quinta-feira, 30 de junho de 2022
IKEBANA
quarta-feira, 29 de junho de 2022
Cartas de Amor - Pedro Miguel
O Cinzeiro - Pedro Miguel
quinta-feira, 16 de junho de 2022
PRECE DO AUTO-AMOR
Na infinidade da vida onde estou, tudo é perfeito, pleno e completo. Vivo em harmonia e equilíbrio com todos que conheço. Bem no centro do meu ser existe uma fonte infinita de amor.
Agora deixo esse amor vir à tona. Ele enche meu coração, meu corpo, minha mente, minha consciência, todo o meu ser e irradia-se de mim em todas as direções, voltando a mim multiplicado.
Quanto mais amor uso e dou, mais tenho para dar. O suprimento é infinito.
Sinto-me bem com o amor e essa sensação é uma expressão de minha alegria interior. Eu me amo. Portanto, cuido carinhosamente de meu corpo. Amorosamente eu o alimento com comidas e bebidas nutritivas.
Amorosamente exercito e arrumo meu corpo e ele, com carinho, me responde com saúde e energia vibrantes.
Eu me amo. Portanto, dou-me um lar confortável, que atende minhas necessidades e onde sinto prazer de morar. Encho seus cômodos com a vibração do amor, e assim, todos os que neles entram, eu inclusive, sentem esse amor e por ele são nutridos.
Eu me amo. Portanto, trabalho no que realmente gosto de fazer, usando meus talentos e habilidades criativas. Trabalho para e com pessoas que amo e que me amam, recebendo um bom pagamento pelos meus serviços.
Eu me amo. Portanto, ajo e penso de forma carinhosa com todos, pois sei que o que dou volta a mim multiplicado. Atraio somente pessoas carinhosas para o meu mundo, pois elas são um reflexo de mim.
Eu me amo. Portanto, perdoo e liberto totalmente o passado e todas as experiências passadas. Eu estou livre.
Eu me amo. Portanto, vivo plenamente o presente, vivenciando cada momento como bom e sabendo que meu futuro é brilhante, alegre e seguro, pois sou um filho amado do Universo e o Universo, com todo o amor, cuida de mim agora e para sempre.
Tudo está bem em meu mundo.
ATRAINDO O AMOR
Por Louise L. Hay; Você pode curar sua vida.
Oamor vem de onde menos se espera quando não se está nele. Sair à procura do amor nunca resulta na chegada do parceiro certo e só cria melancolia e infelicidade. O amor nunca está fora de nós, mas dentro de nós.
Não insista na chegada imediata do amor. Talvez você não esteja pronto para ele ou ainda não esteja desenvolvido o bastante para atrair o amor que deseja.
Não aceite qualquer um só para ter alguém. Estabeleça seu modelo. Que tipo de amor você quer atrair? Faça uma lista das qualidades que realmente deseja ter no relacionamento, desenvolva-as em você mesmo e verá como atrai uma pessoa que as possui. Examine também o que pode estar mantendo o amor afastado. Seria a crítica? Sensação de ser indigno? Desejos pouco razoáveis? Imagens de artistas de cinema? Medo da intimidade? A crença de que você não merece amor?
Esteja pronto para o amor quando ele vier. Prepare o campo e apronte-se para nutri-lo. Sendo amoroso você será amado. Esteja sempre aberto e receptivo ao amor.
FILOSOFIA NEGLIGENCIA A REALIDADE?
Paira no imaginário popular a ideia de que o filósofo é um sujeito aluado, que não tem talento prático, nem gosto pelos prazeres do mundo. Esta é bem expressa pela narrativa de que Tales de Mileto, o primeiro filósofo, desejante de conhecer as coisas do alto, esquecia do que estava aos seus pés; até que certo dia caiu num poço fundo, e foi ridicularizado por uma escrava.
Em memória à cena, uma personagem de Machado de Assis diz, na Ressurreição:
Um filósofo antigo, estando a contemplar os astros, caiu dentro de um poço. Eu sou da opinião da velha, que apostrofou o filósofo: “Se tu não vês o que está a teus pés, porque indagas do que está acima da tua cabeça?”
Outra personagem responde: “O filósofo podia responder que os olhos foram feitos para contemplar os astros.” E escuta como resposta: “Teria razão se ele pudesse suprimir os poços. Mas que a vida senão uma combinação de astros e poços, enlevos e precipícios? O melhor meio de escapar aos precipícios é fugir aos enlevos.”
O diálogo realmente tem algo de verdadeiro: a vida não só é feita de nobres pensamentos, mas também de encarar dificuldades inesquiváveis. Para bem pensar, você precisa ter resolvido conflitos internos; para bem estudar, você precisa ter o autossustento. Sem isso, os seus estudos são como fuga da vida adulta.
Além disso, há no trato das circunstâncias uma questão de teoria do conhecimento: a compreensão da totalidade, sob a forma humana, implica compreensão do particular, já que o macrocosmo está refletido no micro, ou, em linguagem platônica, o sensível imita o que está no inteligível.
Plotino chega a perguntar: “Que músico seria o homem que, tendo contemplado a harmonia inteligível, não escutasse a que está nos sons sensíveis? Que especialista em números não se deleitaria ao ver o simétrico, o proporcional e o ordenado?
Agora se alguém, olhando para as belezas presentes no sensível, não fosse transportado para o inteligível, este nem teria compreendido as coisas daqui, nem as coisas de lá.”
Há nisso uma lição profunda: o particular pode exigir atenção redobrada, uma vez que é posto tanto em seu movimento de individuação quanto de universalização, e, nesse sentido, apresenta-se como universal concreto.
quarta-feira, 15 de junho de 2022
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