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sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

QUERO VER

Quero ver,
Você não chorar,
Não olhar pra trás,
Nem se arrepender, do que faz,
Quero ver o amor vencer,
Mas se a dor nascer
Você resistir e sorrir...
Se você pode ser assim,
Tão enorme assim, eu vou crer...

Que o Natal existe,
Que ninguém é triste,
Que no mundo há sempre amor,
Bom Natal, um feliz Natal,
Muito amor e paz pra você, pra você (pra você).

FILOSOFIA DA INTUIÇÃO de Heri Bergson


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Luiz Fernando luizfernando.mottacampello@gmail.com

13:27 (Há 51 minutos)
para luiz_campello

Quando jovem, fui simpatizante da teoria de Henri Bergson, o eminente filósofo francês (1859-1941). Ainda me lembro dessa teoria e vou expô-la, nesta oportunidade, por considerá-la de grande proveito do ponto de vista religioso.
Segundo minha interpretação, a filosofia de Bergson baseia-se nestes três princípios: “Todas as coisas se movem”, “Teoria da Intuição” e “O eu do momento”. Dentre eles, o que mais me impressionou foi a “Teoria da Intuição”, a qual diz o seguinte: “É algo dificílimo ver as coisas exatamente como elas são, captar o seu verdadeiro sentido, sem cometer o mínimo engano.” Estudemos o porquê dessa afirmativa.
Os conceitos formados pela instrução que recebemos, pela tradição, pelos costumes, etc., ocupam o subconsciente humano, formando como se fosse uma barreira, e dificilmente o percebemos. Tal “barreira” constitui um obstáculo quando observamos as coisas. Quando dizemos, por exemplo, que todas as religiões novas são supersticiosas, heréticas ou falsas, devemos esse julgamento à “barreira”, que está servindo de estorvo.
Os homens de hoje, através dos jornais, das revistas, do rádio e dos comentários públicos, constantemente tomam conhecimento de idéias e opiniões que concorrem para aumentar e solidificar essa “barreira”. Devido ao conceito de que as doenças só podem ser curadas pela medicina, a realidade é deturpada quando ocorre um milagre: dizem ser ação do tempo ou buscam mil explicações. Presenciamos tal fato com freqüência.
A “Teoria da Intuição” encarrega-se de corrigir tais erros, comuns entre os homens. Libertando-os, completamente, de preconceitos, ela os ensina a fazerem uma fiel observação dos fatos. Para isso é necessário ser “o eu do momento”, isto é, fazer com que a impressão instantânea, captada pela intuição, corresponda à verdadeira substância do objeto de observação. Caso presenciamos uma cura realmente milagrosa, devemos crer, pois essa é a verdadeira observação. Se, ao contrário, julgamos impossível que uma doença seja curada sem o auxílio de aparelhos ou remédios, significa que estamos sendo bloqueados pela tal “barreira” de preconceitos. Na hipótese de alguém acrescentar: “Isto é superstição, não pode ser verdade”, é porque a “barreira” do próximo está contribuindo para aumentar o obstáculo, e devemos ficar de guarda contra isso.
O outro princípio – “Todas as coisas se movem” – significa que tudo está em eterno movimento. Por exemplo: nós não somos os mesmos de ontem, nem mesmo o que fomos há cinco minutos atrás; o mundo de ontem não é o mesmo de hoje. Isso abrange também a sociedade, a civilização e as relações internacionais. Precisamos, portanto, fazer uma observação fiel, isto é, uma observação clara, do homem e de suas transformações.
Ao invés de modificarem seus pontos de vista e pensamentos, para acompanharem o constante movimento evolutivo, as religiões antigas criticam as religiões novas, servindo-se de conceitos religiosos milenares. Eis por que não conseguem ter uma idéia exata a respeito delas.
Esta é a teoria de Bergson aplicada ao campo religioso.
30 de janeiro de 1950
Retirado do livro "Alicerce do Paraíso"

