços fora do arraial dizendo: “vem a mim!”, nossa única função é ir a ele, porque o resto ele já faz!
Ele queima seu pecado com a cruz do Calvário, vai até o lugar santíssimo e se apresenta diante da arca sagrada (Deus) dizendo: “Pai, o pecado dele foi queimado e como prova esta aqui o meu sangue!”.
E no final do versículo nos dá um motivo para fazer isso o escritor diz: “Porque não temos aqui cidade permanente mas buscamos a futura”.
Meus irmãos não vamos morar aqui nessa terra para sempre, mas temos uma cidade futura ao qual é a Jerusalém que vai descer do céu, aquela que João viu e escreve no livro da revelação:
“E eu, João, vi a Santa Cidade, a nova Jerusalém, que de Deus descia do céu, adereçada como uma esposa ataviada para seu marido”. (Apocalipse 21.2)
Esse texto de Hebreus também foi abordado em vídeo:
Persevera no caminho estreito! não cometa erros.
Sobretudo Jesus mesmo disse: “Sem mim nada podereis fazer”, ele mencionou esse texto na passagem da Videira Verdadeira, mostrando para cada cristão que apesar das dificuldades devemos perseverar (se você precisa de uma mensagem de esperança, eu recomendo sua leitura).
Antes de pular para conclusão vou deixar mais uma passagem para todos falando sobre o caminho estreito que Jesus nos preparou por intermédio de seu Sangue, através da sua morte vicária:
“Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no santuário, pelo sangue de Jesus, pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou, pelo véu, isto é, pela sua carne, e tendo um grande sacerdote sobre a casa de Deus, cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé, tendo os corações purificados da má consciência, e o corpo lavado com água limpa, retenhamos firmes a confissão da nossa esperança; porque fiel é o que prometeu”. (Hebreus 10:19-23)
Conclusão Dois Caminhos
Em suma, esta passagem é bem simples Jesus permite saber a revelação dela, e assim como escrevi no inicio do tópico é fácil de definir, um caminho largo para a morte e outro estreito para vida.
Irmãos, que cada dia mais venhamos estar de acordo com a santa palavra de Deus, não nos conformando com esse século…
Pois muitos se conformaram entrando pela porta larga, mas nós somos lavados e remidos, sal da terra e se o sal for insípido, com que há de salgar? (Mateus 5.13).
Se você gostou muito desse aprendizado da Palavra, pode receber estudos exclusivos agora mesmo no seu celular ou computador, bastar clicar na imagem abaixo falando sobre estudos exclusivos.
Ou se preferir, clicar aqui (todo apaixonado pela Bíblia deve gostar).
Oração Final Dois Caminhos
Se pode ore comigo:
Jesus, a tua palavra é linda e mais poderosa do que qualquer coisa ou qualquer um. Pai, se porventura tenho me afastado dos caminhos que o Senhor preparou para mim.
Se tenho amado mais o meu eu do que a ti, renova-me neste momento, revela-me aonde quer ver mudança em mim e por favor alcance aqueles que ainda estão de baixo do julgo do pecado.
Pois sei Pai que teu poderoso evangelho pode renova-los assim como me renovou, Espírito Santo guia-me em tudo, me mostre cada dia o teu caminho. Amém.”
Notas:
Almeida revista e corrigida.
sexta-feira, 20 de novembro de 2020
O Japão decidiu viver com o novo coronavírus!
Ele anunciou o "novo modelo de vida" convocando as pessoas a se prepararem para seguir esse modelo por um longo período de tempo e aprender a conviver e a trabalhar com o vírus que está à espreita.
Olhando de perto para esses novos modelos de vida, pode-se ver que o governo japonês estabeleceu este conjunto muito prático de procedimentos operacionais padrão, usando princípios de racionalidade, ciência e avaliação de risco.
Talvez esteja relacionado ao entendimento japonês de que coisas "ruins" não podem ser abandonadas para sempre. Usando modelos de avaliação de risco, em princípio, os seres humanos podem continuar a viver bem.
Leia-os um por um.
Existem * três pontos básicos *:
1. Mantenha distância entre as pessoas;
2. Use uma máscara;
3. Lave as mãos com freqüência;
4. Gargareje com enxaguatório bucal com álcool todas as noites;
* Requisitos específicos *
1. As pessoas devem manter uma distância de 2 metros;
2. Fique o máximo que puder ao ar livre com pessoas estranhas.
3. Tente evitar ficar cara a cara ao falar com outras pessoas;
4.Ao voltar para casa lave as mãos, o rosto e as roupas imediatamente;
5. Lave suas mãos assim que tocar na mão de alguém;
6. Experimente compras online e liquidação eletrônica;
7. Fazer compras no supermercado é melhor para 1 pessoa, para escolher o horário em que há menos pessoas;
8. Tente não tocar nas amostras de produtos.
9. Não fale no transporte público;
10. Vá para o trabalho de bicicleta ou a pé;
11. É melhor usar cartões de visita eletrônicos;
12. Tente usar videoconferência do que você se encontrar com pessoas;
13. Para controlar o número de pessoas nas reuniões, use máscaras e abra as janelas para ventilar;
14. Trabalhe em casa ou viaje fora do horário de pico;
15. Não vá para países ou lugares onde o vírus é endêmico;
16. Tente não ir para casa para visitar a família e viajar, e controlar as viagens de negócios;
17. Quando você tiver sintomas, lembre-se de onde você foi e quem conheceu;
18. Coma com outras pessoas, não cara a cara, de preferência um ao lado do outro;
19. Não use tigelas e potes grandes para compartilhar alimentos, implemente um sistema de porções individuais divididas;
20. Converse menos quando estiver comendo e coma mais vegetais e frutas;
21. Tente não reunir muitas pessoas para comerem juntas;
22. Evite "espaços fechados, multidão densa, contato íntimo";
23. Verifique a temperatura corporal todas as manhãs para fortalecer o controle da saúde;
24. Cubra a tampa ao dar descarga;
25. Não fique muito tempo em um espaço estreito;
26. Ao caminhar e correr, o número de pessoas deve ser pequeno, ao se encontrarem escalonem a distância;
Shigeru Oo, presidente do comitê do governo japonês, disse que levará pelo menos um ano e meio para que a vacina seja totalmente desenvolvida e oficialmente colocada em uso.
Como o inimigo não pode ser eliminado completamente, é necessário aprender a conviver com o vírus.
Somente seguindo as novas regras de vida podemos viver em paz com o vírus corona por muito tempo.
Todos entendem que esta é uma guerra de longo prazo,
Os japoneses são geneticamente uma nação muito disciplinada e fazem as coisas e seguem escrupulosamente as instruções.
