domingo, 20 de setembro de 2020

PRAGMATISMO



Por: Meishu-Sama
Editoria: Ensinamento Diário

   

Na mocidade, apreciei muito a filosofia. Entre as várias teorias filosóficas, a que mais me atraiu foi o pragmatismo, do renomado norte-americano William James. (...).

Segundo James, a mera explicação de teorias filosóficas não passa de uma espécie de diversão. Para ele, a filosofia só tem valor quando manifestada por meio da ação (...).

Naquela época, (...) me esforcei para incorporar a filosofia ao meu trabalho e até mesmo à vida cotidiana(...).

Mais tarde, ao professar a fé, comecei a considerar a necessidade de estender o pragmatismo à Religião, ou seja, aplicar a religião ao dia a dia. Podemos imaginar quão grandes benefícios nos proporcionaria a introdução do espírito religioso em todas as atividades.

Por exemplo, o político, livre dos próprios interesses, não cometeria desonestidades e, uma vez que visaria à felicidade do povo, obteria a confiança de todos, e a política fluiria bem.

O empresário realizaria suas atividades honestamente, o que lhe proporcionaria ampla credibilidade, e seus negócios progrediriam com solidez, porque ele trataria seus funcionários com amor, e estes trabalhariam com dedicação.

Por realizar seu trabalho com sólida fé, o educador seria respeitado pelos alunos, exercendo sobre eles notável influência.

Por agirem com base na fé, os funcionários públicos e os de empresas privadas realizariam bons trabalhos e seriam promovidos.

Por meio de suas obras, o artista expressaria refinamento e emitiria elevada vibração espiritual, exercendo boa influência sobre o público.

O ator, por estar centralizado na fé, manifestaria uma arte refinada; com isso, os espectadores seriam influenciados positivamente e cultivariam uma sensibilidade e consciência elevadas. (...).

Ademais, é fácil imaginar que, pelo fato de manifestar a fé por meio de ações, a pessoa, sem distinção de profissão ou situação social, melhoraria seu destino e prestaria relevantes serviços à sociedade. (...).

Meishu-Sama – Alicerce do Paraíso, v. 4 (edição revisada - trechos)

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