CEDA PARA CONQUISTAR: Ensinamento de Meishu-Sama


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Luiz Fernando luizfernando.mottacampello@gmail.com

13:28 (Há 48 minutos)
para luiz_campello


CEDA PARA CONQUISTAR: Ensinamento de Meishu-Sama



“Seja flexível para conquistar” é uma regra de ouro. Pode ser difícil praticá-la, mas devemos treinar a nossa índole e educar a nossa mente nesse sentido. Em alguns casos, é preferível aparentar ignorância ou mesmo perder uma discussão. Qualquer possível humilhação ficará gravada apenas na mente e por um período temporário. Com o passar do tempo, a outra pessoa pode começar a compreender a verdadeira situação e mudar de atitude. Pode pensar: “Eis uma pessoa sincera”, começar a acreditar em si e até mesmo a admirá-lo. Tendo aparentemente vencido uma discussão, o seu adversário torna-se inseguro por não fazer ideia do que você tem em mente. Assim, o derrotado se torna vencedor e é por isso que, às vezes, é preferível deixar que os outros persistam em suas ideias.
Tentar impor as nossas opiniões é uma psicologia inábil. Ainda que estejamos certos, não devemos desnecessariamente insistir em argumentos a nosso favor. Aprendendo a ceder em determinadas circunstâncias, acabaremos vencendo, porque nos ativémos ao que é justo e verdadeiro.
Algumas vezes, quando as pessoas se dedicam a algo importante, pensam que isso requer esforço, resistência e concentração. No entanto, quando opomos resistência, o nosso poder interno se restringe, ao passo que, quando assumimos uma postura descontraída, ele circula livremente.O mesmo princípio se aplica ao Johrei. Quanto mais relaxada mantivermos a mente e as mãos, mais sintonizados estaremos e mais eficiente será o Johrei.
Os grandes generais sabem como e quando retirar-se de uma batalha. Permanecer correndo risco desnecessário é uma táctica errónea e não constitui verdadeira coragem. O que importa é o resultado final.
Muitas pessoas obtêm resultados contrários à sua expectativa, porque o caminho do mundo é geralmente muito diferente do caminho da verdade.
Quando iniciei a Igreja Messiânica Mundial, costumava dizer aos membros que trabalhassem tão discreta e silenciosamente quanto possível. Alguns sugeriram que se fizesse propaganda na imprensa, mas nunca fiz. Muitas pessoas tendem a atingir os seus objectivos empregando os efémeros sistemas materiais, assim como procuram nos remédios, alívio temporário para as enfermidades. Num trabalho verdadeiramente espiritual, devemos aspirar ao verdadeiro e eterno, e não ao falso e transitório.
 Meishu-Sama