Vale a pena aprender.
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terça-feira, 17 de novembro de 2020
A RESPEITO DO JARDIM DA TERRA DIVINA
VOLTAR
Este jardim, que estou construindo há cinco anos, em Gora, na cidade de Hakone, já está cerca de oitenta por cento pronto. Mesmo assim, comparado aos famosos jardins existentes desde os tempos antigos, em todo o Japão, talvez possa parecer um tanto arrogante da minha parte, mas além de não deixar nada a desejar, posso dizer que há uma grande diferença de nível entre este e os demais jardins.
É claro que existem muitos jardins maravilhosos, cada um com suas características; porém, seja ele qual for, sinto que não possui peculiaridades tão relevantes quanto o de Hakone.
Já a Terra Divina é totalmente diferente dos demais locais. Possui pedras e rochas de variadas tipos e tamanhos em abundância, o que nos causa espanto. Dispondo-as de acordo com a orientação Divina, construí seu jardim em um estilo totalmente novo, sem me basear em modelos existentes e sem me submeter aos antigos procedimentos. Até no que diz respeito às árvores, juntei várias espécies para combiná-las convenientemente com as pedras e as rochas.
Em se tratando das cascatas e correntes dágua, estas foram feitas para expressarem, ao máximo, o encanto da Natureza. Assim, somando a beleza das montanhas e das águas à dos jardins, procurei expressar o que há de melhor e mais elevado na arte da Natureza. Sem dúvida, meu objetivo é, através dos olhos da pessoa que vê esse quadro, fazer aflorar o sentimento do belo latente em seu interior e fazer com que seu caráter melhore naturalmente, eliminando as impurezas do espírito.
As pedras, as árvores e as plantas foram cuidadosamente selecionadas e utilizadas com carinho, como se alguém tivesse pintado um quadro, utilizando materiais in natura. Gostaria, portanto, que apreciassem o local com esse espírito.
Construí esse jardim de modo que, visto de perto ou de longe, parcialmente ou na totalidade, ou de qualquer ângulo, sobressaia cada uma de suas características. Com o passar do tempo, vão nascendo vários musgos típicos de Hakone, plantinhas de nome desconhecido, minúsculas flores graciosas e árvores que crescem nas reentrâncias das pedras como se fossem bonsai, as quais, por si mesmas, parecem querer atrair a atenção das pessoas.
Ultimamente, todo o jardim ganhou certo ar antigo e harmônico. Ele melhorou tanto que ficou irreconhecível. Eu mesmo cheguei a percorrê-lo por diversas vezes, sem ter vontade de me afastar.
Quando chove bastante, temos a impressão de estar vendo, de um lugar alto, uma corrente de água no meio de uma densa mata. O som da água correndo entre as pedras, as gotas brancas espirrando para todos os lados em graciosas curvas. Finalmente, a água se divide e termina em duas cascatas. Que visão panorâmica deslumbrante!
A cascata do lado direito, que cai em degraus, ao estilo da conhecida Cachoeira Cabeça de Dragão, é maravilhosa. A queda d'água do lado esquerdo divide-se em vários fios dágua, que, ao baterem no solo, jorram para todos os lados. Parece mesmo que, a qualquer momento, poderá surgir uma andorinha em um voo rasante, bem rente às cascatas. Realmente, fico muito satisfeito com a harmonia da beleza natural com a beleza artificial, expressa de forma muito melhor do que eu esperava.
Ao contemplar essas cascatas, sinto-me como se estivesse nas altas montanhas e vales profundos ou diante de um quadro magnífico. Geralmente, as cascatas construídas pelo ser humano têm certo aspecto comum que prejudica essa harmonia, mas isso não se verifica com as do nosso jardim, que são extremamente naturais.
O reflexo das cores vermelha e amarela das folhas do bordo nas cascatas, as cores das árvores plantadas e das nativas me fazem sentir como se estivesse em meio a densa mata.
Vou encerrar por aqui as explanações a respeito do jardim já concluído. A seguir, desejo falar a respeito do amplo terreno que fica nas proximidades do Parque Gora. [...]
Meishu-Sama - Alicerce do Paraíso, vol. 5 [trechos]
segunda-feira, 16 de novembro de 2020
Calma
"A pressa mata o amor. Ela nos impede de ver o sentido na vida. Levantamos rápido, comemos rápido, nos vestimos rápido, vamos para o trabalho rápido, falamos rápido. No final do dia, nos sentimos angustiados e cansados. Uma boa prática para ajustar o ritmo da respiração e dos pensamentos é começar o dia com uma breve meditação. Assim, mesmo que os eventos tentem nos pressionar, estaremos preparados para caminhar na velocidade correta."
A RESPEITO DO PARAÍSO TERRESTRE
VOLTAR
Por meio do rádio e dos jornais, tomamos conhecimento de que atualmente a sociedade está por demais repleta de absurdos. Excluindo a guerra, numa rápida visão, podemos igualmente enumerar a corrupção dos funcionários públicos; homicídios; roubos; fraudes e golpes; assaltos; suicídios individuais e de toda a família; tuberculose; problemas de doenças contagiosas; escassez de alimento; crise habitacional; dificuldades financeiras; sofrimento decorrente dos pesados impostos.
As coisas boas são tão poucas quanto as estrelas ao amanhecer. Então, surge a dúvida: por que a sociedade chegou a esse ponto?
Realmente, pode ser que existam muitas causas. Em suma, diríamos que essa situação é decorrente do declínio do nível do ser humano e de sua decadência moral. Assim, ultimamente, os intelectuais e os educadores começaram a interessar-se por essa questão.
Outra causa que pode ser apontada é que, após a Segunda Guerra Mundial, o pensamento liberal passou dos limites. Os intelectuais e educadores estão considerando que, de imediato, não há alternativas a não ser a retomada da educação, da moral e da ética. O que é interessante observar é que, no Japão, nunca se recorre à religião para corrigir tais situações.
Também não seria para menos, pois as religiões antigas são fracas demais, e as novas, em sua maioria, são supersticiosas e impostoras. É por isso que ainda não se conseguiu encontrar um caminho que levasse à solução fundamental do problema.
Objetivando contribuir de forma diferente para a solução desta situação difícil, estou colocando em ação um plano detalhado.
Trata-se, primeiramente, das diversões em geral. Naturalmente, em qualquer época, o povo necessita de entretenimento. Na sociedade atual, entretanto, a maioria delas é por demais vulgar. De fato, teatro, cinema, esporte, jogo de tabuleiro chinês [go], xadrez japonês, mah-jong, pachinko são diversões aceitáveis, mas acho que se fazem necessárias recreações de nível ainda mais elevado. É com esse objetivo que nossa Igreja está construindo os protótipos do Paraíso Terrestre, nas cidades de Hakone e Atami.
