Não estou bem certo se caminho,
Ou apenas flutuando sem rumo
Pelo espaço, pois não percebo
sob os meus pés.
E nem diviso um horizonte além
Vago! Meu corpo não sente frio,
Nessa jornada em que me conduz.
Alguma paragem deste infinito,
que agora noto distante
se eleva.
Antes, de tudo era belo.
Começo a ver e lembrar de que tudo
era beleza, o tempo,recordo
era de primavera, sob o sol,
as flores eram alegria consigo
lembrar você tão bela e feliz da
vida.
Amávamos tanto ventura
havia descida sobre nós.
Reparando-nos para o enlace,
O dia esperado de nossas vidas.
Repentino, o caos e aquele vazio.
Repentino, desaparecemos, eu e tu,
Na angustia, desespero e Sombrias.
Pedro Miguel
Membro da Academia Itanhaense de Letras
Cadeira 10 - Patrona - Colombina
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