LUZ DO ORIENTE


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Creio que a expressão �Luz do Oriente� surgiu há uns dois mil anos, em determinada parte da Europa, tendo-se propagado gradativamente a ponto de hoje não existir quem a desconheça. Até agora, no entanto, por ignorância do seu verdadeiro significado, ela continua envolvida em mistério. Assim , gostaria de mostrar o que realmente significa essa expressão.
Indiscutivelmente, �Luz do Oriente� era uma predição relacionada à minha pessoa. Não haverá quem não se espante ao tomar conhecimento dessa verdade, e poucas pessoas conseguirão aceitá-la de imediato. Por isso, tentarei me explicar melhor, apresentando provas reais do que estou dizendo.
A primeira prova é o local onde nasci e o trajeto das mudanças que fiz.
Nasci num bairro antigamente denominado Hashiba, situado em Assakussa, na cidade de Tóquio. O país chamado Japão, como todos sabem, localiza-se no extremo leste do globo terrestre; acrescente-se que Tóquio é uma cidade do leste do Japão. O leste de Tóquio é Assakussa, cujo leste, por sua vez, é Hashiba, o bairro ao qual me referi há pouco. A leste desse bairro está o rio Sumida. Assim, Hashiba é realmente o leste do leste; em termos mundiais, é o extremo leste do mundo.
Aos oito anos, fui morar no bairro de Senzoku, a oeste de Hashiba; mais ou menos na época em que concluí o curso primário, mudei-me para o bairro de Naniwa, em Nihon-bashi, e em seguida, para Tsukiji, em Kyo-bashi; depois fui para os bairros de Oi e Omori, ambos em Ebara; mais tarde, transferi-me para Koji e, a seguir, para Tamagawa, onde existe, atualmente, o Solar da Montanha do Tesouro. Posteriormente, dando um salto bem grande, mudei-me para Hakone e Atami, e, agora, para Quioto. Assim, troquei de residência dez vezes, e dessas mudanças, excetuando-se o bairro de Koji, nove foram para o oeste. Naturalmente, daqui em diante a Luz do Oriente avançará cada vez mais para o oeste; um dia, é óbvio, chegará à China e, finalmente, à Europa.
Analisando os diferentes aspectos da cultura japonesa até o presente momento, constatamos que todos eles nasceram no oeste e foram se expandindo em direção do leste. Entre as religiões, o budismo, incluindo todas as suas ramificações, o cristianismo e o xintoísmo - este último, originário do Japão - nasceram no oeste e foram se propagando para o leste. A religião budista Nitiren foi a única que nasceu no leste. E isso tem uma profunda razão de ser. Vejamos.
O budismo, como tenho dito, foi criado para promover a salvação das criaturas na Era da Noite, isto é, o período em que o mundo era protegido pela deusa da Lua. Entretanto, como tudo ocorre primeiramente no Mundo Espiritual, chegando a época apropriada à mudança para a Era do Dia, iniciou-se naquele mundo, há setecentos anos, o primeiro estágio do Alvorecer.
Foi por isso que nasceu Nitiren Shonin. Crendo em Buda, assim que terminou seus primeiros aprimoramentos, ele tomou a decisão inabalável de se dedicar à divulgação do sutra Hoke, pregado pelo Mestre. Primeiramente foi a Awa, sua terra natal, e, escalando o Monte Kiyossumi, próximo ao mar, entoou em voz alta, no momento em que o Sol estava para nascer, as palavras Nan-myo-ho-ren-gue-kyo. A partir de então, divulgou para o mundo o sutra Hoke com todas as suas forças, enaltecendo-lhe os benefícios. Mais tarde, lutou contra inúmeras perseguições, até que, finalmente, estabeleceu uma seita inabalável como é hoje a Hoke-kyo, que merece todo o nosso respeito.
Esse grande feito de Nitiren representava o primeiro raio da Luz do Oriente. Em termos espirituais, podemos dizer que, no extremo leste do Mundo Espiritual, até então imerso nas trevas, era um brilho bem fraco e pequeno, o primeiro indício de que o Sol estava para nascer. Naturalmente, isso não se evidenciava aos olhos humanos, mas em verdade constituía uma importante realização Divina no avanço da Grande Providência.
Seiscentos e tantos anos depois, chegada a hora do Alvorecer, no dia 15 de junho de 1931, levando trinta e poucos acompanhantes, escalei o Monte Nokoguiri, situado em Awa, onde se localiza o Templo Nihon-ji, e no topo desse monte, em direção ao céu do leste, entoei uma oração. Na mesma hora, ocorreu algo misterioso. Ainda não me é permitido revelá-lo, mas significava a demarcação da mudança da Noite para o Dia, promovida pela Providência de Deus. O interessante é que o Monte Kiyossumi fica a leste do Monte Nokoguiri. E, devido à grande proximidade de ambos, são realmente montes irmãos. E Nihon, o nome do templo, que significa �Nascente do Sol�, também está insinuando aquela mudança.
Acima escrevi sobre a afinidade do Japão com o budismo. Quanto ao confucionismo, à moral, à sinologia, à medicina chinesa e todas as primeiras expressões da cultura japonesa, foram importadas da China e da Coréia. Nos últimos tempos, foi introduzida no país a cultura ocidental, de modo que a maior parte da sua cultura provém do oeste. Além da Religião Nitiren, não existia nenhuma outra expressão cultural japonesa que tivesse nascido no leste.
Mas agora precisamos refletir: se, através dessa cultura nascida no oeste, se tivesse conseguido formar um mundo ideal de paz e felicidade, que teria eu para falar? O que vemos, entretanto, é justamente o contrário. Materialmente, o mundo se tornou uma civilização magnífica, porém o mais importante, que é a felicidade humana, não foi alcançado; e o pior é que, segundo tudo indica, também não o será, no futuro. Certamente, todos pensam assim. No entanto, embora o homem contemporâneo não possua nenhuma esperança e viva uma vida cotidiana sem objetivos, sentindo uma intranqüilidade inexplicável, a maioria das pessoas, no íntimo, não cessa de ansiar pela luz da esperança. O centro desse desejo, na realidade, é a Luz do Oriente.
Como podemos ver, os fundamentos da civilização seguiram uma trajetória contrária à ordem natural, o que pode ser muito bem compreendido ao observarmos a Natureza: o Sol e a Lua despontam no leste e descrevem órbita em direção do oeste. Sendo esta uma verdade eterna, o que nasce no leste representa a própria Verdade. Assim, posso afirmar com toda segurança que as pessoas que acreditarem em minhas palavras, procedendo em conformidade com elas, conseguirá obter a verdadeira felicidade. Em resumo: eu purificarei toda a água turva impelida do oeste para o leste, devolvê-la-ei pura e construirei um mundo límpido como o cristal.