Conforme já escrevi várias vezes, nesses locais será construído o paraíso ideal, onde se acham perfeitamente harmonizadas a beleza natural e a beleza criada pelo ser humano. É um grandioso projeto que não creio que já tenha sido feito por alguém no mundo todo.
Não é um autoelogio, mas as pessoas, ao visitá-los, ficam encantadas com a atmosfera tão diferente do mundo trivial e infernal ao qual estão acostumadas e, evidentemente, esquecendo-se de tudo, até sentem estar sobre as nuvens. Prova disso são os elogios feitos em geral, até mesmo antes de termos chegado à metade da obra.
O protótipo do Paraíso Terrestre de Hakone já está próximo de sua conclusão, mas como é uma obra de pequena escala, falarei a respeito do protótipo de Atami, que atualmente se encontra em plena construção.
No jardim de aproximadamente cem mil metros quadrados, em um terreno acidentado com altos e baixos, estão sendo plantados arbustos e árvores que dão flores, como ameixeiras, cerejeiras, azaleias, mescladas com árvores verdejantes. Também está em fase de preparação a construção de canteiros de flores com as mais diversas variedades.
Ao observarmos não só a beleza que encantará nossos olhos na primavera, mas também o panorama espetacular da Baía de Sagami, que se pode avistar ao fundo, creio que não seria exagero dizer que o protótipo de Atami é um grandioso e ideal "Jardim do Éden", situado no melhor local da cidade de Atami.
Além do mais, para acrescentarmos uma beleza ainda maior ao lugar, construiremos um museu de referência de belas-artes, cuja conclusão certamente fará com que o protótipo do Paraíso Terrestre de Atami se torne inevitavelmente alvo de admiração tanto de japoneses, como de estrangeiros.
Por conseguinte, qualquer pessoa que visite esse local, purificará seu espírito maculado pelas condições do mundo, e sua alma, completamente árida, será regada na própria fonte. Assim revigorada, seu trabalho renderá mais e, naturalmente, sua moral também se elevará. Portanto, a contribuição que o protótipo do Paraíso Terrestre prestará ao sentimento das pessoas em geral será inestimável.
Meishu-Sama - Alicerce do Paraíso, vol. 5
O Pai Nosso – de acordo com a versão em Aramaico
O Pai Nosso – de acordo com a versão em Aramaico
Publicado em 30 de março de 2016 por .
Por dois milênios o Pai Nosso é a principal prece de todos os cristãos. Ainda que muitos a recitem de forma mecânica e apressada, um número crescente de devotos está se tornando cônscio de que esse tesouro, que nos foi legado diretamente pelo Senhor, é uma iguaria sem par que merece ser saboreada lenta e conscientemente.
Ao meditarmos sobre o significado mais profundo das frases e até mesmo de cada palavra da oração do Senhor, verificamos que elas realmente encobrem um profundo tesouro. Alguns estudiosos verificaram que o Pai Nosso, em sua versão original em aramaico, apresenta uma gama bem mais ampla de significados que não são percebidos nas traduções para as línguas modernas. Para atender o anseio daqueles que buscam conhecer os ensinamentos de Jesus em sua forma mais pura, procuramos resgatar a versão original como provavelmente foi ensinada pelo Mestre.
O aramaico era a língua em que Jesus ministrava seus ensinamentos. Como esses ensinamentos foram conservados pela tradição oral por várias décadas em aramaico, alguns estudiosos acreditam que eles foram primeiramente escritos naquela língua e só mais tarde traduzidos para o grego.
Com a tradução para o grego, e mais tarde para o latim e outras línguas européias, surgiram vários problemas na transmissão dos ensinamentos em virtude da estrutura destas línguas. O aramaico é uma língua antiga e bastante sintética; suas palavras podem ter diferentes significados como ocorre com suas línguas irmãs, hebraico e árabe. Ao contrário do grego, o aramaico não tem divisões rígidas entre meios e fins, ou entre qualidades internas e ação externa. Ambos estão sempre presentes.[1] O grego só foi introduzido no oriente médio bem mais tarde: os vários significados de cada palavra em aramaico eram expressos por duas ou mais palavras diferentes em grego. Poderíamos dizer que as palavras em aramaico são ricas em significado enquanto o grego é uma língua rica em palavras.
Quando os lingüistas comparam os textos bíblicos existentes em aramaico e em grego, verificam que o texto grego invariavelmente limita o significado mais profundo e abrangente da versão original em aramaico. Isso explica parte das dificuldades que os cristãos têm para entender os ensinamentos do Senhor. O significado mais amplo das palavras de Jesus foi limitado, e até mesmo distorcido em alguns casos, com as diferentes traduções e editorações ao longo dos séculos. Esse é um sério problema para o devoto, pois Jesus usava os diferentes significados de suas palavras para despertar na alma de seus ouvintes uma sintonia com a profunda verdade transformadora que ele procurava transmitir sob a aparência de coisas simples. Verificamos que muitas das confusões idiomáticas nas parábolas de Jesus na Bíblia em grego, tornam-se claras para o leitor do texto em aramaico, em vista do significado mais amplo das palavras que ele usou.
Felizmente ainda existe uma versão da Bíblia em aramaico, ainda que pouco conhecida. Ela é referida como Peshitta, sendo ainda hoje adotada pela Igreja do Oriente, principalmente em partes da Síria e da Armênia. A propósito, a palavra peshitta em aramaico significa “simples”, “sincero” e “verdade.”
Uma leitura meditativa da versão do Pai Nosso de acordo com o original em aramaico, pode revelar outros significados profundos que não foram conservados na versão tradicional da oração do Senhor. O texto abaixo foi adaptado do livreto do estudioso Neil Douglas-Klotz, “Orações do Cosmo”[2] em cotação com outras versões da tradução do aramaico.
O PAI NOSSO
do original em aramaico
Ó Fonte da Manifestação! Alento da vida!
Pai-Mãe do Cosmo!
Faze Tua Luz brilhar dentro de nós,
para que possamos torná-la útil.
Ajuda-nos a seguir nosso caminho
movidos apenas pelo sentimento que emana de Ti.
Que nosso eu possa estar em sintonia contigo,
para que caminhemos com realeza com todos
os outros seres criados.
Estabelece Teu Reino de unidade agora.
Que Teu desejo e os nossos sejam um só,
em toda a luz, assim como em todas as formas.
Dá-nos o que precisamos cada dia, em pão e compreensão.
