Desde tempos antigos se diz que, na sociedade humana, quase não existe local nem época onde não se registre a luta entre o Bem e o Mal. Temos desde as lutas de grandes proporções, como as de âmbito internacional, até as de pequenas proporções, como as que ocorrem no lar de quase todas as pessoas. Naturalmente, no mundo religioso é a mesma coisa. A nossa Igreja, também, até um certo período se empenhará em salvar o homem da doença, da pobreza e do conflito, considerando ser este um tipo de luta absolutamente inevitável. Os fariseus, por obstinação, usando esse e aquele meio, tentaram atrapalhar o progresso da nossa Igreja armando conflitos. Essa realidade é sem dúvida a luta entre o Bem e o Mal; é o combate entre Deus e Satanás; é também a guerra entre o Deus Verdadeiro e o Deus Falso. Provavelmente não há, entre as religiões novas, nenhuma que seja considerada tão inimiga como a nossa, pelos demônios. E existe um grande motivo para isso. Como eu acho que todos querem conhecê-lo, vou explicar detalhadamente.
O Espírito Divino que preside a nossa Igreja, por ocasião da grande Transição do mundo, irá manifestar a força de salvação mundial, o que é uma ameaça sem precedentes, o último sopro para o Mundo do Demônio. Além disso, se a nossa Igreja, gradativamente, passa a realizar grandes feitos, o demônio irá sendo encurralado, pressionado a escolher definitivamente um dos dois destinos: renovar os seus sentimentos ou se render. Sabendo disso, ele quer escapar, de qualquer jeito, dessa ameaça. E o resultado é que emprega todo o esforço possível, praticando atividades sabotadoras. Além do mais, existem não sei quantos milhões de demônios, sendo quase impossível contá-los. Naturalmente, se há um líder, também há subalternos divididos em superiores, médios e inferiores, e cada um tem a força correspondente. O grupo de demônios escolhe as pessoas que parecem ser úteis para atrapalhar a nossa Igreja e encosta nelas. Logicamente, encosta nos ateus, nos materialistas, raramente nos espiritualistas; mas estes, quando, por algum motivo, criam maus pensamentos, também se tornam prisioneiros do demônio.
Sob o encosto do demônio, o ser humano é utilizado livremente. O meio empregado é dominar-lhe o cérebro e roubar-lhe o pensamento. Em relação à nossa Igreja, por exemplo, aos poucos vão surgindo idéias como: “Não sei por que ela me irrita, tenho antipatia por ela, quero prejudicá-la, quero acabar com ela”. Nos intelectuais o demônio faz surgir pensamentos de acordo com a sua condição de intelectuais: “É uma religião supersticiosa, por isso quer fazer acreditar que a destruição é para o bem da sociedade”.
Existe uma coisa ainda mais interessante. São as nossas publicações impressas. Todas elas são reportagens boas, não tendo um ponto sequer que mereça críticas. Se elas forem lidas, os planos do demônio sofrerão um grande revés, razão pela qual não só ele faz o máximo de esforço para que as pessoas não as leiam, como também tem muito medo dessas publicações. E isso também acontece porque ele sofre quando as lê. Esse sofrimento é confessado pelas pessoas que estavam com encosto do demônio, quando elas renovam o seu sentimento. Aliás, esse é o melhor teste mental para saber se a pessoa está ou não com encosto do demônio. É só deixar as nossas publicações num local visível aos olhos: aquele que pegar e ler é um homem bom; aquele que não olhar, pode-se afirmar sem erro que está com encosto do demônio. Segundo esse princípio, desde que a pessoa leia as publicações da nossa Igreja, o espírito negativo se encolhe, o sentimento obstrutivo se anula. Enquanto não consegue lê-las, a pessoa continua como serva de Satanás e revolta-se contra Deus. Através desse fato, compreende-se também como a nossa Igreja é poderosa.
Quero fazer uma advertência sobre o destino daqueles que estão com encosto do demônio. O Mundo Espiritual logo se tornará dia e, à medida que a purificação se intensificar, o processo de limpeza será absoluto. A partir daí, não haverá outro recurso a não ser a destruição do demônio. Isso, em síntese, é o Juízo Final. Entretanto, o amplo amor de Deus salvará o maior número possível de pessoas. Assim, para restabelecer o corpo material, Deus expulsa o demônio e, através de mim, escreve esta advertência.

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