Jornal Eiko, nº 182, 12 de novembro de 1952

A TRILOGIA DOS ÓRGÃOS INTERNOS E O JOHREI


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Luiz Fernando luizfernando.mottacampello@gmail.com

13:32 (Há 21 minutos)
para luiz_campello

Os órgãos internos mais importantes para a vida do homem são certamente o coração, os pulmões e o estômago. Como sempre venho expondo, isso decorre da ação de três elementos fundamentais: o fogo, a água e a terra. Em síntese, o coração, os pulmões e o estômago correspondem, respectivamente, a esses três elementos, pois o coração tem a função de absorver o elemento fogo; os pulmões, a função de absorver o elemento água; o estômago, a função de absorver o elemento terra. Mas a explicação dada pela Medicina, até agora, sobre os órgãos em questão, era bastante superficial. No que se refere à purificação do sangue sujo, dizem que ela é decorrente do oxigênio absorvido pelos pulmões, mas é óbvio que apenas isso não atinge o cerne do fenômeno. Vou dar uma explicação baseada na revelação de Deus e para isso devo partir da verdade relativa ao Mundo Espiritual. A existência desse mundo está fora do alcance dos sentidos do homem e corresponde praticamente ao nada, mas na realidade ele é a fonte onde tudo se origina. Sem conhecer isso, é impossível apreender a Verdade.
Já me referi ao princípio do fogo arder pela água e da água se mover pelo fogo. Esse princípio constitui justamente a chave para a solução de tudo. Para explicar o Mundo Espiritual, que é invisível, começarei falando do Mundo Atmosférico. O que a Ciência chama de oxigênio é a essência do fogo; o hidrogênio é a essência da água, e o nitrogênio é a essência da terra. Essas três essências formam uma trilogia, constituindo a natureza de tudo que existe no Universo. Se tanto o calor intenso, como o frio exagerado e a temperatura amena estão apropriados à manutenção da vida, deve-se à força vital desses três elementos extremamente misteriosos. Se, por acaso, conseguíssemos eliminar o elemento água da Terra, ocorreria uma explosão imediata; se eliminássemos o elemento fogo, tudo se congelaria num instante; se eliminássemos o elemento terra, tudo desmoronaria e se tornaria zero. Essa é a Verdade.
Raciocinando nesses termos, poderão compreender o sentido básico do coração, dos pulmões e do estômago. O coração absorve o elemento fogo do Mundo Espiritual através da pulsação. Da mesma forma, os pulmões absorvem o elemento água através da respiração. O estômago absorve o elemento terra pela digestão dos alimentos. Mas vamos aprofundar ainda mais esse princípio.
Para dissolver as toxinas solidificadas, que são a origem de todas as doenças, necessita-se de calor. Esta é a primeira atividade do processo de purificação. Se esse processo constitui os sintomas das doenças, a febre alta, em tal oportunidade, é necessária, para dissolução das toxinas. Ao mesmo tempo, a pulsação torna-se acelerada, para absorver o calor. Quanto ao frio que se sente, é causado pela concentração do calor no local enfermo e pela diminuição temporária da temperatura em outras partes. Da mesma maneira, a respiração se acelera para estimular a atividade do coração, e, para evitar o ressecamento, os pulmões absorvem o elemento água em grande quantidade.