Desfaz os laços dos erros que nos prendem,
assim como nós soltamos as amarras que mantemos da culpa dos outros.
Não permita que a superficialidade e a aparência das coisas do mundo nos iludam.
Mas liberta-nos de tudo que nos aprisiona.
E não nos deixe sermos tomados pelo esquecimento
de que de ti nasce a vontade que tudo governa,
o poder e a força viva de todo movimento,
e a melodia que tudo embeleza
e de idade em idade tudo renova.
Amém.
coisas da vida
Cagando e andando
“Jair Bolsonaro é uma triste escolha do Brasil”, diz o jornal The New York Times.
Uma carta aberta ao mundo, a este mundo que está tão preocupado conosco, que até nos comove por tanto amor assim
O mundo está indignado com o Brasil. O NYT não compreende a insanidade dos brasucas. A The Economist condena a escolha brasileira por uma aventura autoritária. A CNN está com medo do rumo que estamos tomando.
O jornal El País, da Espanha, aponta o Brasil como um dos países do mundo a caminhar para um regime fascista. Quem mais? Deixe-me ver. Le Monde, The Guardian, Washington Post. Putz! Até o El Clarín!! Nuestros hermanos numa draga de fazer dó e preocupados conosco. Bonitinhos.
Estou aqui pensando: onde estava o mundo durante estes últimos 15 anos? Onde estavam todos, no Mensalão e no Petrolão? Onde estava o “escritório adjunto do comitê dos direitos humanos da ONU” enquanto Lula financiava clandestinamente o regime de Hugo Chávez e Nicolás Maduro?
Onde estava o poderoso Barcelona, durante os escândalos de superfaturamento dos estádios da Copa? A CNN, durante a compra das Olimpíadas? E o HuffPost, enquanto Lula, aboletado em um hotel em Brasília, comprava deputados durante o processo de impeachment de Dilma Rousseff?
Pois bem. Onde estavam vocês, líderes mundiais, tão preocupados conosco agora? Me engano ou estavam festejando o líder sindical que havia chegado ao poder naquele país simpático, meio exótico da América do Sul, cuja capital é (qual é mesmo?) ah, Buenos Aires? Ops!! Brasília.
Me engano ou Bono Vox recebia “o cara” do Obama, em uma turnê pela Europa? O mesmo “cara” que hoje está condenado a mais de 12 anos de prisão e é réu em mais seis processos criminais. E o Roger Waters? A Madonna?
O The Intercept, meu Deus! Será que estava hibernando e não soube da Lava Jato, da Odebrecht e da JBS?
Sabe, mundo, enquanto você festejava o metalúrgico analfabeto, nós brasileiros estávamos afundados em nossos piores pesadelos, sendo massacrados por uma máquina corrupta que organizou o maior assalto aos cofres de um país na história democrática ocidental.
Enquanto você, mundo, se divertia com aquela “presidenta” que cantava “happy bordei tu iu“, nós ficávamos sem emprego e sem renda. Sem esperança, tristes, conformados com um destino cada vez mais próximo da Venezuela e cada vez mais distante de vocês.
Mundo, meu caro. The New York Times e companhia. Líderes mundiais e celebridades globais, por favor aceitem nossa maior gratidão por sua preocupação com nossas eleições. Mas temos de ser bem sinceros com vocês: sabem o que é? We don’t give a damn!
Traduzindo para o Português: nós não nos importamos; não queremos saber. Traduzindo para o Ricardêz: estamos cagando e andando para o que vocês pensam."
Ricardo Kertzman
Bom dia a todos!!
domingo, 15 de novembro de 2020
*COMER FRUTA DE ESTÔMAGO VAZIO.*
Por isso que eu como mamão todos os dias antes do café da manhã
Isto abrirá os seus olhos! Leia a mensagem até ao fim; e depois, envie para a sua lista de amigos.
Dr. Stephen Mak trata de doentes com cancer terminal de uma forma "não ortodoxa/menos comum" e muitos pacientes se recuperam.
Antes, ele usava energia Solar para eliminar a doença dos seus pacientes. Ele acredita no tratamento natural contra doenças no corpo. Veja o seu artigo abaixo:
"É uma das estratégias para curar o cancer. Ultimamente, a minha taxa de sucesso é de 80 %. Pacientes com cancer não devem morrer. A cura para o cancer já foi encontrada - está na forma de como comemos frutas, quer acredite ou não.
Fico sentido pela morte de centenas de pacientes através do método convencional.
*Comer Frutas*
Todos nós pensamos que comer frutas significa comprar fruta, cortar e pormos nas nossas bocas. Não é assim tão fácil como pensamos. É importante saber como e quando comer as frutas.
Qual é a forma correta de comer fruta?
Significa não comê-las depois das refeições!
Frutas devem ser comidas de Estômago vazio.
Se você ingerir fruta de estômago vazio, ela terá um papel maior na desintoxicação do seu corpo, fornecendo muita energia para perder peso e outros benefícios à saúde.
As frutas são os alimentos mais importantes.
Digamos que você come duas fatias de pão e depois uma fatia de fruta. A fatia de fruta está pronta a ir direto aos intestinos através do estômago, mas é impedida devido ao pão que você comeu antes dela.
Enquanto isso, todo o pão e fruta fermenta, tornando-se em ácido. No minuto que a fruta entra em contato com a comida no estômago e os sucos digestivos, a massa inteira de comida começa a estragar o seu efeito.
*Portanto, por favor, coma a sua fruta de estômago vazio ou antes das refeições!*
Tem-se ouvido pessoas queixarem-se:
Todas as vezes que como melão, após as refeições, o meu estômago incha; quando como uma banana, sinto vontade de correr para a banheiro, etc...etc..
Na verdade, tudo isso não aparecerá se comermos frutas de estômago vazio.
A fruta mistura-se com os outros alimentos apodrecendo e sendo digerida, produz gases, por isso a sensação de inchaço.
Cabelo esbranquiçado, calvice, explosões nervosas e olheiras, tudo isso não acontecerá se você comer fruta de estômago vazio.
Alguns dizem que algumas frutas, como Laranja e Limões, são ácidas.
Todas as frutas se tornam Alcalinas no nosso corpo, de acordo com o Dr. Herbert Shelton que fez investigação sobre esse propósito.
Se você aprender a forma correta de comer fruta, terá o segredo da beleza, longevidade, saúde, energia, felicidade e peso normal.
Quando precisar beber suco de fruta, tome apenas suco natural, não de latas, pacotes ou garrafas.
Nem vale a pena beber suco que tenha sido aquecido.
Não coma fruta cozida, porque não obterá os nutrientes de forma nenhuma. Somente sentirá o sabor. Cozinhar destrói todas as vitaminas.
