Meu nome é Regina Célia da Silva Pereira, tenho 59 anos, sou empregada doméstica, tenho duas filhas e seis netos.
Conheci a filosofia messiânica em 2017, durante uma Reunião de Johrei no Lar, na
casa de uma amiga. Na ocasião, recebi meu primeiro Johrei e senti uma paz muito grande. Logo em seguida, fui convidada a participar das aulas do projeto “Semana do Paraíso”, que consiste em apresentar aos frequentadores as práticas realizadas pelos membros da Igreja Messiânica. Infelizmente, não consegui participar de todas as aulas, mas minha filha e netas participaram do projeto. Segui frequentando somente as reuniões.
Durante as atividades de Reunião de Johrei no Lar, recebia muita atenção e carinho
por parte dos membros e percebia que eram pessoas diferentes. A partir de então, nasceu em mim o desejo de vir à igreja entender mais sobre a filosofia pregada por aquelas pessoas.
Aqui, fui muito bem recebida.
Em decorrência disso, nos intervalos entre um trabalho
e outro, eu vinha à igreja para receber Johrei. Aos poucos, fui percebendo as
mudanças na minha vida. Iniciei as aulas de Primeiras Noções Messiânicas e
despertei para receber o Ohikari – Medalha da Luz Divina. Queria ministrar Johrei e
cuidar de outras pessoas, assim como estavam fazendo comigo.
Após o término das aulas, fiz uma entrevista com o ministro responsável e falei sobre a purificação financeira que assolava minha família e da dificuldade de fazer o donativo de outorga; então, o ministro me orientou a não me preocupar, pois se eu
realmente tivesse o desejo de ser útil a Deus, algo bom aconteceria na minha vida e
oportunidades apareceriam. Disse também que eu deveria aguardar o tempo certo.
Logo que saí da entrevista, encontrei o seminarista que está estagiando no Johrei Center Piedade e comuniquei a ele que não participaria da outorga do mês de abril. Ele me perguntou se eu acreditava que o Ohikari faria diferença na minha vida, e se eu realmente gostaria de recebê-lo ainda neste mês. Respondi que sim, mas não teria o donativo para a outorga.
Ele me contou uma experiência sobre donativo e afirmou que Meishu-Sama não queria o meu dinheiro, mas sim minhas capacidades e habilidades. Perguntou-me o que eu fazia de bom, que agradava outras pessoas. Respondi que sabia fazer bolo. Ele me conduziu à frente do altar e pediu para que entregássemos a Deus e a Meishu-
Sama minhas habilidades culinárias. Estabelecemos, perante o altar, o objetivo de vender bolos de pote e, com o valor arrecadado, eu faria meu donativo de outorga do Ohikari.
Era o que eu precisava ouvir, senti Meishu-Sama me enviando um recado, pois eu já vinha pensando em vender bolos para complementar minha renda.
Logo que entregamos minhas habilidades e capacidades a Deus e Meishu-Sama,
fomos até a recepção e fizemos um cálculo para saber quanto eu precisaria vender
para preparar meu donativo de outorga. Após o cálculo, fiquei apreensiva. Para dizer a verdade, não acreditei que fosse possível conseguir tal feito, já que faltavam apenas
5 dias para a Cerimônia de Outorga.
Comecei a fazer os bolos, e as vendas foram um sucesso. No início acreditei que conseguiria apenas uma parte do donativo, porém, em menos de três dias, vendi mais do que três vezes o valor planejado para os 5 dias. O que me permitiu fazer o
donativo no valor acima do estipulado.
Com esse esforço, aprendi que tudo pertence a Deus, inclusive nossas capacidades e
habilidades. Quero compartilhar essa experiência com o máximo de pessoas, porque ela é mais uma prova de que para Deus nada é impossível. Quando a causa é boa, e
colocamos Deus em primeiro plano, tudo progride com mais facilidade.
Hoje, estou muito feliz em poder ser útil à Obra Divina, percebi que, através do meu esforço, recebi esta graça. Para minha alegria, uma das minhas netas também já
iniciou as aulas de Primeiras Noções Messiânicas.
Comprometo-me a apresentar o Johrei e Meishu-Sama para muitas pessoas, desejo ser instrumento de salvação para todos que eu puder acompanhar.
Agradeço a Deus, ao Messias Meishu-Sama, aos meus antepassados, as minhas instrutoras do ensino, ao seminarista e às amigas de minha filha que me
encaminharam à Obra Divina.
Muito obrigada.