A origem do elemento fogo é a energia emitida pelo Sol; a do elemento água é a energia emitida pela Lua; a do elemento terra, a energia emitida pela Terra. É claro que dos três órgãos que citamos o mais importante é o coração, pois ele movimenta os pulmões, que, por sua vez, movimentam o estômago. De acordo com este raciocínio, não há perigo imediato de vida mesmo que falte alimento ao estômago; entretanto, os pulmões só mantêm a vida por poucos minutos, e para o coração é impossível mantê-la durante mais de alguns segundos. Isso se evidencia por ocasião da morte, que a Medicina atribui, invariavelmente, à parada cardíaca, nada falando sobre pulmões ou estômago. Nesse momento, caracterizado primeiramente pela cessação da atividade do coração, o espírito, isto é, o elemento fogo, que ocupava todo o corpo, abandona-o, e o corpo fica sem calor. Logicamente, isso ocorre porque o espírito retorna ao Mundo Espiritual. Com a parada dos pulmões, o elemento água existente no interior do corpo retorna ao Mundo Atmosférico e o corpo começa a secar. Com a parada do estômago, a ingestão de alimentos torna-se impossível, e começa o processo de endurecimento do corpo. Todos esses fenômenos constituem evidências que atestam a veracidade do que foi exposto.
Portanto, como o corpo humano é formado pela trilogia fogo-água-terra, o método lógico para a erradicação das doenças deve basear-se nessa trilogia. Isso constitui o princípio do JOHREI da nossa Igreja, o qual está baseado no PODER KANNON. Esse poder é a Luz transmitida por Kanzeon Bossatsu, uma luz espiritual, invisível aos olhos humanos. A luz visível, como a do Sol, a das lâmpadas, a do fogo, etc., é o "corpo" da luz. A natureza da luz é resultante da união do fogo e da água, ou seja, é formada pelos elementos fogo e água. E será mais forte quanto maior for a quantidade do elemento fogo. Acontece que a força proveniente da luz constituída apenas por esses elementos ainda é insuficiente, tornando-se necessária a essência da terra. A manifestação da força perfeita da trilogia fogo-água-terra torna-se uma extraordinária força de purificação. As ondas dessa Luz atravessam o corpo, extinguindo as máculas do espírito, o que se reflete no físico, como erradicação da doença.
O meio concreto para se obter o que foi exposto é uma folha de papel dobrada, com a palavra HIKARI, ou seja, LUZ, escrita em letra grande, a qual se usa no peito, pendurada ao pescoço. Nessa palavra está impregnada, de forma concentrada, a energia das ondas de Luz transmitidas através do meu braço para o pincel, e deste para as letras. Assim, a palavra HIKARI está unida, por elos espirituais, à fonte da Luz, situada dentro do meu corpo, a qual lhe transmite ondas incessantemente. É claro que a atividade do elo espiritual que me liga a Kanzeon Bossatsu ocorre de maneira idêntica, e d'Ele me são transmitidas, ilimitadamente, as ondas de Luz para a salvação da humanidade.
Sendo o corpo formado pela trilogia fogo-água-terra, conforme expusemos, poder-se-á dizer que o método purificador das máculas baseado na força dessa trilogia constitui a própria Verdade. É evidente, portanto, que se consegue obter uma força de purificação jamais vista. Apesar da explicação deste princípio ser extremamente difícil, acredito que os leitores tenham conseguido entender até certo ponto como isso se processa.
6 de agosto de 1949
Retirado do livro “A Outra Face da Doença”, Título original: “Shinji no Kenko”, páginas 134, 135, 136. 137 e 138. Editora MOA Shoji