*Mas, comer a fruta por inteiro é muito melhor que beber o suco.*
Se tiver que beber o suco natural de fruta, tome de gole em gole e devagar, porque deve deixá-lo misturar-se com a sua saliva antes de engolir.
Você pode entrar num jejum só de frutas por 3 dias, para limpar ou desintoxicar o seu corpo.
Faça isso e ficará surpreendido quando os seus amigos te disserem o quão radiante parece!
*Frutas*
*Kiwi*: pequena mas poderosa. É uma boa fonte de potássio, magnésio, vitamina E & Fibra. Contém duas vezes mais vitamina C do que a Laranja.
*Maçã*: Uma maçã por dia previne a vinda do cancer. Embora a maçã tenha uma quantidade pequena de vitamina C, ela tem antioxidantes & flavonóides que fortificam o efeito da vitamina C assim, ajudando a reduzir o risco do cancer do Cólon, ataques cardíacos e tromboses.
*Morango*: Fruta protetora; morango tem o conteúdo mais alto do efeito de antioxidantes entre grandes frutas e protege o corpo de causadores do cancer, entupimento dos vasos sanguíneos e sem radicais.
*Laranja*: a medicina mais doce. Comer 2-4 Laranjas por dia pode ajudar a prevenir a constipação, baixar o colesterol, prevenir e dissolver pedras nos rins assim também como diminuir o risco de câncer do Cólon.
*Melão*: O mais fresco a saciar a sede. Composto de 92% água, e também composto por uma grande dose de glutathione, que ajuda a reforçar o nosso sistema urinario. Também é uma fonte chave de lycopene - o oxidante que combate o cancer. Outros nutrientes que se encontram no melão são, a vitamina C & o Potássio.
*Goiaba & Papaia*: Lideram no conteúdo de vitamina C. Elas são as campeãs pelos seus grande conteúdos em vitamina C.
A *Goiaba* é também rica em fibra, que ajuda na prevenção da constipação/congestão.
*Papaia* é rica em carotene; que é bom para os olhos.
*Beber água* ou *bebidas geladas* depois das refeições = *Cancer*, acredita nisso? Para aqueles que gostam de beber água ou bebidas geladas, este artigo é aplicável para eles.
De qualquer modo, a água gelada ou bebidas irão solidificar o conteúdo oleoso que você acabou de ingerir e dificultará a digestão.
Uma vez que esse 'lodo' reagir com o ácido, ele quebra-se-a e será absorvido pelos intestinos mais rápido do que a comida sólida.
Ira se alojar nos intestinos, e muito brevemente tornar-se-á em gordura e levará ao cancer!
O melhor é beber chá morno depois das refeições.
Vamos ser cuidadosos e conscientes. Quanto mais soubermos, mais chances teremos de sobreviver.
*Um cardiologista diz:*
Se todos aqueles que receberem esta mensagem, mandarem para 10 pessoas, poderão estar certos de que salvaremos no mínimo uma vida".
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A incrível vida de Marcel, o herói de seis anos da 2ª Guerra Mundial homenageado pela França
Ainda jovem, Marcel Pinte entrou no perigoso submundo da Resistência Francesa à ocupação nazista. Ele agora é reconhecido como um dos heróis da 2ª Guerra Mundial.
TOPO
Por BBC
14/11/2020 16h33 Atualizado há 16 horas
7a
Marcel Pinte tinha seis anos e era o herói mais jovem da Resistência Francesa à ocupação nazista durante a 2ª Guerra Mundial —i1aamasiaiaueg Foto: Family Handout/AFP
Maarcel Pinte tinha seis anos e era o qqiheoorói mais jovem da Resistência Francesa à ocupação nazista durante a 2ª Guerra Mundial — Foto: Family Handout/AFP
Ele era um agente de ligação, levando mensagens secretas e cartas para fazendas vizinhas na região central da França.
"Com a mochila escolar nas costas, ninguém desconfiava dele", lembra seu sobrinho.
Por causa de sua memória "assombrosa", confiaram nele para transmitir as mensagens que escondia sob a camisa.
Marcel Pinte tinha seis anos e era o herói mais jovem da Resistência Francesa à ocupação nazista durante a 2ª Guerra Mundial.
Depois de muitos anos, seu nome foi finalmente inscrito em um monumento na França, junto com os de outros que lutaram contra a Alemanha de Hitler.
A criança mensageira morreu tragicamente em agosto de 1944 por um disparo acidental.
Insurgentes se organizaram em toda a França para combater a ocupação nazista na 2ª Guerra Mundial — Foto: Getty Images/BBC
Insurgentes se organizaram em toda a França para combater a ocupação nazista na 2ª Guerra Mundial — Foto: Getty Images/BBC
Mas sua memória foi homenageada no Dia do Armistício, 11 de novembro, em uma cerimônia em Aixe-sur-Vienne, perto da cidade de Limoges, no centro da França.
Memória incrível
O pai de Marcel, Eugène Pinte (também conhecido por Athos) liderava uma rede da Resistência na remota casa de fazenda da família em La Gaubertie, um vilarejo na área de Aixe-sur-Vienne.
Um de seus netos, Marc Pinte, explica à agência de notícias AFP que Marcel "entendeu tudo de uma vez" , por isso conquistou rapidamente a confiança dos guerrilheiros.
Ele estava ansioso para desempenhar um papel na luta contra a Alemanha nazista e se tornou um agente apelidado de "Quinquin", ou "menininho".
Marcel ficou feliz em passar um tempo na floresta com membros da Resistência, conhecidos como maquisards, onde aprendeu seus métodos clandestinos.
França emitiu uma identidade póstuma para Marcel reconhecendo-o como membro da Resistência — Foto: Family Handout/AFP
França emitiu uma identidade póstuma para Marcel reconhecendo-o como membro da Resistência — Foto: Family Handout/AFP
Eugène Pinte, junto com sua esposa Paule e seus cinco filhos, organizou encontros secretos nas fazendas e até escondeu um paraquedista britânico no sótão de sua casa.
Outro parente de Marcel, Alexandre Brémaud, passou anos pesquisando a história do menino porque os registros oficiais focavam mais nas guerrilhas da Resistência e nas operações de sabotagem, e menos nos auxiliares, muitas vezes mulheres e crianças, que também corriam riscos para derrotar a ocupação nazista.
"Minha avó o descrevia como um irmão extremamente feliz, inteligente e brilhante, cheio de travessuras", diz Brémaud à BBC.
Ele conta que o menino ria quando o operador de rádio clandestino, que trabalhava na sala de jantar da família, fingia engolir a pílula de cianeto que carregava.
O vilarejo era "um lugar escondido e de muito difícil acesso", e os guerrilheiros consideravam o local "prático e discreto", diz Brémaud à AFP.
O papel de Marcel foi finalmente reconhecido pelo Estado francês. Em 1950, ele foi condecorado postumamente com o posto de sargento da Resistência.
Marcel com um combatente da Resistência — Foto: Family Handout/AFP
Marcel com um combatente da Resistência — Foto: Family Handout/AFP
Então, em 2013, o Escritório Nacional para Ex-Combatentes e Vítimas de Guerra do país emitiu para ele um cartão oficial póstumo para "combatentes voluntários da Resistência".
Morte trágica
Quando os Aliados entraram na França vindos da Normandia no verão de 1944, a Resistência intensificou suas operações contra os alemães.
Uma noite, Marcel acompanhou um grupo de maquis em uma operação. Eles haviam recebido uma mensagem em código pela BBC: "O não-me-esqueças é minha flor favorita."
O encontro era em La Gaubertie e de repente, enquanto eles esperavam, uma das pistolas Sten dos homens disparou acidentalmente, matando Marcel.
Sua certidão de óbito foi forjada para manter a existência da unidade em segredo.
Brémaud diz que os britânicos homenagearam o menino usando paraquedas pretos em sua próxima entrega de suprimentos.
Foi uma nota encontrada por Brémaud nos arquivos militares de Vincennes que narrava a história de Marcel, escrita por um oficial do exército francês.
As façanhas de guerra do pai de Marcel, Eugène, já eram bem conhecidas. Ele morreu em 1951, aos 49 anos.
O menino foi enterrado em agosto de 1944, poucas horas antes da libertação de Limoges, "na presença de vários batalhões; o caixão foi coberto com a bandeira tricolor", diz Marc Pinte.
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FRANÇA
VIDA E MORTE [continuação]
Por: Meishu-Sama
Editoria: Ensinamento Diário
[...] há homens [...] que não desejam casar-se, terminando a vida solteiros. São indivíduos que, na vida passada, criaram sua infelicidade em relacionamentos com mulheres. Por esse motivo, morreram com uma espécie de pavor em relação a elas, e esse [pensamento] sonen ficou incutido em seu espírito.
Há também algumas pessoas que têm uma forte aversão ou medo de certas aves, insetos ou animais selvagens. Isso tem origem na morte que tiveram, causada por um deles. O mesmo pode ser dito em relação àqueles que têm medo de água, fogo ou de lugares altos, pois os mesmos foram a causa de sua morte. [...]
Há casos curiosos de pessoas que têm medo de ficar sozinhas em casa. Ministrei Johrei a uma pessoa assim. Ela não conseguia permanecer em casa quando todos saíam por sentir-se solitária e aterrorizada. [...] Provavelmente, na vida anterior, essas pessoas sofreram um mal súbito enquanto estavam sozinhas em casa e tentaram chamar alguém, mas acabaram falecendo sem que ninguém tivesse chegado. Pelos diversos exemplos apresentados, observa-se que o ser humano deve, no seu dia a dia, manter a mente sem apegos e medos, de forma a ter uma morte tranquila e serena.
Além do apego da própria pessoa, outro fator que influencia a reencarnação prematura é o apego dos familiares. É comum o caso de mulheres que engravidam logo após o falecimento de um filho querido. Esse novo filho é aquele que morreu e reencarnou prematuramente, em virtude do apego da mãe. Geralmente, essa criança não será muito feliz.
As pessoas nascem com graus diferentes de sabedoria. Por quê? É pela diferença entre os espíritos velhos e os novos. Os mais velhos, por terem reencarnado muitas vezes, possuem uma larga experiência deste mundo, ao passo que os novos, por terem nascido recentemente no Mundo Espiritual, têm pouca experiência e são menos sábios. O que são espíritos recém-nascidos? São espíritos que nasceram após um processo de reprodução no Mundo Espiritual.
Creio que muitos já devem ter tido a experiência de encontrar um desconhecido e sentir uma grande afinidade, como se fossem pai e filho, ou irmãos. A razão é que, na vida anterior, eram parentes bem próximos ou tinham laços de estreita amizade; a isso dá-se o nome de afinidade espiritual. De maneira semelhante, por ocasião de uma viagem, encontramos lugares pelos quais sentimos especial familiaridade e onde desejaríamos residir. É porque, em outra vida, moramos ou passamos muito tempo nesses locais. No relacionamento entre homem e mulher, há casos em que ambos vivem uma paixão ardente, que progride até se tornar um amor cego. A explicação é que, na vida anterior, apesar de enamorados, não conseguiram unir-se. Na vida atual, apresentando-se essa oportunidade, cria-se entre os dois uma paixão arrebatadora.
Ao lermos sobre determinados personagens ou acontecimentos históricos, às vezes sentimos simpatia e familiaridade ou até mesmo ódio. Isso ocorre porque vivemos na época em que aqueles fatos se sucederam ou porque tivemos alguma relação com aqueles personagens.
Meishu-Sama - Alicerce do Paraíso, vol. 3 (trechos)
VIDA E MORTE
Por: Meishu-Sama
Editoria: Ensinamento Diário
(...). Qual a relação entre o Mundo Espiritual e o ser humano? Enquanto vive no Mundo Material, no cumprimento das tarefas designadas por Deus, independentemente de
ter ou não consciência disso, o ser humano terá impurezas acumuladas em seu corpo espiritual.
Outrossim, no que se refere ao corpo material, chega um momento em que, por doença, velhice ou outro motivo, o ser humano encontra dificuldade para cumprir os desígnios de Deus.
Nessa situação, seu espírito abandona o corpo e regressa ao Mundo Espiritual: eis o que se chama de morte. (...).
No momento em que o espírito entra no Mundo Espiritual, inicia-se, na maioria deles, o processo de purificação das impurezas. A quantidade destas, logicamente, determina uma vida espiritual em uma posição mais elevada ou mais baixa, e o tempo de purificação, mais curto ou mais longo.
Os períodos mais curtos duram poucos anos, às vezes dezenas, e os mais prolongados, centenas ou até milhares de anos. Os espíritos que alcançam certo grau de purificação reencarnam por desígnio de Deus. (...).
Meishu-Sama Alicerce do Paraíso, v.3 (edição revisada - trechos)
AS DIVERSAS SITUAÇÕES APÓS A MORTE
Por: Meishu-Sama
Editoria: Ensinamento Diário
(...). Os mortos continuam no Mundo Espiritual com as dores e os sofrimentos do momento em que morreram; isso se dá porque o Mundo Espiritual é a continuação do Mundo Material.