O homem depende de seu pensamento

É realmente verdade que gratidão gera gratidão e lamúria gera lamúria. Isto acontece porque o coração agradecido comunica-se com Deus, e o queixoso relaciona-se com Satanás. Assim, quem vive agradecendo, torna-se feliz; quem vive se lamuriando, caminha para a infelicidade.
A frase “Alegrem-se que virão coisas alegres”, expressa uma grande verdade.
Meishu-Sama em 3 de setembro de 1949
Extraido do Livro: Alicerce do Paraíso v. 4

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

HISTÓRIA Rua da Bahia História da Rua da Bahia é repleta de ícones culturais



Nem o processo de transformação acelerado foi capaz de tirar o brilho daquela que melhor traduz o espírito sociocultural da capital. Decantada em prosa e verso, a Rua da Bahia – que nasceu para ligar o centro comercial (Praça da Estação) ao administrativo (Praça da Liberdade) da primeira cidade brasileira planejada do período republicano – continua servindo de inspiração para variadas criações, desde que o cronista e compositor Rômulo Paes decretou: “A minha vida é esta, subir Bahia, descer Floresta”.

“As pessoas costumam dizer que não há nada para fazer em BH, mas um passeio pela Rua da Bahia poderá levá-las a um mundo de revelações”, afirma a turismóloga Bernadete Bittencourt Rodrigues, responsável pelo projeto Corredor cultural Rua da Bahia: Educação patrimonial e memória urbana. Já na segunda edição, o programa de visitas guiadas à região agora atende o público em geral, além do já regular, formado por estudantes do ensino fundamental.

Durante duas horas, até 40 pessoas podem desfrutar do passeio (a pé), com direito a histórias divertidas e exemplares dos diversos estilos arquitetônicos que retratam a evolução urbanística da capital. Tem também as paradas obrigatórias em espaços de uso cultural como Teatro da Cidade, Teatro Icbeu, Arquivo Público Mineiro e Museu Mineiro, entre outros, localizados na rua e entorno. “A garotada fica deslumbrada ao saber de detalhes como o primeiro apelido da cidade, “Poeirópolis”, devido à poeira provocada pelas obras de construção”, conta o guia Keller Bim.

O passeio começa pelo marco inicial da capital, Praça da Estação, de onde se avista inclusive parte da Serra do Curral, que teria dado origem ao batismo do antigo Curral del-Rey, inaugurado sob o nome de Cidade de Minas, em dezembro de 1897. Somente em 1901, a cidade passou a se chamar Belo Horizonte. A partir da praça, o passeio segue Rua Bahia acima, até a sede do poder, Praça da Liberdade, que abriga o palácio de governo.

Dependendo do interesse, o trajeto pode se estender até os limites da Avenida do Contorno – a partir dela, a famosa rua muda de nome e passa a se chamar Carangola. O vínculo da população com a Rua da Bahia vai além da riqueza arquitetônica, na opinião da historiadora Denísia Martins Borba: “Vem principalmente da eferverscência cultural da via, desde os anos 1920”. Ela lembra que Carlos Drummond de Andrade, Pedro Nava e Emílio Moura, em 1924, receberam no Grande Hotel grupo de intelectuais paulistas em visita à cidade, liderado pelos modernistas Oswald de Andrade e Tarsila do Amaral.