Por tal motivo (...). Quem era solitário antes de morrer, continua solitário no Mundo Espiritual; quem não tinha sorte, continua desafortunado.
Contudo, há casos em que ocorre o inverso. Por exemplo: aqueles que enriqueceram à custa do sofrimento alheio, por serem avarentos e por praticarem atos ilícitos, ao
irem para o Mundo Espiritual, devido ao pecado cometido, ficam paupérrimos e se arrependem profundamente.
Ao contrário, pessoas que, no Mundo Material, despenderam seus recursos para o bem do próximo e da humanidade e somaram atos meritórios, tornam-se prósperas
e felizes no Mundo Espiritual. (...).
Podem, assim, compreender como o Mundo Espiritual é diferente do Mundo Material e o quanto ele é realmente justo e imparcial.
Meishu-Sama Alicerce do Paraíso, v.2 (edição revisada - trechos)
sábado, 14 de novembro de 2020
*Aprendi a orar com as formigas* .
🐜🍀🐜🍀🐜
🙏🏽🙏🏼🙏🏽
Outro dia, vi uma formiga que carregava uma enorme folha com sacrifício.
Foram muitos os tropeços, mas nem por isso a formiga desanimou de sua tarefa, até que chegou próximo de um buraco, que devia ser a sua casa.
A folha era muito maior do que a boca do buraco, então, ela entrou sozinha.
Pensei: *Coitada, tanto sacrifício para nada* .
Mas de repente, do buraco saíram outras formigas, que começaram a cortar a folha em pequenos pedaços.
Em pouco tempo, a grande folha deu lugar a pequenos pedaços e eles estavam todos dentro do buraco.
Imediatamente pensei nas minhas experiências.
Quantas vezes desanimei diante das dificuldades?
Talvez, se a formiga tivesse olhado para o tamanho da folha, nem teria começado a carregá-la.
Naturalmente, transformei minha reflexão em oração e pedi ao Senhor:
Que me desse a tenacidade daquela formiga, para *carregar* as dificuldades do dia-a-dia.
Que me desse a perseverança da formiga, para não desanimar diante das quedas.
Que eu pudesse ter a inteligência dela, para dividir (em pedaços) o fardo que, às vezes se apresenta grande demais.
Que eu tivesse a humildade para partilhar com os outros o êxito da chegada, mesmo que o trajeto tivesse sido solitário.
Pedi ao Senhor a graça de, como aquela formiga, não desistir da caminhada, mesmo quando, pelo tamanho da carga, não consigo ver com nitidez o caminho a percorrer.
*E, agradeci ao Senhor por ter colocado aquela formiga em meu caminho e, pelo ensinamento da perseverança*.
Autor Desconhecido
🍀🐜🍀🐜🍀🐜
sexta-feira, 13 de novembro de 2020
Um novo ciclo
Hoje um novo ciclo!
Um dia só seu, mas que envolve tudo e todos ao seu redor.
Envolve amor,carinho, presenças, família e amigos.
Tempo de ver o mundo com esperança, fé agradecendo a Deus.
Que ele te abençoe com uma vida renovada.
Parabéns!
🤗BeJão
quinta-feira, 12 de novembro de 2020
O Rouxinol Do ImperadorPor Hanschristianandersen
O palácio do imperador da China era uma das coisas mais bonitas que existiam no mundo. Construído em mármore branco, possuía torres de marfim, paredes revestidas com tecidos de cores variadas e quartos decorados com ouro e prata. Era realmente uma maravilha!
O jardim também era de enorme beleza; nele cresciam flores raras e belas. Havia inúmeros rios e lagos, onde nadavam peixes de todas as espécies e tamanhos.
Para além do jardim, se estendia uma mata, que chegava até o mar e no interior dela vivia um rouxinol de canto único. De sua pequenina garganta saíam melodias tão emocionantes, que faziam chorar quem as escutasse.
Turistas do mundo todo iam admirar o palácio do imperador chinês e ficavam maravilhados diante de tanta beleza. Mas, quando ouviam o canto do rouxinol, todos admitiam que aquilo sim era a coisa mais bonita e rara do grande império.
Entre os visitantes havia escritores que, ao retornar às suas pátrias, escreviam livros a respeito do prodigioso pássaro que vivia no centro da mata, próximo ao palácio imperial. E dedicavam a ele os maiores elogios, muito mais do que à maravilhosa casa do imperador chinês.
Um dia, um daqueles livros chegou às mãos do imperador. O soberano o leu e ficou, ao mesmo tempo, surpreso e enfurecido. Mandou logo chamar o primeiroministro.
— Incrível! No bosque que faz divisa com os jardins imperiais vive um rouxinol cujo canto é incomparável, e eu o desconheço! Tive que ler um livro estrangeiro para aprender que a maior maravilha de meu país é um pássaro de voz de ouro, e não este meu soberbo palácio! Diga-me, por que não fui informado?
— Eu também ignorava o fato, meu senhor — respondeu o primeiro-ministro, assustado com a ira do imperador. — Mas vou descobri-lo.
— E que seja muito breve. Nesta noite mesmo o rouxinol deverá cantar somente para mim.
O primeiro-ministro iniciou as buscas. Interrogou príncipes e nobres, guardas e cavaleiros. Ninguém sabia da existência de tal ave. Sem nada descobrir, o primeiro-ministro voltou ao imperador:
— Meu senhor, não se consegue encontrar o rouxinol.
Talvez não exista, talvez seja apenas invenção do autor do livro.
Mas o imperador não quis explicações. Exigia o prodigioso rouxinol! Ou naquela noite o rouxinol cantava para a corte, ou o primeiro-ministro seria punido.
O pobre homem recomeçou a percorrer ruas e praças, perguntando a todos sobre o tal pássaro.
Por fim, encontrou na cozinha imperial uma serviçal que comentou:
— O rouxinol… Conheço-o, sim. Às vezes, à noite, paro no bosque para ouvir seu canto maravilhoso. Tem uma voz tão bela e harmoniosa, que chego a chorar de emoção.
— Poderia me ajudar a procurá-lo?
— Claro que sim, Excelência.
Imediatamente, ele mandou organizar uma comitiva de cavaleiros e cortesãos para, sob orientação da serviçal, ir procurar o rouxinol na mata.
Estavam andando já há algum tempo, quando se ouviu um mugido. Os cavaleiros pararam, curiosos.
— Deve ser o rouxinol cantando. Que voz agradável!
— Esse foi o mugido de uma vaca — riu a mulher. O rouxinol vive mais longe.
Após longa caminhada, a serviçal parou em frente a uma árvore e mostrou uma ave minúscula, de plumas acastanhadas, que saltitava entre os galhos.
— Ali está, aquele é o rouxinol, o pássaro de canto comovente.
O primeiro-ministro e seu séquito ficaram desapontados com o aspecto modesto do rouxinol. Nem de longe sua aparência era comparável à beleza do palácio.
Porém, quando escutaram sua voz, todos ficaram encantados.
E convidaram-no para ir à corte.
O rouxinol aceitou o convite.
Foram feitos grandes preparativos para sua chegada:
flores por toda parte, assoalhos encerados e brilhantes, e uma gaiola toda de ouro, no meio da sala do trono, para o pequeno e ilustre cantor. Sentado no trono, o imperador aguardava com impaciência o momento em que escutaria as maravilhosas melodias que todos comentavam.
Assim que chegou, o rouxinol pousou sobre a gaiola, olhou com respeito o ilustre anfitrião — o imperador da China — e começou a cantar. Seu canto era tão comovente que o imperador chorou, emocionado. Terminado o concerto, ele disse para o rouxinol:
— Fique comigo para sempre, para minha felicidade. Em troca, terá tudo que pedir, tudo que mais o agradar! Tudo que quiser.
— Majestade — respondeu o passarinho. — Enquanto eu cantava, vi lágrimas em seus olhos. Isto, para mim, é a recompensa maior, não peço mais nada. Se Vossa Majestade assim o deseja, estou pronto para abandonar a mata e alegrar sua vida com minha voz, sempre que quiser.
E assim, o rouxinol ficou no palácio, abrigado na gaiola de ouro pendurada nos aposentos do imperador.
Cantava freqüentemente para seu amo e uma vez por dia dava um passeio no jardim — mas preso pela patinha a um fio de seda conduzido pelo primeiro-ministro.
Um dia, o imperador da China recebeu um presente de seu amigo, o imperador do Japão: um maravilhoso rouxinol mecânico, todo de ouro. Suas asas eram enfeitadas com diamantes, a cauda exibia safiras e os olhos de rubis.
Bastava girar uma pequena chave, e o rouxinol mecânico cantava uma linda melodia.
Porém, o rouxinol verdadeiro cantava com o coração e o outro, com molas e cilindros de aço. As duas vozes não combinavam, e o imperador se aborreceu:
— Que o rouxinol mecânico cante sozinho! — ordenou.
Trinta vezes seguidas o belo brinquedo repetiu a mesma melodia sem mudar uma nota sequer, entre aplausos e elogios da corte que o ouvia.
Na trigésima primeira apresentação o imperador disse que já era o bastante.
— E agora, que cante o rouxinol verdadeiro! — ordenou.
Mas o passarinho não foi encontrado. Aproveitando-se do descuido geral, tinha voado pela janela aberta em direção à mata, onde sempre vivera em total liberdade. Mas o imperador não ficou triste, pois afinal estava satisfeito com o rouxinol mecânico.
Para que todos os súditos admirassem seu rouxinol, permitiu um espetáculo público. Muitos se deslumbraram.
Mas quem já ouvira a voz do rouxinol verdadeiro, na mata, não se convenceu:
— Há enorme diferença entre os dois…
Não importava a opinião dos outros. O imperador, a cada dia que passava, ficava mais animado com aquele extraordinário brinquedo. O aparelhinho repousava em uma almofada de seda, ao lado da cama do soberano, que a cada momento lhe dava corda, contente com aquele canto sempre igual.
Certa noite, o delicado mecanismo se rompeu, produzindo um ruído estranho. O imperador mandou chamar um experiente relojoeiro, que encontrou uma mola quebrada e trocou-a.
Mas avisou ao imperador que o mecanismo já estava bem gasto, e que o rouxinol mecânico só poderia cantar uma vez por ano, para evitar que quebrasse definitivamente.
O imperador ficou muito triste com isso, mas foi obrigado a seguir o conselho do relojoeiro.
Passaram-se os anos, e um dia o imperador adoeceu gravemente. Repousava entre seus lençóis de cetim e as cobertas de seda bordadas mas, apesar de tanto luxo, estava só.
Nobres e ministros discutiam a sucessão ao trono, médicos pesquisavam novos remédios para receitar ao ilustre doente, a criadagem dormia. Ninguém fazia companhia ao enfermo.
Em certo momento, o imperador abriu os olhos e viu a Morte sentada a seu lado, em seu assustador manto negro, encarando-o silenciosamente. Entendeu que chegara sua última hora, e então se virou para o rouxinol mecânico e sussurrou:
— Cante, suplico-lhe. Cante, quero escutar sua voz mais uma vez, antes de morrer.
Mas o rouxinol permaneceu calado. Não havia ninguém que lhe desse corda, e ele, sozinho, não podia cantar.
De repente, uma melodia muito doce, enternecedora ressoou nos aposentos. No parapeito da janela, estava o rouxinol verdadeiro. O passarinho soubera da morte inevitável do imperador e viera trazer-lhe seu consolo musical, ainda que sem ouro, brilhantes, safiras e rubis.
A Morte também se pôs a escutar aquele doce canto e, quando o rouxinol se calou, pediu para que continuasse. A música se espalhou pelo amplo aposento e, a cada nota, o imperador se sentia melhor. Enquanto isso, dona Morte foi se afastando devagar.
— Repouse, agora, Majestade — disse com carinho o rouxinol. — Amanhã acordará curado.
E ficou ali, com seus gorjeios, entoando uma suave canção de ninar.
No dia seguinte, ao despertar, o imperador se sentia bem e se levantou. O rouxinol ainda estava no parapeito da janela.
— Meu salvador! — disse-lhe o imperador. — Fui ingrato com você, ao preferir o rouxinol mecânico. Mas agora pretendo me desculpar. Vou destruir aquele tolo brinquedo, se quiser, mas peço-lhe que nunca mais me abandone.
— Não me peça isso — respondeu o rouxinol. — Vou ficar com muito gosto junto de Vossa Majestade, mas com a condição de não me prender mais na gaiola. Deixe-me livre, permita que eu viva nos bosques. Virei cantar sempre que quiser, e também lhe contarei tudo o que vejo no seu império.
Assim, saberá das injustiças que devem ser punidas, e das boas ações que merecem ser recompensadas. Seu povo poderá ser bem mais feliz.
O imperador concordou, e o rouxinol foi embora. Mais tarde, na hora em que os cortesãos, médicos e empregados entraram no aposento do doente, temendo encontrá-lo morto, viram-no em pé, alegre, feliz e bem-disposto. E nunca souberam, nem sequer imaginaram, o motivo de tal prodígio.
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