A Rua da Bahia abriga importantes construções e espaços culturais

Do neoclássico ao contemporâneo, passando pelo modernismo de Oscar Niemeyer, a Rua da Bahia abriga verdadeira coletânea de estilos e épocas arquitetônicas. “Todo o patrimônio edificado da cidade passa por ela, com os devidos cortes”, afirma o arquiteto Daniel Medeiros, destacando obras emblemáticas como o Viaduto de Santa Teresa, responsável por mudança no urbanismo da capital planejada. “Edifícios como o Sulacap-Sudameris, que tiveram influências da escola modernista (graças ao uso de pilotis e o afastamento da rua), também colaboraram para as transformações”, ele diz. “Outro marco, já na década de 1950, foi o Edifício Malleta, que implantou na cidade a verticalização de mercado, ao propor o aproveitamento máximo do terreno”, recorda.

O neoclássico das secretarias de estado associado às linhas curvas de Niemeyer e à contemporaneidade da Rainha da Sucata, na Praça da Liberdade, formam, para o arquiteto, um dos conjuntos mais valorosos da arquitetura belo-horizontina, onde o Centro de Cultura, de estilo neogótico manuelino, é o que mais se aproxima do ecletismo. Remanescente de período em que a via tinha importância ainda maior, o jornalista e cronista José Bento Teixeira de Salles, autor de Rua da Bahia (da série BH a cidade de cada um) não acredita no projeto de revitalização da rua: “Voltar ao que era, jamais!. BH cresceu, a própria fisionomia da Rua da Bahia é outra. A tentativa de reerguê-la é elogiosa, mas acho difícil”. Para ele, a rua tem “significação de movimento da vida da cidade. Não apenas o boêmio, mas literário e cultural”.

Como deve ser a alimentação para pedra nos rins


Para eliminar as pequenas pedras nos rins e evitar que se forme outras é importante beber pelo menos 2,5L de água por dia e ter cuidados com a alimentação, como evitar o consumo exagerado de carnes e reduzir o consumo de sal.
Existem 4 tipos de pedras nos rins: oxalato de cálcio, ácido úrico, estruvita e cistina, e cada tipo exige um cuidado diferente na alimentação. No entanto, nem sempre é possível saber o tipo de pedra que se tem, pois para isso é necessário expelir uma pedra pela urina e levá-la para análise laboratorial.
Assim, para prevenir a formação de todos os tipos de pedras, deve-se seguir as orientações abaixo:

1. Beber mais água

Como deve ser a alimentação para pedra nos rins
É preciso beber pelo menos 2 a 3 litros de água por dia. A principal causa de pedra nos rins é a desidratação, portanto, reidratar-se é o primeiro passo para evitar a formação de pedras nos rins.
Também é importante lembrar que a quantidade ideal de água varia de acordo com o peso, devendo-se consumir cerca de 35 ml de água para cada kilo de peso. Assim, uma pessoa com 70 kg deve beber pelo menos 2,45 L de água por dia, e quanto maior o peso, mais água é necessária para hidratar bem o corpo. Veja a quantidade de água que se deve beber de acordo com a idade.
Veja ainda este vídeo onde são explicados todos os cuidados importantes durante a dieta para pedra nos rins:
Imagem ilustrativa do vídeo: Alimentação para Pedra nos rins

2. Suco de laranja ou limão

Beber 1 copo de suco de laranja ou de limonada diariamente, pois essas frutas são ricas em ácido cítrico, que, quando consumidos, dão origem a um sal chamado citrato, que impede a formação de cristais e de pedras no organismo.

3. Consumir mais cálcio

Alimentos ricos em cálcio, como leite e derivados, couve, tofu e feijão ajudam a prevenir pedras nos rins por reduzirem a absorção do oxalato no intestino, que é a verdadeira substância causadora de pedras.
Uma dica importante é consumir alimentos ricos em oxalato, como nozes, amendoim, espinafre, ruibarbo e farelo de trigo, juntamente com produtos ricos em cálcio, pois assim haverá uma menor absorção do oxalato no intestino.

4. Evitar proteínas em excesso

A ingestão exagerada de proteínas de carnes ou qualquer produto de origem animal, como a manteiga, por exemplo, aumenta a produção de ácido úrico, outro dos principais componentes das pedras no rins. Consumir 1 bife médio por dia no almoço e no jantar já é o suficiente para uma boa nutrição.

5. Diminuir o sal

Como deve ser a alimentação para pedra nos rins
O sódio, um dos principais componentes do sal, facilita a deposição de sais no organismo e, por isso, deve ser evitado. Além do sal comum usado para temperar os alimentos, produtos industrializados como temperos em cubos, molhos para salada, macarrão instantâneo e carnes processadas como bacon, presunto, apresuntado, linguiça e mortadela, também são ricos em sal e devem ser evitados.Veja a lista de alimentos ricos em sódio.

6. Evitar alimentos ricos em oxalato

Evitar o excesso de oxalato na alimentação ajuda a prevenir principalmente os casos de pedras de oxalato de cálcio. Assim, o cálcio não é o principal causador dessas pedras, mas sim alimentos ricos em oxalato, como amendoim, ruibarbo, espinafre, beterraba, chocolate, chá preto e batata doce.
Assim, esse alimentos devem ser consumidos em pequenas quantidades, e uma boa estratégia é consumi-los juntamente com produtos ricos em cálcio, como leite e derivados, pois o cálcio irá reduzir a absorção do oxalato no intestino, diminuindo a formação de pedras nos rins. Veja mais sobre cada tipo de pedra em: O que fazer para não ter outra crise de pedra nos rins.

7. Chá de quebra-pedra

Tomar o chá de quebra-pedra diariamente por até 3 semanas favorece a eliminação das pedras nos rins, pois este chá tem ação diurética e possui propriedades que relaxam os ureteres, que são os canais que levam a urina dos rins até a bexiga. É durante a passagem da pedra pelos ureteres que a dor surge, conhecida como uma das piores dores que uma pessoa pode ter, e por isso o chá pode ajudar nesse processo. Veja outro Remédio caseiro para pedra nos rins.

O que não comer quando tiver pedra nos rins

Quem alguma pedrinha nos rins, pode eliminá-la através do xixi, e para isso é importante beber bastante líquidos até ao ponto de fazer cerca de 2 litros de xixi por dia.
Os alimentos que não se pode comer são sal, embutidos como salsicha, linguiça, paio, escarola, espinafre, beterraba, salsinha, almeirão, quiabo, ruibarbo, batata doce. Outros que também devem ser evitados são: amendoim, nozes, pimenta, marmelada, farelo de trigo, carambola, chá preto ou chá mate.

Cardápio para pedras nos rins

A tabela a seguir trás o exemplo de um cardápio de 3 dias para evitar o aparecimento de novas pedras nos rins.
RefeiçãoDia 1Dia 2Dia 3
Café da manhã1 copo de leite + 2 fatias de pão integral com ovo1 iogurte natural + 2 col de granola + 1 pedaço de mamão1 copo de suco de laranja + 1 tapioca com queijo
Lanche da manhã1 copo de suco verde com limão, couve, abacaxi e água de coco1 laranja + 3 biscoitos integrais1 banana amassada com canela
Almoço/Jantar4 col de arroz + 2 col de feijão + 100 g de carne cozida com legumes1 filé de peixe no forno + purê de batata + salada de couve refogada100 g de frango ao molho branco + macarrão integral + salada de alface, cenoura e milho
Lanche da tarde1 iogurte + 5 biscoitos integrais com requeijãovitamina de abacate1 iogurte + 1 colher de aveia + pão integral com queijo
Esta alimentação pode influenciar especialmente indivíduos com histórico de casos de pedra nos rins na família e pessoas que já tiveram pedra nos rins alguma vez na vida, evitando o aparecimento de novas pedras.

Dr Frederico Pimenta

O  Dr. Frederico Silva Pimenta  é um  médico ortopedista e traumatologista  com atuação de destaque em  Belo Horizonte ,  Nova Lima  e  Beti...